quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Sundown chega ao mercado em embalagens produzidas com plástico verde

Os produtos da linha regular de Sundown [protetor solar] já estão disponíveis nos pontos de venda em embalagens mais sustentáveis. A marca é uma das poucas em todo o mundo a usar polietileno de cana de açúcar, desenvolvido pela Braskem, em suas embalagens. Além dos 60% de plástico verde em sua composição, 40% são de material reciclado, ajudando a evitar o descarte desnecessário de resíduos sólidos. Para saber se o produto da linha Sundown é produzido com este material, o consumidor deve procurar pelo símbolo “I’m Green”, visível na frente e no verso da embalagem.
O plástico verde é produzido a partir do etanol da cana de açúcar, matéria-prima 100% renovável. A utilização da resina verde não só deixa de emitir como também retira CO2 da atmosfera. Para cada tonelada de plástico produzido, o plástico verde captura 2,5 toneladas de CO2, que ocorre durante a fase de cultura da cana de açúcar, pelo processo de fotossíntese.
Durante o verão 2011/12, Sundown vai deixar de consumir cerca de 100 toneladas de resina oriunda do petróleo, de fonte não renovável, e de emitir na atmosfera o equivalente a 630 toneladas de CO2. A marca assinou a parceria com a Braskem em 2008 e, desde então, vem trabalhando no desenvolvimento da nova embalagem com plástico verde.
“Sundown é uma marca que desenvolve produtos para os consumidores curtirem o sol na medida certa. O sol está ligado à alegria, à diversão, a atividades ao ar livre, à natureza, por isso cuidar da sustentabilidade preocupando-se com uma embalagem que reduz as agressões ao meio-ambiente tem tudo a ver com a marca”, explica a Gerente de Marketing de Sundown, Juliana Sztrajtman.
A parceria entre a Johnson & Johnson, fabricante de Sundown, e a BRASKEM é o resultado da combinação das companhias no compromisso com a sustentabilidade. O plástico verde é produzido na fábrica da petroquímica em Triunfo, no Rio Grande do Sul com capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.


Fonte: http://primeiraedicao.com.br

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Criado chiclete biodegradável que não gruda

Nós as encontramos em cadeiras, sob as mesas, nas calçadas ou, pior ainda, presas nas solas dos nossos sapatos. As gomas de mascar são pegajosas e não se degradam facilmente.Além de importunar e dar nojo, isso leva a aumento dos custos de limpeza para as empresas e para os municípios.Mas a solução já está mastigada, afirma a professora Elke Arendt, da Universidade College Cork, na Irlanda.Arendt e seus colegas desenvolveram um novo processo para a criação de uma goma de mascar biodegradável e que não gruda.

Borracha necessária

Os chicletes são feitos de borracha sintética, amaciadores, adoçantes e aromatizantes. Borrachas sintéticas são elásticas, têm fortes propriedades adesivas e são resistentes a muitos produtos químicos usados para limpeza. Reduzir a viscosidade da goma de mascar requer uma mudança na estrutura química de sua base de borracha.No entanto, a base de borracha também determina características comercialmente importantes, como mastigabilidade, sabor e tempo de validade do produto.Há muito tempo a indústria tenta desenvolver uma goma mastigável biodegradável e não-pegajosa, mas com todas as demais características dos chicletes convencionais.

Chiclete que não gruda

A professora Arendt venceu o desafio, fornecendo à indústria um novo processo para o desenvolvimento de gomas de mascar biodegradável e não - grudentas. Como principais ingredientes, ela utilizou proteínas de cereais.Estas proteínas naturais são modificadas utilizando tecnologias e ingredientes que aumentam sua elasticidade, para que possam ser usadas como material de base para a produção da goma de mascar.A pesquisadora agora está procurando empresas que possam estar interessadas em comercializar o produto.


Fonte: http://www.diariodasaude.com.br

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

EcoSynthetix expande a sua capacidade de produção para 70 mil toneladas

A EcoSynthetix Inc., uma empresa de produtos químicos renováveis que produz uma família de produtos de base biológica comercialmente comprovadas, anunciou recentemente que encomendou uma nova linha de produção de 36 mil toneladas no interior da instalação existente em Oosterhout, Holanda, aumentando a capacidade da empresa atual de 70 mil toneladas. É a primeira de duas novas linhas de 36 mil toneladas que a companhia espera construir até o final do ano. A nova linha de Oosterhout foi concluída no prazo e dentro do orçamento.
"Ter capacidade adicional em nossas instalações na Holanda nos coloca em uma posição mais forte para construímos nossa base de clientes em todo o mundo," disse John van Leeuwen, Presidente e CEO da EcoSynthetix. "A força de nosso julgamento nos dá a confiança necessária para continuar a garantir a capacidade de atender às necessidades dos clientes”.
A nova linha emprega a mais recente tecnologia, fornecendo EcoSynthetix com maior taxa de transferência e melhores margens relativas a suas duas linhas originais. A quarta empresa deverá ser instalada mais tarde no Tennessee, elevando a capacidade de produção anual total para 107 mil toneladas.A planta-piloto está sendo usada para fins de investigação e apoiar o desenvolvimento de novos produtos. Ela suporta os planos da empresa para continuar a penetrar na indústria de papel e cartão e expandir para novos mercados.


Fonte: http://www.qmdemo.com/

domingo, 4 de dezembro de 2011

Danone premiada pelo uso de bioplástico nas suas embalagens

A Danone recebeu um prestigioso prêmio em 2011 pelo uso de bioplástico nas embalagens de seus produtos. A entrega do Prêmio da subsidiária alemã da Danone foi realizada no dia 22 de novembro, na 6ª Conferência Européia sobre Bioplástico, realizada em Berlim. Organizado por uma revista britânica de caráter anual, este prêmio reconhece os esforços das empresas para o desenvolvimento do setor de bioplástico.
Nesta ocasião, um júri internacional composto por cinco membros tem valorizado a aceitação pela Danone dos bioplástico (PLA e PEAD verde) nas embalagens dos produtos Activia e Actimel. Mais de metade dos produtos da Danone na Alemanha têm embalagens de bioplástico.



Fonte: http://www.danone.de

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A Cereplast concluiu a compra de fábrica na Itália para atender a crescente demanda por bioplástico na Europa

A Cereplast um dos principais fabricantes de plásticos compostaveis e sustentáveis, concluiu a compra de uma fábrica em Assis (Cannara), Itália que servirá como hub para produção de bioplástico da empresa na Europa. Esta iniciativa permite que a Cereplast expanda ainda mais seus recursos para produzir e entregar produtos de bioplástico ao mercado europeu.
"Esta compra reflete o forte compromisso da Cereplast para servir o mercado de bioplástico florescente da Europa e estamos orgulhosos de ser a primeira fabricante de bioplástico a ter instalações de produção em dois continentes diferentes," disse Frederic Scheer, Presidente e diretor executivo da Cereplast. "Esta nova planta fortalece nossa capacidade de atender à demanda crescente de bioplástico na região, que deverá chegar a um milhão de toneladas em 2014,que representa um aumento de 33% aproximado por ano. Após a conclusão da primeira fase do desenvolvimento da planta, será drasticamente expandida nossa capacidade de fabrico de 36.000 toneladas para 86.000 toneladas que nos permitirá satisfazer o número de acordos de fornecimento e distribuição que continua acelerando."
O Monte De Paschi di Siena (MPS), um banco italiano, está fornecendo financiamento que irá cobrir a maioria dos custos associados à compra e remodelação das instalações.O IntesaSanPaolo Banco participou também na abertura de facilidades de crédito totalizando mais de um milhão de euros para a Cereplast Italia SpA com o apoio da Eurofidi. O restante do projeto vai ser subsidiado com empréstimos e subvenções de agências do governo local.


Fonte: http://www.cereplast.com

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Embalagens elaboradas com resíduo de azeitonas

Um pesquisador da Sierra de Segura (Jaén), Espanha, desenvolveu uma inovadora embalagem de bioplástico de um polímero extraído da pele da azeitona. Este projeto inovador foi feito por Jesus Zorrilla, que conseguiu extrair um composto chamado Polihidroxialcanoato que pode ser usado para a fabricação de bioplástico, dos resíduos orgânicos da pele da azeitona.
O novo bioplástico poderia ser usado para embalagens de alimentos e, na verdade, seu uso é muito adequado para embalar o azeite virgem extra, pois evita os problemas gerados pela migração de polímeros cancerígenos provenientes do plástico convencional derivado de petróleo. Além disso, esta embalagem inovadora protege o azeite do processo de oxidação causado pelo contacto com a luz.
Por outro lado, o novo bioplástico permitirá dar uso as peles das azeitonas na extração de óleo de oliva, agora elas não têm nenhuma finalidade útil e, portanto, nenhum valor econômico. Outra vantagem é que as fábricas acrescentam valor aos seus resíduos, que seria um valioso subproduto. Por exemplo, uma fábrica com uma produção anual estimada de 10.000 toneladas de azeitonas, pode chegar a 30.000 quilos de bioplástico, que poderia significar uma renda extra de € 200.000.
A patente está atualmente em fase inicial de liberação para o processo de fabricação e licença de uso. Além disso, Zorrilla Jesus fez um apelo para as empresas do setor de embalagem ou outras instituições que podem ter interesse em dar apoio para o desenvolvimento final deste projeto.


Fonte: http://www.europapress.es

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Headphone ecológico é feito de material reciclado e amido de milho

O designer Michael Young criou o primeiro headphone do mundo que é feito de materiais recicláveis. Mas não são apenas materiais comuns. O Noisezero O+ Eco é feito de aço e ferro reciclado e também utiliza bioplásticos feitos de amido de milho. “Ao utilizar bioplásticos para construir os gomos da câmara acústica, os tons naturais podem ser alcançados. Durante o uso, as almofadas genuínas de couro de ovelha cobrem toda a orelha para proporcionar conforto extremo e o isolamento de ruído para obter melhores resultados de áudio”, diz a EOps – empresa de música e tecnologia que trabalha em conjunto com Young.
Este produto é uma criação de Michael Young também em conjunto com uma loja de design que fica em Paris, a Colette. Ele oferece uma qualidade de som muito boa, já que conta com Drivers HD e 50 milímetros de titânio revestido com um ímã de neodímio nas suas caixas de som. Há também um revestimento de titânio para evitar vibrações indesejadas e tornar o som mais limpo. O Noisezero O+ Eco conta também com um microfone e vem pronto para ser utilizado em dispositivos iOS, como um iPod ou iPhone. O headphone está a venda na Colette por cerca de 140 Euros, o equivalente a R$ 348.


Fonte: http://www.techtudo.com.br

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Designer cria embalagens biodegradáveis com caroço de ameixa

A designer chilena Genoveva Cifuentes pesquisava materiais que poderia usar para elaboração de um produto sustentável quando descobriu que seu país era o segundo maior exportador de ameixas desidratadas do mundo e que os caroços, retirados no processo de seleção, eram descartados sem serem usados de nenhuma maneira.
Cerca de 47 mil toneladas desse material são produzidos no Chile anualmente. Com esses dados, Gonoveva achou o material que queria e criou uma linha de acessórios “descartáveis” desenvolvidos para uso principalmente da jardinagem, já que o material pode ser plantado junto com as sementes e mudas e ainda pode ajudar o bom desenvolvimento da planta fornecendo nutrientes.Biodegradáveis e resistentes para o transporte, o material foi usado em diferentes modelos de vasos e plaquetas de nomes.

Fonte: http://atitudesustentavel.uol.com.br

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sacolas biodegradáveis serão obrigatórias a partir de 2013 na Paraíba

Os estabelecimentos comerciais em todo o território paraibano terão o prazo de um ano para substituir as sacolas plásticas por embalagens biodegradáveis. O Poder Executivo Estadual vai regulamentar em até 90 dias a Lei nº 9.505, publicada no Diário Oficial dessa última terça-feira (15/11).O Governo do Estado vai promover uma campanha de conscientização acerca dos danos causados pelas sacolas plásticas, bem como os ganhos ambientais da utilização do plástico oxi-biodegradável ou biodegradável. A campanha será feita em parcerias com organizações não governamentais (ONG) e congêneres sem fins econômicos.
A lei se restringe às embalagens fornecidas pelos estabelecimentos comerciais, excetuando-se aquelas originais das mercadorias. As empresas que produzem as embalagens plásticas oxibiodegradáveis deverão estampar as informações necessárias sobre qual aditivo estão utilizando na embalagem, com a logomarca do referido aditivo e informando que a mesma é oxibiodegradável, para a correta visualização do consumidor.A lei deverá ser cumprida por supermercados e empórios, lojas de hortifrutigranjeiros, comerciantes que operam em feiras livres, lojas de alimentos 'in natura' e industrializados em geral, lojas de produtos de limpeza doméstica, farmácias e drogarias, livrarias e todos os demais estabelecimentos comerciais que distribuem aos clientes sacolas plásticas para acondicionamento de suas compras.
As embalagens devem atender os seguintes requisitos: degradarem-se ou desintegrarem-se por oxidação em fragmentos em um período de tempo de 18 meses; apresentar como únicos resultados de biodegradação CO2, água e biomassa; os produtos resultantes da biodegradação não devem ser ecotóxicos ou danosos ao meio ambiente.A lei será regulamentada até fevereiro de 2012 (90 dias após sua publicação), e os estabelecimentos comerciais terão até fevereiro de 2013 para se adequar. O descumprimento das disposições contidas na referida lei acarretará nas seguintes penalidades: advertência, multa, suspensão temporária das atividades, cassação da licença do estabelecimento ou de sua atividade.
O secretário executivo do Meio Ambiente, Fábio Agra, ressalta a importância da lei, que é de autoria do deputado estadual Domiciano Cabral. Agra revela que a sacola plástica é a grande vilã nos resíduos sólidos urbanos porque sua degradação leva até 100 anos, enquanto a sacola biodegradável se degenera num período de dois a seis meses. "Essa lei vem favorecer o meio ambiente e está dentro do contexto da Política Ambiental Estadual. Em 2012, o Governo implementará o Plano Estadual de Resíduos Sólidos", disse o secretário. Segundo ele, serão realizadas dez oficinas para que governo e sociedade discutam e elaborem o plano.


Fonte: http://www.clickpb.com.br

sábado, 26 de novembro de 2011

Capa de chuva compostável com sementes: use, plante e coma

Capas de chuva fininhas, usadas em festivais de música e caminhadas, resistem a poucos dias chuvosos. Logo são descartadas e acumulam lixo. A Spud Raincoat – capa de chuva de batata, em inglês – pretende acabar com o problema dos resíduos.A novidade, que é produzida na Espanha, a partir de um bioplástico de tecnologia alemã feito de amido de batata e outros recursos naturais, é biodegradável e compostavel. Ou seja, volta a ser matéria orgânica no final de seu ciclo de vida. Se passar por compostagem – processo controlado de decomposição – ainda retorna à terra como fertilizante.
E mais: a capa de chuva de amido de batata tem uma bolinha de argila que abriga sementes (foto). Assim, outra alternativa é plantá-la depois que não tiver mais utilidade. Ela dará origem a plantas de tomates ou pepinos! O que acha dessa ideia?Produzida pela inglesa Comp Bio Products, a Spud Raincoat é vendida na Europa, pela internet*. Há duas opções de espessuras e três tamanhos. Você compraria essa capa e a plantaria no jardim de casa?


Fonte: http://primeiraedicao.com.br

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Deputado quer reduzir preços de sacolas ecológicas

O deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) disse nesta quarta-feira, em audiência pública na Comissão de Segurança Pública, que apresentará um projeto de lei para baixar o preço das sacolas biodegradáveis. O objetivo é estimular a redução no Brasil do uso das sacolas plásticas, que são nocivas ao meio ambiente.
"O caminho é o incentivo fiscal para as empresas e instituições que estiverem agindo socioambientalmente de uma maneira positiva”, explicou o deputado. “Geralmente, tecnologias como essa [as sacolas ecológicas] são mais caras e, com redução de impostos, podemos tornar os produtos iguais perante o mercado e incentivar que não tenhamos uma poluição tão grande como temos pelo plástico hoje", completou.
A Associação Brasileira de Supermercados firmou um pacto com o governo federal para reduzir em 40%, até 2015, o número de sacolas plásticas usadas no País. O setor apostou no uso das bolsas reutilizáveis, também conhecidas como ecobags, que são vendidas nos próprios supermercados. Porém, a associação avalia que os custos devem ser considerados.
Francischini propôs a realização da audiência sobre o tema e, antes de apresentar o projeto, vai sugerir mais um debate, desta vez com a participação de representantes da indústria de sacolas plásticas. O deputado está preocupado com o impacto na natureza do descarte indevido das sacolas plásticas, caracterizando crime ambiental.

Alternativa ecológica

As sacolas biodegradáveis produzidas a partir do milho poderão ser uma solução tanto para o meio ambiente como para o agronegócio, segundo defenderam participantes da audiência desta quarta-feira. A tecnologia francesa do bioplástico, que já é usada na Europa, na China e na Índia, foi apresentada durante o debate.
Enquanto o plástico tradicional pode demorar até 500 anos para desaparecer na natureza, o bioplástico leva apenas 120 dias. Segundo os fabricantes, o milho representa de 30% a 50% da composição das sacolas biodegradáveis. De acordo com Ricardo Guerra, diretor da empresa Limagrain do Brasil, que estuda implantar uma fábrica do produto no País, a nova tecnologia é uma grande oportunidade para o agronegócio brasileiro.
"Nós temos a possibilidade de agregar valor às matérias-primas no Brasil, que é um grande produtor de milho. Na região de Matopiba — que compreende Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia —, nós podemos expandir nossa produção e aumentar a renda no campo", disse Guerra.A preocupação com a adoção no Brasil da tecnologia, no entanto, ainda é o custo, que pode ser até três vezes maior do que o do plástico tradicional


Fonte: http://www2.camara.gov.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Sacola ecológica feita de cana-de-açúcar: nova opção de embalagem verde

O Grupo espanhol SPhere acaba de lançar a primeira sacola feito de cana-de-açúcar. Isto reduz todas as emissões de dióxido de carbono CO2, devido à contabilização absorvida pela planta durante seu crescimento no seu ciclo de produção.
Segundo o estudo realizado pela PricewaterhouseCoopers Ecobilan, podemos dizer que utilizando a sacola de cana-de-açúcar a redução das emissões de CO2 é de 100%. A pesquisa ainda revela que quase três quartos das pessoas analisadas está disposta a pagar um pouco mais por um saco de lixo ecologicamente correto que não seja prejudicial ao meio ambiente.
Isso não significa que essas fábricas de sacos não emitem dióxido de carbono, mas considerando todo o ciclo de fabricação, do crescimento da cana-de-açúcar até a fabricação do saco, a planta absorve pelo menos a mesma quantidade de dióxido de carbono que é gerada durante a sua produção.
É no centro da cana-de-açúcar que acontece a produção de polietileno, o primeiro bioplástico não poluente reciclável. Além disso, este composto mantém as propriedades típicas de plásticos derivados do petróleo.


Fonte: http://noticias.universia.com.br

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Plástico verde da Braskem será usado na produção de cadeiras para estádio de Amsterdã

A Braskem, o maior produtor de resinas termoplásticas na América e o maior produtor mundial de biopolímeros, estabeleceu uma parceria com o Amsterdam ArenA para fornecer plástico verde para ser usado na produção de cadeiras para o estádio holandês multifuncional. Além dos 52.000 bancos existentes, serão instalados dois mil novos assentos fabricados com plástico da Braskem feito de etanol nos próximos meses. Até o final dos próximos dois anos, todos os 54.000 lugares serão feitos de plástico 100% renovável, usando tecnologia brasileira.
A instalação de "lugares de açúcar" - como são chamados esses lugares - é parte da estratégia para transformar o Amsterdam ArenA em um marco mais sustentável do mundo. O estádio foi inaugurado em 1996, e sua remodelação não afetará negativamente os eventos, como os jogos de futebol entre a Holanda e a Suíça. O projeto de remodelação todo segue as diretrizes de sustentabilidade. Em 2015, o estádio será ecologicamente neutro, não produzindo nenhuma pegada de carbono.
A Braskem produz plástico verde desde setembro de 2010, quando a empresa inaugurou a maior usina do mundo de etileno feito de etanol na cidade de Triunfo (Rio Grande do Sul estado), com capacidade de produção anual de 200 tons de polietileno. Ao contrário do combustível fóssil, o plástico verde apresenta um resultado positivo ambiental: cada tonelada de plástico produzida evita a emissão de 2,5 toneladas de dióxido de carbono (CO2).
"O uso de plástico verde no Amsterdam ArenA está totalmente em consonância com a estratégia da Braskem de se tornar o líder mundial em produtos químicos sustentáveis", disse Marcelo Nunes, diretor de produtos químicos renováveis da Braskem. O projeto do plástico verde, que foi desenvolvido com tecnologia própria da Braskem, recebeu investimentos de R$ 500 milhões. O produto é fornecido a clientes importantes no Brasil e no exterior, como Procter & Gamble, Nestlé, Toyota Tsusho, Natura, Tetra Pak, Danone e Chanel, entre outros.


Fonte:http:// www.braskem.com.br

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Comissão da Câmara Federal vai avaliar novas tecnologias para fabricação de sacolas plásticas

Após São Paulo e Minas Gerais terem proibido neste ano o uso de sacolas plásticas nos supermercados das duas capitais, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara vai realizar audiência pública na quarta-feira (23) para debater com especialistas o uso de novas tecnologias para a fabricação de sacolas biodegradáveis, que podem ser decompostas pelo meio ambiente a curto prazo.
A comissão quer debater ainda o controle e a utilização de embalagens plásticas, e o lixo derivado dessas embalagens que não possuem tecnologia de biodegradação, podendo caracterizar crime ambiental.A preocupação com o impacto na natureza pelo descarte indevido das sacolas plásticas, caracterizando crime ambiental, foi o que levou o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) a propor a audiência sobre a mudança no uso de embalagens não recicláveis no País.
"Queremos chegar ao final de um debate como esse conhecendo novas tecnologias para poder propor um projeto de lei que seja realmente efetivo e, com certeza, ao final, nós queremos chegar a uma proposta que possa ser útil à sociedade no sentido de diminuir na natureza o plástico e o crime ambiental por conseguinte."
Francischini acrescentou que o governo federal ainda não adotou medidas para amenizar o impacto ambiental causado pelo uso descontrolado desse produto. De acordo com o parlamentar, a questão do uso do plástico no Brasil é complexa e abrangente, devido aos altos custos para implementar novas tecnologias de origem vegetal e biodegradáveis a fim de se substituir os danosos polímeros ofertados no País.Francischini explicou que as sacolas plásticas convencionais são compostas por materiais orgânicos que não produzem oxigênio e sim bactérias anaeróbias que formam o gás metano, que é 21 vezes mais prejudicial ao meio ambiente que o gás CO2, desprendido pelas sacolas oxi-biodegradáveis e biodegradáveis.

Tecnologia do bioplástico

Um dos convidados da audiência pública é o diretor da empresa Limagrain do Brasil, Ricardo Guerra, que vai apresentar a tecnologia francesa de fabricação do bioplástico a partir do milho.
Segundo Guerra, a empresa já tem estudos avançados para implantação de uma fábrica no Brasil. "É algo moderno, totalmente diferente de muitas outras tecnologias que são oferecidas no segmento biodegradável no Brasil, porque essa tecnologia a base de milho não deixa nenhum resíduo danoso ao meio ambiente."Já tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 612/07, que obriga o uso de sacolas plásticas oxi-biodegradáveis (OBPs) para acondicionamento de produtos e mercadorias em todos os estabelecimentos comerciais do País.
No Brasil, cada pessoa produz cerca de um quilo de lixo por dia, acondicionado em sacos plásticos que acabam nos aterros, nos rios, nas ruas das cidades. Das 17 bilhões de sacolas plásticas usadas por ano no País, apenas 20% são recicladas.


Fonte: http://www2.camara.gov.br

domingo, 20 de novembro de 2011

Rússia começou a produção de pele biotecnológica

A pele biotecnológica é um material bioplástico nanoestruturado, destinado a proteger e recuperar eficientemente os defeitos de pele e de mucosa, em particular, no caso de queimaduras, traumatismos e úlceras tróficas. Isto foi relatado hoje pelo serviço de imprensa do projeto Zvorikinski – do sistema nacional de inovação da juventude.
A produção de pele biotecnologica foi lançada em uma pequena empresa inovadora, a Biomateria, anexa à Universidade Estatal de Orenburgo. O material, conhecido como Giamatriks, foi criado por cientistas da Universidade em conjunto com especialistas da companhia Nanosintez. O autor da invenção é um dos cientistas da Universidade, Ramil Rakhmatullin.


Fonte: http://portuguese.ruvr.ru

sábado, 19 de novembro de 2011

Novo bioplástico formado por nanoargilas modificadas

Quem nunca viu uma garrafa de plástico flutuando sem rumo no mar? Plásticos costumam permanecer no ambiente durante centenas de anos, o que levou vários grupos de pesquisa a procurar uma solução para o problema.Os plásticos biodegradáveis (especialmente o ácido poliláctico, PLA) criados até agora não eram fortes o suficiente para funcionar como recipientes de líquidos - como leite, suco ou água - porque sua resistência térmica era muito baixa e tinha alto nível de permeabilidade.
O novo tipo de plástico supera esses dois problemas por meio de uma série de nanoreforços incluídos na matriz de plástico e melhora suas propriedades contra líquidos. O desenvolvimento de bioplástico foi realizado pelo Instituto Tecnológico de Transporte, Embalagem e Logística (ITENE) dentro Biopack II, financiado pelo Instituto de Pequenas e Médias Empresas da Indústria Valencia.
Este novo biomaterial é formado por nanoargilas modificadas que tornam o material mais forte e mais resistente à temperatura, reduzindo também a sua permeabilidade a gases. E tudo isso sem perder sua propriedade fundamental: ser biodegradável, evitando possíveis danos ao meio ambiente após o uso.


Fonte: http://noticias.universia.com.br

 

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