domingo, 17 de janeiro de 2010

A NatureWorks e seus parceiros apresentaram diversos produtos que utilizam o bioplástico Ingeo na COP-15


Em apoio a Conferência da ONU sobre Mudança Climática em Copenhague, a NatureWorks e os seus parceiros foram envolvidos em uma série de atividades com produtos Ingeo. Ingeo alcatifas e serviceware alimentos foram utilizados na principal sala de conferências.
Novos materiais Ingeo foram utilizados no Copenhague Nordic Fashion Association's Fashion Summit, e em uma vitrine de biotecnologia destacando as mais recentes inovações para a vida cotidiana. O LookBook edição especial abaixo apresenta os parceiros que usam Ingeo para criar produtos atraentes apresentados na COP-15 .


sábado, 16 de janeiro de 2010

Dog Poo Bag- saco biodegradável para o cocô do seu cão

Finalmente uma forma prática de recolher o cocô de cachorro. Nada de usar sacolinhas do supermercado. Ainda tem algumas pessoas que deixam a sacolinha com cocô na rua mesmo que acabam entupindo os bueiros.
As designers Nina Dautzenberg e Andrea Gadesmann da agência alemã JungeSchacte desenvolveram um saquinho que através do seu design e das suas dobras torna o ato de catar cocô do seu melhor amigo uma coisa mais agradável. E após catar o cocô o saquinho fechado fica com uma alça facilitando levar o cocô até chegar em casa.

São 100% biodegradável e 100% adorável. O design gráfico é bem humorado com ícones de cores diferentes para cada tipo de cachorro.São 16 saquinhos em vários tamanhos, para vários tamanhos de caca que o seu cão pode deixar pra trás.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Empresa lider na indústria de bioplástico confia na Malvern sistemas para otimizar a sua produção

Ingeo™ Biopolimero da NatureWorks

A empresa NatureWorks líder mundial na indústria de bioplásticos, está usando uma variedade de ferramentas de caracterização de materiais da Malvern Instruments para acelerar o desenvolvimento de produtos e atingir padrões de qualidade de líder de mercado.A NatureWorks é o principal fornecedor do mundo, sob o nome comercial Ingeo ™, de ácido polilático, um polímero de alto desempenho com uma pegada de carbono significativamente menor do que os polímeros elaborados com petróleo. Os dados gerados usando o TDAmax Viscotek, da Malvern, detector de cromatografia de permeação em gel (GPC sistema), e do RH Rosand-7, um piso reômetro capilar, habilitará a empresa a adequar o polímero para atender às exigentes demandas da comunidade de processamento de polímeros. Além disso, o Viscotek diluirá a viscosidade do sistema fornecendo a solução de controle de qualidade sensível.
A Ingeo é utilizada comercialmente na produção de recipientes termoformados e extrudados, fibras e não-tecidos, filmes e revestimentos de extrusão e emulsão. Em muitos casos ela é processada - extrudados, fundidos e moldados por injeção - utilizando equipamento convencional, com apenas pequenas modificações. Enquanto isso simplifica o deslocamento dos polímeros tradicionais em mercados estabelecidos, exige um rígido controle de propriedades dos polímeros.
"Tanto a Rosand e o TDAmax têm características específicas que são de valor significativo para nós", comenta Jed Randall, pesquisador da NatureWorks. "Usamos o Rosand (nosso segundo) para avaliar o efeito de aditivos e da estrutura molecular sobre as propriedades de extrusão, tais como die swell, fratura e comportamento pseudoplástico. O dispositico haul-off é especialmente útil, já que fornece uma medida direta da resistência do fundido, uma variável-chave para a produção de fibra e de processamento. Com a TDAmax medimos o peso molecular absoluto e o grau de ramificação do polímero, um importante parâmetro de controle. "
O TDAmax Viscotek tem um detector triplo integrado que inclui um ângulo de luz revolucionário com baixa dispersão (LALS) e um detector de quatro viscosímetro capilar diferencial. Ele mede o peso molecular absoluto, e os dados de viscosidade intrínseca, que juntos quantificam a ramificação e o tamanho molecular. O RH7 Rosand é um reômetro capilar com um desempenho insuperável em termos de controlo de velocidade, precisão e gama de funcionamento dinâmico. O lanço-off é um dispositivo de fixação ao reômetro que é usado para medir a resistência do fundido e simular o desenho e moldagem por sopro.


Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O maior construtor de barco de fibra de vidro do Canadá usará bioresinas nos seus novos modelos


O maior construtor de barco de fibra de vidro do Canadá, a Campion Marine Inc., está promovendo melhorias no desempenho ambiental dos seus produtos. Será o primeiro construtor de barcos em todo o mundo que utilizará a Envirez ®, bioresina da Ashland Performance Materials, uma unidade comercial da Ashland Inc..A Envirez é a primeira resina que usa uma quantidade significativa de derivados de etanol do óleo de milho e soja em sua formulação.
"A resina Bio Ashland fornece as características de desempenho que desejamos para nossos barcos e reduz nossa dependência das resinas petróleo baseadas", disse Elliott Brock, gerente geral da Marine Campion. "Estamos colocando a resina Envirez em todos os nossos barcos. É o próximo passo certo, e isso é bom para o nosso mundo. A resina Envirez resina possui um desempenho mais elevado para a força e alongamento. Nossa visão é construir o melhor dos melhores, o que faz a resina Envirez uma escolha natural. "
A Campion Marine Inc.testou a resina Envirez em 2008, resultando no primeiro barco do mundo construído em bioresina. Dados desses testes apoiaram o uso da resina Envirez em embarcações de recreio e de alta performance. Com base em pesquisas, a mudança para resina Envirez pela Campion vai eliminar mais de 100.000 libras de C02 de entrar na atmosfera.
"Estamos satisfeitos por trabalhar com uma grande empresa como a Campion para trazer esta tecnologia para o público de barco", disse Mike Wallenhorst, diretor de gerenciamento de produto da Ashland Performance Materials. A Envirez é um produto fantástico que oferece resistência excepcional e é um grande passo no sentido de uma resina totalmente renovável. É emocionante perceber que centenas de barcos feitos de resina Envirez logo estarão navegando no mundo inteiro graças a Campion. "
A Campion marine tem construído barcos de alta performance desportiva e cruzadores há 36 anos. A empresa, nas suas instalações em Kelowna, Canadá, constrói a linha Allante de barcos de esporte e cruzadores, o utilitário esportivo Explorer motos, barcos de perseguição de alta performance e na esteira Svfara / barcos tow surf. Eles fabricam mais de 37 modelos e 48 variações de barcos variando de 16 a 30 pés de comprimento e comercializam os seus barcos em mais de 30 países.
A Ashland Performance Materials Inc. é líder mundial em resinas de poliéster insaturado e resinas de éster vinílico. Além disso, fornece aos clientes tecnologias de ponta, adesivos sensíveis à pressão e estrutural, e consumíveis de fundição de metais e serviços de design.

Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Embalagens inteligentes para frutas e hortaliças


Além de valorizar a aparência de uma fruta ou hortaliça, a embalagem certa ajuda o produtor a reduzir perdas significativas no pós-colheita - para se ter ideia, no Brasil, por ano, de 30% a 35% da produção anual de frutas, legumes e hortaliças é descartada. Melhor ainda se essa embalagem tiver um apelo ecológico e for não apenas reciclável, mas biodegradável ou retornável.Em busca dessa embalagem ideal, que preserve ao máximo o alimento e ainda seja sustentável do ponto ambiental, a Embrapa Agroindústria de Alimentos, do Rio, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Nacional de Tecnologia (INT), deu início, este mês, a uma ampla pesquisa sobre novas tecnologias e materiais para a confecção de embalagens inteligentes para frutas e hortaliças.
Dentro do projeto Desenvolvimento de embalagens valorizáveis para o acondicionamento de frutas e hortaliças frescas, a pesquisa irá testar o uso de resíduos agrícolas na fabricação dessas embalagens. O objetivo é verificar se esses resíduos - que constituem matéria-prima abundante - atendem às necessidades de armazenamento, transporte e comercialização de frutas e hortaliças, mantendo a qualidade e a segurança dos produtos.O projeto, de R$ 7,5 milhões, foi aprovado em dezembro pelo Fundo Tecnológico do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Funtec/BNDES).
"Além do componente de pesquisa, para ser aprovado pelo Funtec o projeto deve ter o componente de negócio e inovação. Vamos trabalhar no desenvolvimento de embalagens inteligentes e, a partir daí, o mercado poderá se abrir", explica o químico Antonio Gomes Soares, pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos.Segundo Soares, diagnósticos já identificaram os principais problemas na área de embalagens. Caixas de madeira (caixas K), que são anti-higiênicas e danificam o produto por serem ásperas, ainda são muito usadas. A caixa de papelão e de plástico têm a limitação do formato, que não serve para todos os tipos de frutas e hortaliças. "Vamos juntar os esforços da Embrapa, do Laboratório de Reciclagem da UFRJ e da Divisão de Desenho Industrial do INT para propor soluções efetivas com o uso de novos materiais e processos.
A ideia é reduzir perdas e manter a qualidade do produto, com embalagens resistentes e seguras", diz o pesquisador.Outro foco da pesquisa, fora o aspecto da segurança e sustentabilidade, é chegar a uma embalagem que possa ser usada desde a colheita, no campo, até o consumidor final. "Isso significa evitar o que chamamos de retrabalho, que é trocar de recipientes várias vezes, do campo à packing house", explica o doutor em Design Luiz Carlos do Carmo Motta, da Divisão de Desenho Industrial do INT. "Quanto menos o produto for manuseado, mais preservado ele permanece."

RESÍDUOS

A pesquisa irá testar a viabilidade do uso de resíduos da bananeira, do mamoeiro e do palmito pupunha, que produzem grande quantidade de "matéria-prima", para a fabricação de embalagens. "Do palmito, aproveita-se só uma pequena parcela, de mais ou menos 30%; o resto vai para o lixo. As áreas de mamão e banana precisam ser renovadas periodicamente e as plantas cortadas não têm aproveitamento. Fora folhas e partes do caule que caem no solo e viram cobertura morta", explica Soares."Primeiro, vamos estudar a caracterização das fibras desses resíduos e avaliar os produtos conforme tamanho, formato e calibre. Aí poderemos criar parâmetros para o desenvolvimento das embalagens", diz Motta.
A segunda parte do projeto inclui o desenvolvimento de novos materiais, no Instituto de Macromoléculas da UFRJ, e a apresentação de protótipos, pela Divisão de Desenho Industrial do INT. "Em 30 meses, devemos ter as embalagens já testadas", prevê Soares. "Depois, podemos repassar a tecnologia para empresas de embalagens. Como não há uma indústria envolvida, garante-se a competitividade do mercado."

RENDAS

Se der certo, a confecção de embalagens com resíduos agrícolas pode também se tornar uma nova opção de renda para produtores de banana, mamão, pupunha e outras culturas que venham a ser testadas pela pesquisa. Por enquanto, o trabalho será feito com produtores de mamão do Espírito Santo, bananicultores do Rio e produtores de pupunha do Paraná e do Rio. "Um resíduo que ia para o lixo passa a ter um valor de mercado", diz Soares, da Embrapa.A vantagem de uma embalagem "ecológica", segundo Motta, é que ela pode atender ao mercado europeu.
"A União Europeia define como valorizáveis embalagens sustentáveis, que não gastem energia nos processos. Por isso os europeus preferem embalagens retornáveis a recicláveis.""Conforme o processo que for desenvolvido pela pesquisa, o produtor pode se tornar também um fornecedor de matéria-prima para a indústria ou um fabricante de embalagens", acredita Motta.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Como produzir bioplástico caseiro


Clique aqui para baixar instruções em PDF de como produzir bioplástico caseiro.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Plástico biodegradável feito com resíduos de mandioca

A empresa Biomater, desenvolve o projeto de transformar a fécula de mandioca e o amido de milho em bioplástico.O material é depois transformado em sacolas de supermercados e em embalagens, cestos e outros produtos.A empresa de São Carlos é incubada pela fundação Parqtec, apoiada pelo Sebrae, e os materiais são produzidos com apoio da UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos, onde o engenheiro de materiais João Carlos Godoy - criador da empresa - fez o seu mestrado em Engenharia de Produtos. A ideia surgiu , em 2003 ,quando o engenheiro Godoy vendeu uma empresa que tinha, e voltou a estudar, aprofundando seus estudos na área de bioplásticos na UFSCAR.
Assim, deu origem a este procedimento no campus da universidade e a uma outra empresa em 2005. Em 2008, vendeu seus primeiros produtos.A matéria prima utilizada por João Carlos muitas vezes parte de sobras de grandes empresas alimentícias. Ele compra esses resíduos para transformá-los em produtos diferenciados. O bioplástico ,quando descartado, se decompõe no ambiente em no máximo 180 dias. A maioria dos plásticos produzidos no mundo são sintéticos, compostos derivados de petróleo e demoram de 200-400 anos ou mais para se degradarem. No Brasil a produção é de 4,2 milhões de toneladas por ano. Segundo Godoy , o bioplástico chega a custar 3 vezes mais do que o plástico que vem do petróleo.
Porém, ele alerta para os benefícios que o plástico traz para a conservação ambiental. "Cada quilo de plástico produzido emite de 4 a 8 kg de carbono. O bioplástico evita essa liberação de metano", afirma.O plástico biodegradável ainda é um setor em crescimento no Brasil. Está em fase de formação a Associação Brasileira de Brasileira da Indústria de Polímeros Biodegradáveis Compostáveis (Abicom), que vai atuar pelo reconhecimento da cadeia produtiva do bioplástico.O engenheiro agora está em busca de investidores e parceiros agrícolas para construir fábricas do bioplástico em diversas regiões do País, com destaque para culturas locais, como a mandioca no Nordeste, a batata em Goiás ou a cana na região Sudeste. Godoy pretende também começar a exportar o produto.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Novamont coloca rótulo ambiental em suas sacolas de compras de bioplástico


A Novamont SpA, uma empresa na área de bioplásticos, decidiu aplicar o Selo Ambiental AssoSCAI para divulgar as características da segunda geração Mater-Bi ® utilizada em suas sacolas de compras.
O rótulo indica claramente informações tanto sobre a origem biológica (quantidade de matérias-primas renováveis biológicos) e sobre a sua biodegradabilidade e compostabilidade. Ele também traz informações sobre reciclagem (para reduzir a possibilidade de contaminação cruzada com outros polímeros biodegradáveis), bem como a possibilidade de poupança de energia através de incineração.O consumidor é, assim, informados sobre o verdadeiro significado do termo "bioplástico", com a declaração explícita das características fundamentais que justificam a utilização do prefixo "bio".


Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

sábado, 9 de janeiro de 2010

Video:Green Pen - Caneta elaborada a partir do bioplástico de milho

Video em francês sobre caneta produzida a partir do bioplástico de milho, vindo como brinde na própria caneta, sementes de tomate que podem ser plantadas em vasos após o descarte da mesma.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Fator Verde impulsiona positivamente as vendas do plástico biodegradável


Como os plásticos biodegradáveis são bem vistos na categoria de produtos verdes, eles apresentam um elevado potencial de crescimento em relação às outras tecnologias amigas do meio ambiente, como a energia renovável e segmentos de produtos químicos. Oportunidades estão se proliferando em diversas áreas de aplicação, tais como embalagens, sacos plásticos, agricultura, bens de consumo eletrônico, automotivo e de saúde.
O crescimento neste setor ocorre devido a fatores como a mudança climática, as medidas governamentais favoráveis, políticas verdes de contratação praticada por governos, bem como entidades empresariais. Rigorosas normas ambientais estão impulsionando o desenvolvimento de produtos de base biológica e desencadeando o crescimento da indústria de plásticos biodegradáveis.
Uma nova análise da Frost & Sullivan, denominada - Avaliação Estratégica de Tecnologia de Aplicação e Perspectivas - considera que os produtos de consumo e embalagens têm emergido como os setores de aplicação de maior potencial dos plásticos biodegradáveis. A análise revelou que as embalagens de filmes e embalagens rígidas teve o melhor resultado em termos de nível de atratividade e possibilidade de sucesso.


Tradução :Bioplastic News

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Cooperação entre a RWE Power e a empresa BRAIN para a produção de novos produtos

Converter dióxido de carbono em biomassa microbiana ou biomoléculas, este é o objetivo da cooperação acordada entre a RWE Power AG e a empresa BRAIN de Zwingenberg. A empresa de biotecnologia quer equipar microrganismos com novas enzimas e explorar a síntese inovadora de rotas e caminhos. Dos gases de combustão, ricos em CO2 de uma central elétrica vira o alimento destes microrganismos.O processo gera produtos de biomassa,como novos biomateriais, bioplásticos e subprodutos químicos. As aplicações possíveis, que passou a ser exploradas, incluem a construção de materiais de isolamento e produção de química fina.
Uma planta experimental está sendo construida no RWE Power's Innovation Centre, em uma usina de carvão em Niederaußem.A empresa BRAIN, líder em biotecnologia branca, tem acesso a desconhecidos microrganismos. Milhões de enzimas inovadoras e rotas de síntese e os caminhos estão na sua mão. Com tal caixa de ferramentas as tecnologias da biologia sintética tornam possível a concepção de micro organismos mais eficazes. Estes, por sua vez, podem constituir uma fonte de novos produtos e desenvolvimentos de materiais de CO2. Trabalhando juntos, BRAIN e a RWE Power estão pesquisando e produzindo estes inovadores micro-organismos.
Estes novos microrganismos devem ser mais eficientes do que as espécies previamente conhecidas."Nossa busca de soluções biotecnológicas para a conversão de CO2 prova um ponto: temos a energia para levar a conservação do clima", declara o Dr. Johannes Lambertz, CEO da RWE Power. "Nossa meta é a expansão constante da nossa gama neste domínio. Assim com a diminuição e armazenamento de dióxido de carbono, queremos desenvolver outras utilizações inteligentes. Deliberadamente, estamos combinando o que sabemos sobre a geração de energia, com a participação de empresas especializadas, tais como a BRAIN.
Queremos encontrar tantas soluções diferentes quanto possível ", acrescenta Lambertz."A utilização orientada da natureza está fazendo muitos processos industriais mais eficientes e ambientalmente compatíveis e mais sustentáveis. A biotecnologia é o caminho para a indústria do futuro, que irá preservar o ambiente e seus recursos ", observa o Dr. Holger Zinke. Como co-fundador e presidente-executivo da BRAIN, ele foi vencedor do Prêmio Ambiental alemão da Deutsche Bundesstiftung Umwelt em 2008. "Queremos avançar para uma nova era de conversão de CO2", explica o diretor de investigação da BRAIN, o Dr. Jürgen Eck. "Há uma variedade de caminhos de engenharia microbiana, enquanto que oferece possibilidades de biologia sintética.Podesse conduzir a conversão mais eficiente de CO2 com estes poderosos micro-organismos. Não temos dúvidas sobre o sucesso futuro de nossa cooperação".Os microrganismos crescem mais rapidamente do que as plantas e até mesmo algas. Nas unidades de fermentação, alta densidade de células surgem a partir da qual a mutação mais intensivos podem ser induzidos. Em geral isso leva a um maior nível de conversão de dióxido de carbono. "Nossa cooperação estimula e facilita nosso trabalho de pesquisa em uso de CO2. É um passo importante no sentido de utilizar a biologia para enfrentar os desafios técnicos", salienta Dr. Johannes Ewers, New Technology / Carbon Capture & Storage Manager na RWE Power.

Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Associação Européia da Indústria de Bioplásticos saúda o novo acordo assinado recentemente para a distribuição de sacos biocompostáveis na França


A Associação Européia da Indústria de Bioplásticos saúda o novo acordo assinado recentemente que apóia a distribuição de sacos bio compostaveis para a coleta de resíduos biodegradáveis na França. O novo acordo pretende disponibilizar para a população sacos para compostagem de resíduos orgânicos no varejo, a fim de promover a recolha seletiva de resíduos biodegradáveis.
A associação européia considera que esta nova iniciativa contribuirá significativamente para o meio ambiente na gestão de resíduos. "O uso de sacos de lixo compostavel certificados apóia a valorização orgânica dos resíduos biodegradáveis", diz Hasso von Pogrell, Managing Director da associação européia. "O acordo francês pode ser visto como um modelo para outros países europeus.", Acrescenta.
O convênio foi assinado pelo Ministério francês da Ecologia e Desenvolvimento Sustentável, Associação de Prefeitos da França (AMF), a Federação de Comércio e Distribuição da França (FCD), a Associação Club Bio-plastiques, a Associação dos Fabricantes de Plásticos (Plastics Europe) e a Associação das Empresas Produtoras de Embalagens Plásticas Flexíveis (Associação ELIPSO). Amarra-se tanto com a lei de orientação agrícola de 5 de janeiro de 2006 destinado a melhorar a produção de produtos compostaveis provenientes de fontes renováveis, e com as orientações expostas na Lei Grenelle, que visa apoiar a recuperação orgânica por compostagem.
A Associação de Bioplásticos Européia apóia a certificação de compostabilidade de plásticos de acordo com as normas em matéria de biodegradabilidade ou compostabilidade, tais como a ISO 17088, EN 13432 ou outras normas semelhantes. Possui selo de qualidade que é concedido apenas aos produtos que obedeçam a esses padrões rigorosos.
A Associação de Bioplásticos Européia é a associação européia que representa os interesses da indústria ao longo da cadeia de bioplásticos a completo valor. Seus membros, produzem, refinam e distribuem bioplásticos, plásticos que são ou bio basedo, ou compostavel, ou ambos. Hoje, cerca de 75 empresas são membros da Associação Européia de Bioplástico.


Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Empresa baiana desenvolve um novo processo para purificar glicerina bruta para a produção de bioplástico


O avanço do programa de biodiesel do Brasil e também de países da Europa e dos Estados Unidos, têm aumentado a oferta de glicerina, principalmente na forma impura, também chamada de glicerina bruta. Os processos convencionais de purificação de glicerina bruta não têm sido amplamente usados por ter elevado custo de operação e o valor comercial da glicerina purificada esta atualmente baixo. As indústrias de biodiesel nacional e internacional serão fortemente beneficiadas com novas aplicações para a glicerina e também com tecnologias economicamente viáveis para a sua purificação.
A GLYKEM Plástico Ambiental Ltda, uma empresa incubada, em parceria com Universidade Federal da Bahia desenvolveram um novo processo para purificar glicerina bruta, subproduto da produção do biodiesel. O novo processo é baseado em extração com solventes ativo, já tem pedido de patente solicitado e já foi testado em laboratório. Em pequena escala o processo produziu glicerina com grau de pureza superior a 98,6%. Neste momento, o processo passa por ajustes para produzir glicerina com grau farmacêutico (99,5%). O novo processo de purificação de glicerina bruta tem algumas importantes vantagens técnicas e econômicas em relação aos processos convencionais, sendo a principal delas a remoção da etapa de destilação a da glicerina a elevadas temperaturas e condições sub-atmosféricas. Esta vantagem tem reflexos técnicos e econômicos tanto durante a implantação de uma unidade de purificação, quanto durante a operação, principalmente devido à diminuição do custo de materiais e consumo de energia. Uma vantagem adicional do novo processo reside no aproveitamento das impurezas de caráter orgânico e inorgânico em forma de compostos químicos com valor de mercado que justificam o aproveitamento, enquanto que os resíduos gerados pelos processos convencionais constituem um passivo ambiental.
A GLYKEM também esta investindo no desenvolvimento de novas aplicações para a glicerina, dentre as quais, o desenvolvimento de polímeros biodegradáveis. O objetivo é desenvolver tecnologia capaz de viabilizar a produção de plásticos biodegradáveis com propriedades compatíveis a aplicações em utensílios descartáveis.
A GLYKEM esta prospectando parceiros para a produção e comercialização de seus produtos e processos.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Bioplástico: A Solução de 8 por cento


Já está mais do que certo que o futuro dos plásticos está no bioplástico, uma vez que as reservas de petróleo irão terminar e uma conseqüente elevação do seu preço o transformará em uma matéria-prima muito cara. Mas a alternativa é para um futuro distante, medido em termos de décadas, diz Frederic Scheer, presidente e fundador da Cereplast Inc., empresa que projeta e fabrica plásticos sustentáveis.
Scheer pode ser um visionário e um pioneiro quando se trata de bioplásticos, mas ele também é realista sobre o desafio e o esforço que será necessário para penetrar e começar a substituir o mercado de plástico tradicional. Os maiores avanços do bioplástico irá ocorrer primeiro nas embalagens e nos mercados de foodservice, diz Scheer.
Porém o bioplástico não estava na agenda de ninguém na COP15, diz Scheer. "Eles não percebem que os bioplásticos são parte da solução." Sobre uma solução de 8%, porque derivados de combustíveis fósseis compõem 8 por cento do consumo de combustíveis fósseis, lembra Scheer.É "triste mas é verdade que as pessoas são ambientalmente consciente quando é conveniente e acessível", admite Scheer.
Esse é outro aspecto do vício insidioso do petróleo: o bioplástico é uma alternativa digna para os produtos derivados de combustíveis fósseis e é cativa para o preço do petróleo e não vai realmente decolar até que o preço do petróleo suba e se mantenha a um nível elevado. Alguém acredita que as principais empresas petrolíferas vão deixar isso acontecer?

domingo, 3 de janeiro de 2010

Produção de PHA a partir de resíduos, subprodutos agrícolas e produtos petroquímicos


Uma equipe de pesquisadores do University College de Dublin, recentemente patenteou um processo para produzir garrafas plásticas a partir do bioplástico, e a patente levou à formação de uma empresa,a Bioplastech Ltd., para desenvolver, transformar e comercializar a tecnologia.
O Dr. Kevin O'Connor, fundador e CEO da Bioplastech, liderou a equipe e o plástico biodegradável que produzem é chamado de polyhydroxyalkanoate (PHA).
A Bioplastech baseada na Irlanda converte resíduos, subprodutos agrícolas e produtos petroquímicos em PHA, um poliéster linear produzido por fermentação bacteriana de açúcar e de lipídios que pode armazenar carbono e energia.
A empresa, que foi formado no ano passado, emprega 10 pessoas, também está voltada para a produção de óleos usados em alimentos e bio diesel.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Fórum Econômico Mundial seleciona a Metabolix como a empresa pioneira em tecnologia sustentável 2010


A Metabolix, Inc. , uma empresa de biociências focada no desenvolvimento de soluções sustentáveis para os plásticos, produtos químicos e indústrias de energia, anunciou recentemente que foi nomeada para o Class of Technology Pioneers 2010 pelo World Economic Forum (WEF).
Para ser selecionado como uma Pioneira em Tecnologia pelo WEF, a empresa deve estar envolvida no desenvolvimento de uma mudança de vida na inovação tecnológica e ter o potencial de impacto em longo prazo nas empresas e na sociedade. Além disso, deve demonstrar liderança visionária e mostrar todos os sinais de uma longa liderança no mercado sustentável, e sua tecnologia deve ser comprovada.
O WEF identifica e integra as empresas ao redor do mundo que estão envolvidos no projeto e desenvolvimento de novas tecnologias. O objetivo do Fórum é identificar e abordar questões orientadas para o futuro da agenda global e ainda o Fórum tem o compromisso com a melhoria do estado e do mundo.
Como parte deste reconhecimento, o presidente da Metabolix e CEO Richard P. Eno irá juntar-se ao Fórum Econômico Mundial com líderes empresariais, líderes políticos, organizações não-governamentais, cientistas e acadêmicos durante o WEF Annual Meeting 2010, em Davos-Klosters, na Suíça, em janeiro.
"Estou honrado que Metabolix tenha sido reconhecida como uma Pioneira em Tecnologia pelo World Economic Forum e estou animado para representar a empresa em Davos," disse o Sr. Eno. "Fiquei satisfeito ao ver que o tema no encontro anual do Fórum será, Como Garantir a Sustentabilidade , é um excelente local para partilhar a nossa opinião sobre como a ciência pode desenvolver as soluções sustentáveis necessárias para diminuir a dependência do mundo em energia fósseis, reduzir as emissões de dióxido de carbono e as questões críticas de resíduos sólidos. "
"Ficamos realmente impressionados com a qualidade, quantidade e diversidade dos candidatos deste ano, tornando o processo de seleção o mais difícil até agora. Gostaria de felicitar a Class of Technology Pioneers 2010. Essas empresas podem ter muito orgulho de receber tal distinção respeitada e cobiçada ", disse Kevin E. Comolli, Managing General Partner, Accel Partners, e Membro do Comitê de Seleção do Class of Technology Pioneers 2010.


Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

 

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