quarta-feira, 16 de maio de 2012

Parceria entre Braskem e Plantic cria embalagem ultraprotetora feita de plástico verde

A Braskem, maior petroquímica da das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros, e a Plantic Technologies fecharam acordo para o uso do plástico verde nas embalagens da linha de produtos eco Plastic™. Produzidas pela Plantic, esta embalagem é considerada a primeira ultraprotetora feita com material de origem renovável. 
A utilização do plástico verde, produzido pela Braskem, aumentará o conteúdo renovável do eco Plastic™ para mais de 90% sem comprometer as propriedades de proteção já oferecidas pela embalagem. O grande diferencial do polietileno feito a partir da cana-de-açúcar é capturar e fixar até 2,5 toneladas de gás carbônico (CO2) da atmosfera para cada tonelada produzida. As bandejas e o filme eco Plastic™ não exigem investimento em novas tecnologias de processamento ou embalagem. 
As bandejas rígidas e os filmes estão disponíveis na versão transparente e em uma variedade de outras cores, até mesmo em formatos multicoloridos. “A visão estratégica da Braskem é ser a líder mundial em química sustentável até 2020. A união entre os produtos da Plantic e o plástico verde da Braskem proporciona novas opções de embalagem que, além de serem melhores para o meio ambiente, oferecem desempenho superior a varejistas e proprietários de marcas”, afirma Marcelo Nunes, diretor de Negócios Químicos Renováveis da Braskem.
 "O eco Plastic™ da Plantic, com o plástico verde, é a embalagem de proteção com maior conteúdo renovável no mercado”, diz Brendan Morris, CEO da Plantic Technologies. "A parceria com a Braskem une dois plásticos com desempenho ambiental excelente para criar uma embalagem ultraprotetora, com características únicas de desempenho e vantagens ambientais", destaca. 

Fonte: http://primeiraedicao.com.br

sábado, 12 de maio de 2012

Anúncio de nova fábrica de plástico verde não tem data

Carlos Fadigas
Quando divulgou os resultados obtidos em 2011, no dia 14 de março deste ano, a direção da Braskem previa que em até 60 dias o projeto da unidade de polipropileno verde (proveniente do etanol da cana-de-açúcar) seria submetido ao Conselho de Administração do grupo. No entanto, a definição sobre o empreendimento e do local em que será instalado demorará um pouco mais. Nesta quinta-feira, a empresa apresentou o desempenho do primeiro trimestre de 2012 e o presidente da companhia, Carlos Fadigas, afirmou que não há uma data estipulada para o anúncio do novo complexo. Ele argumenta que o momento econômico não é favorável para comprovar a rentabilidade do projeto. Segundo o executivo, ainda haverá mais seis encontros do Conselho até o final do ano e em alguma dessas ocasiões o projeto será apresentado. 
O investimento na estrutura, que é disputada pelo Rio Grande do Sul (onde a empresa já mantém sua planta de polietileno verde), é estimado em cerca de R$ 170 milhões. A unidade terá uma capacidade instalada de 30 mil toneladas por ano de polipropileno verde. O que está confirmada, para julho, é a inauguração da fábrica de butadieno da Braskem, em Triunfo. A planta terá capacidade para aproximadamente 100 mil toneladas anuais e absorverá cerca de R$ 300 milhões em investimentos. Nesse primeiro trimestre, a Braskem atingiu uma receita líquida consolidada de R$ 8,2 bilhões, o que representa um recuo de 5% em relação ao trimestre anterior. 
O aumento das vendas e a variação positiva nos preços médios em dólares foram compensados pela redução da revenda de nafta. Na comparação com o mesmo período de 2011, a receita líquida teve aumento de 11%, influenciada também pela apreciação média do dólar em 6% no período. O Ebitda consolidado nos três primeiros meses do ano foi de R$ 787 milhões, 10% superior ao apresentado no mesmo período em 2011. Esse montante reflete o efeito não recorrente do reconhecimento da indenização prevista em um contrato de fornecimento de matéria-prima, que afetou positivamente o resultado em R$ 236 milhões. Recentemente, a Braskem foi comunicada sobre a paralisação das atividades de uma das refinarias responsável por 55% do suprimento de propeno para a planta de Marcus Hook, nos Estados Unidos, cuja capacidade anual é de 350 mil toneladas. 
A unidade já tem operado via outras fontes de fornecimento e a companhia está em busca de soluções logísticas e comerciais para assegurar sua operação.A Braskem apresentou um lucro líquido de R$ 152 milhões no trimestre. Contribuíram para esse resultado a redução da despesa financeira por conta da desvalorização do dólar. Fadigas ressalta que o primeiro trimestre registrou baixa atividade econômica e alta de preços de matérias-primas do setor petroquímico. Mesmo assim, a estimativa é de um crescimento de 4% a 5% no mercado nacional de resinas no ano. 

Fonte: http://jcrs.uol.com.br

domingo, 6 de maio de 2012

Proposta torna obrigatório uso de material biodegradável em fraldas

A Câmara analisa proposta que proíbe a fabricação, a importação, a distribuição e a comercialização de fraldas descartáveis que contenham em sua composição substância ou matéria não biodegradável. De acordo com o Projeto de Lei (PL 3122/12), do deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), a fralda deve se degradar ou se desintegrar por oxidação em fragmentos em um período de tempo de até 18 meses e ter como únicos resultados da biodegradação dióxido de carbono, água e biomassa. Pela proposta, as embalagens das fraldas descartáveis devem trazer, em lugar visível, informações referentes à composição e natureza biodegradável do produto. 
O autor da proposta destaca que as fraldas representam grave problema ambiental, pois, depositadas em aterros, levam algumas centenas de anos para se decompor. “Ressalte-se que até os dois anos de vida, uma criança usa, em média, 6 mil fraldas descartáveis”, argumenta Agostini.As empresas que descumprirem a norma ficarão sujeitas às penalidades previstas na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9605/98). Entre as sanções estão: multa; prestação de serviços à comunidade; suspensão parcial ou total de atividades; interdição temporária de estabelecimento, obra ou atividade; entre outras. 
O deputado lembra que a preocupação com essa questão suscitou alguns movimentos para incentivar a volta das tradicionais fraldas de tecido, aparentemente mais ecológicas. “No entanto, ao considerar o ciclo de vida do produto, que inclui, entre outros aspectos, água, energia e detergentes e branqueadores usados para sua lavagem, a conclusão é que também as fraldas de tecido apresentam impactos bastante negativos ao meio ambiente”, diagnostica o autor do projeto.O projeto, de caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Constituição e Justiça e de Cidadania. 


Fonte: http://180graus.com
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