domingo, 31 de outubro de 2010

Projeto de universidades da Costa Rica utiliza resíduos de abacaxi e banana para produzir bioplástico


Cientistas das universidades do estado da Costa Rica criaram um bioplástico a partir de resíduos do abacaxi e da banana. Além de ser biodegradável, é compostavel, ou seja seus resíduos são convertidos em adubo ou esterco.O material que está sendo desenvolvido por 10 professores universitários, em colaboração com uma dúzia de estudantes, pode ser comido pelos microorganismos dos ecossistemas.Assim, as enzimas do metabolismo destas bactérias tornam-se substâncias simples como a água, dióxido de carbono e biomassa, que são facilmente assimilados pelo ambiente, sem deixar nenhum resíduo tóxico ou visível.No mercado existem outros plásticos que se dizem ambientalmente amigáveis, tais como os oxi-biodegradáveis.Ele é simplesmente um aditivo que acelera a degradação.No entanto, Roberto Baudrit Vega, um dos pesquisadores do projeto de universidades, que estes plásticos não são realmente biodegradáveis."Realmente eles não são. O material é partido em milhões e milhões de vezes, até a sacola virar pó, mas este pó fica ainda no meio ambiente ", disse Vega, diretor do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (Lanotec).


Fonte:http://www.elfinancierocr.com

sábado, 30 de outubro de 2010

O mercado mundial de composição e processamento dos bioplásticos

Os plásticos biodegradáveis estão se estabelecendo no mercado como materiais alternativos. Composição e tecnologia de processamento estão sendo desenvolvidos para que estes biopolímeros relativamente novos possam ser usados em uma ampla gama de aplicações. Existem muitas questões a considerar, por exemplo, as questões de compatibilidade ambiental dos aditivos que entram nos compostos e como processar os materiais utilizados. Por exemplo, a Clariant International está se concentrando em combinações de aditivos e corantes que mantêm a qualidade "natural" dos materiais, e a Leistritz desenvolveu técnicas para o processamento de compostos poliméricos por extrusão de rosca dupla. A AMI LLC reúne um painel internacional para discutir a utilização rentável dos bioplásticos na conferência Bioplastics Compounding and Processing 2011, que terá lugar dias 29-30 de março de 2011. A palestra será dada por um especialista mundial em bioplásticos, o professor Ramani Narayan.
Inovadoras, as classes de alto desempenho de bioplásticos estão aparecendo no mercado. A NEC Corporation do Japão tem novos materiais para uso em aplicações na sua produção de computadores. A empresa RTP projetou melhorias na composição de seus bioplásticos. O desempenho do produto deve satisfazer os requisitos de aprovação do FDA americano para alimentos e aplicações médicas, a força física em embalagens, eletrônicos e automotivos. Empresas como a Nissei estão desenvolvendo sistemas especiais de moldagem por injeção para processamento, com o ácido poliláctico (PLA). Esta tecnologia foi recentemente introduzida para os EUA e Japão. Na Alemanha a FKuR Plastics tem trabalhado para desenvolver classes de bioplásticos para moldagem por injeção e termoformagem, e nos EUA a NatureWorks formulou um PLA para temperatura elevada e aplicações de alto desempenho.A Techmer PM é outra empresa nesse mercado que desenvolveu compostos PLA para filmes, e moldagem. Enquanto isso, a Gala Industries tem-se centrado na redução do consumo de energia na pelotização de bioplásticos.A Kimberley-Clark estudou a biodegradação com alguma profundidade e os trabalhos mais recentes estão na combinação de polietileno com fécula. Há uma variedade de protocolos de certificação e ensaios para os materiais e produtos de bioplástico, que o comprador e o processador precisam entender para selecionar os compostos e os mecanismos adequados. A Organic Waste Systems (OWS), uma das empresas líderes em testes de compostagem, irá rever as normas, ensaios e certificação mais recentes para a certificação de plásticos compostaveis.
Os Polihidroxialcanoatos (PHAs) são utilizados devido às suas propriedades favoráveis, tais como a biodegradabilidade marinha.A empresa Telles esta envolvida em estudos com a Marinha dos EUA para que o polímero seja utilizado em diversas áreas.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Braskem vai investir US$ 100 mi em nova fábrica de plástico verde

A Braskem anunciou nesta quinta-feira que vai investir US$ 100 milhões (R$ 171 milihões) na construção da segunda planta de resina plástica feita a partir de cana-de-açúcar. A expectativa é de que a planta de polipropileno verde esteja em operação no segundo semestre de 2013, com capacidade para produzir 30 mil toneladas do bioplástico ao ano. Esta será a segunda fábrica de plástico verde da Braskem. No final de setembro, a empresa inaugurou em Triunfo, no Rio Grande do Sul, uma unidade para produzir polietileno feito a partir da planta.
O polipropileno verde terá as mesmas características do produto feito a partir de combustível fóssil. Por ser uma resina mais resistente, o plástico é usado na indústria automotiva para a fabricação de autopeças, como para-choques e lanternas. Ele também pode ser usado em outros produtos, como brinquedos, copos plásticos e carcaças de eletrodomésticos. O polipropileno é segundo plástico mais utilizado no mundo, atrás apenas do polietileno.
O anúncio acontece pouco mais de um mês depois que a petroquímica inaugurou em Triunfo, no Rio Grande do Sul, sua primeira fábrica de plástico verde. Desde o final de setembro, a Braskem está produzindo polietileno a partir de cana-de-açúcar. A planta tem capacidade para fazer 200 mil toneladas de polietileno verde ao ano. Segundo a Braskem, Natura, Tetra Pak, Procter & Gamble e Johnson & Johnson já fizeram encomenda do material.

O plástico verde da Braskem tem a aparência e as propriedades de uma resina plástica comum. A semelhança é tão grande que, para diferenciá-lo, a empresa vai colocar um selo onde se lê "I'm Green" (Sou Verde, em inglês). A diferença está no processo produtivo,que usa a cana-de-açúcar, fonte de energia renovável, para produzir os gases que são usados para fazer o plástico.
Os novos plásticos verdes apresentam uma série de vantagens ambientais em relação aos produtos feitos a partir de combustível fóssil. Estudo realizado em parceria com a Fundação Espaço Eco mostra que, para cada tonelada de polipropileno verde produzida, 2,3 toneladas de CO2 são capturadas da atmosfera durante o plantio da cana-de-açúcar.




quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Plásticos à base de cana brasileira estão começando a substituir o petróleo


Mais de 2,5 milhões de garrafas de plástico parcialmente elaborado a partir de plantas já estão em uso ao redor de todo o mundo em uma tentativa de substituir o petróleo como o bloco básico da produção do plástico diário. A garrafa chamada "PlantBottle" da Coca-Cola é feita dos açúcares presentes na cana-de-açúcar brasileira e substitui o polietileno tereftalato (PET) -comumente usado em garrafas de várias bebidas. Totalmente recicláveis, as garrafas estrearam em 2009 na Conferência do Clima de Copenhague das Nações Unidas.O primeiro passo para a produção desse plástico é a fermentação do etanol da cana-de-açúcar no Brasil. Então, o etanol é exportado para a Índia, onde é processado junto ao dietilenoglicol, ou DEG, que compreende cerca de 30% de uma garrafa PET típica.
O resto é composto de plástico tradicional e derivado do petróleo. "Essa é a matéria-prima mais sustentável, por enquanto", explica o químico Shell Huang, diretor de pesquisas de embalagens da Coca-Cola. "Nossa meta é fazer o plástico 100% a partir de resíduos vegetais", como a lignina e a celulose presentes nas folhas e bagaço da cana.Devido à produção desse novo plástico, mais de 70 mil barris de petróleo foram poupados. "Estamos fazendo a PET a partir de um recurso renovável por isso há uma menor produção de carbono, e podemos tirar partido das infraestruturas existentes para reciclá-lo", explica Huang.Naturalmente, os plásticos à base de plantas apontam para o mesmo problema que os combustíveis à base de plantas, direta ou indiretamente: o impacto sobre a produção de alimentos. Considerando que a fabricação do etanol de cana no Brasil é a energia mais eficiente, o cultivo e a colheita das plantas exigiriam a conversão de grandes áreas em canaviais.
"Em longo prazo, isso poderia se tornar um problema", admite Frederic Scheer, presidente da Cereplast, que planeja lançar um produto à base de algas, além de um biopolímero à base de amido, até o fim de 2010. "Você não pode ter acesso a terra, sem criar pressões sobre o sistema alimentar e ao meio ambiente."Até agora, os bioplásticos só substituíram cerca de 1% das centenas de bilhões quilos de plásticos no mercado global, de acordo com a Lux Research, embora esse porcentual poderá crescer nos próximos anos.
A maioria dos plásticos, como o PLA, não é reciclável, mas sim compostável.É por isso que a Coca-Cola está trabalhando na direção de uma garrafa de plástico 100% à base de plantas. "Não temos um cronograma definido, mas já fizemos um estudo de viabilidade", diz Huang. "É tecnicamente possível fazer um frasco 100% de material vegetal."



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Saco de lixo 30 litros tradicional Bio


Eles são sacos de lixo biodegradáveis feitos a partir de recursos renováveis, como a batata, 100% natural e renovável. Entre todos os vegetais foi escolhido a batata, pois oferece inúmeras vantagens para a produção de bioplásticos como o seu rendimento por hectare em amido, suas propriedades, e odor neutro. O saco de lixo é 100% biodegradável, compostavel, renovável, reciclável e reutilizável. Essas propriedades são garantidas pela EN 13432 e possuem certificado da agência belga Vinçotte e da Agência Alemã Certco Din.Eles têm o mesmo uso como de um saco de polietileno, mas com a diferença de que são biodegradáveis sob condições de compostagem.



terça-feira, 26 de outubro de 2010

Doente recebe primeiro stent biodegradável da Abbott na Grã-Bretanha

Um morador de Leicester foi o primeiro doente cardíaco da Grã-Bretanha a receber um stent biodegradável para tratar o entupimento nas suas veias, avança a BBC Brasil.Shabir Makda, de 52 anos de idade, foi o primeiro paciente a submeter-se à cirurgia para aplicação do novo dispositivo.A cada ano, cerca de 85 mil pacientes têm um stent inserido nas suas artérias entupidas.Esses dispositivos mantêm as artérias abertas e liberam medicamentos para evitar novos entupimentos. O novo stent – feito à base de amido de milho – tem o mesmo papel, mas eventualmente dissolve-se cerca de dois anos depois de a artéria ter sido reparada.Os stents de metal, em comparação, permanecem nas artérias a menos que sejam removidos cirurgicamente.O uso de stents para tratar entupimentos arteriais é hoje um procedimento muito mais comum para tratar angina do que a cirurgia de ponte safena.Os stents normalmente são inseridos na artéria depois de uma angioplastia, uma cirurgia para desobstrução de veias ou artérias.

Primeiro paciente da Grã-Bretanha

Depois de cerca de um ano, quando a artéria já está reparada, o stent começa a dissolver-se, transformando-se em dióxido de carbono e água.O procedimento foi realizado pelo cardiologista Tony Gershlick, do Glenfield Hospital, em Leicester. O cardiologista disse que a operação foi um sucesso e que representava "uma evolução animadora”.“Por enquanto, os testes clínicos ainda estão em andamento, mas acredito que, no futuro, poderemos ver este como um momento chave no modo como tratamos pacientes de doenças coronárias."
Testes promissores
O stent biodegradável é fabricado pela Abbott e está a ser testado em vários países europeus, além da Austrália e Nova Zelândia.A fabricante afirma que, até agora, os resultados dos testes do produto chamado ABSORB são bastante promissores.Num projeto de investigação anterior, alguns pacientes britânicos receberam stents de magnésio, que também se dissolvem com o tempo.O stent biodegradável de amido também libera medicamentos para evitar que a artéria se estreite – um dos problemas associados à colocação de stents.
A British Heart Foundation (Fundação Cardíaca Britânica), afirmou que são necessários pelo menos cinco anos de testes clínicos antes que se possa dizer se os stents biodegradáveis oferecem alguma vantagem sobre os stents de metal.Peter Weissberg, cardiologista e diretor médico da BHF, descreveu a chegada dos stents biodegradáveis como “um movimento apropriado na direcção certa”.Mas afirmou que os novos stents certamente serão mais caros do que os convencionais, e isso levantaria questões sobre se os benefícios compensam o custo extra.




segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Braskem reafirma liderança mundial na produção de biopolímeros na maior feira de plástico do mundo


A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, estará presente na Feira K 2010, evento que acontece em Düsseldorf, na Alemanha, entre os dias 27 de outubro e 3 de novembro. Esta é a 18° edição do evento que figura como o mais importante encontro da indústria de plásticos e borracha e que reúne os principais representantes do setor no mundo. Este ano, a Braskem terá presença de maior destaque ao levar para o público sua tecnologia na fabricação de plástico verde em escala industrial. A empresa assumiu a liderança mundial no mercado de biopolímeros com a inauguração, no final de setembro, de sua unidade industrial de eteno derivado de etanol, em Triunfo (RS), que permite a produção de 200 mil toneladas de polietileno verde por ano.
O projeto havia sido anunciado aos principais players do mundo na última edição da Feira K, em 2007, e se concretizou em tempo recorde. Agora, a Braskem apresenta sua visão estratégica de tornar-se líder global da química sustentável, apoiada em um sólido programa de investimentos em tecnologia e inovação, além de novas capacidades produtivas. “A Braskem tem planos de novos investimentos na produção de plástico verde, respaldada por parcerias internacionais na área de pesquisa e desenvolvimento e por uma indústria brasileira muito avançada de etanol de cana-de-açúcar”, diz Bernardo Gradin, presidente da Braskem. “A demanda dos nossos Clientes e da sociedade por produtos mais sustentáveis, baseados em matéria-prima renovável, é crescente e devemos estar sempre preparados para continuar atendendo às necessidades desse mercado”.
Entre outros Clientes do Brasil e do exterior, a Braskem já fechou parcerias em torno do PE Verde com Procter & Gamble, Natura, Johnson & Johnson, Estrela, Shiseido, Toyota Tsusho, Acinplas, Tetra Pak, Sphere, Cromex e Petropack, o que demonstra a versatilidade de aplicação do material em diversos segmentos da indústria. Em linha com o objetivo de se tornar líder global em química sustentável, a Braskem também destacará a evolução de seu desempenho em ecoeficiência, saúde e segurança no trabalho, que a colocam como referência na indústria química mundial. Em 2009 a empresa alcançou os melhores indicadores específicos (por tonelada de produto) nessa área desde sua fundação, em 2002.
Nesse período, apoiada em programas de melhoria contínua em Saúde, Segurança e Meio Ambiente, conseguiu reduzir em 61% a geração de resíduos sólidos; apresentou redução de 12% no consumo de energia; de 19% no consumo de água; de 40% o volume de efluentes líquidos; além de reduzir em 13% a emissão de gases efeito estufa (em relação a 2008, neste caso). Além disso, será a primeira participação da Braskem em um grande evento do setor após as aquisições dos ativos de polipropileno da Sunoco Chemicals, nos Estados Unidos, e da Quattor, no Brasil. Nesse contexto, o encontro será uma oportunidade de reforçar a presença global da companhia. Em contribuição à estratégia de internacionalização, a Braskem planeja a abertura de novos escritórios.
No início de outubro foi inaugurada sucursal na Colômbia e, ainda este ano, estão programadas a abertura de mais um escritório em Cingapura e uma sucursal em Lima, no Peru, responsável pelo desenvolvimento de novos e importantes projetos petroquímicos na região. Os novos escritórios permitirão ampliar a atuação direta da companhia, que já está presente nos Estados Unidos, Holanda, Argentina, México e Venezuela, entre outros.



domingo, 24 de outubro de 2010

Coca Cola aumenta o uso de plástico verde em suas garrafas


A Coca-Cola utiliza desde o ano passado garrafas que possuem na sua composição plástico verde proveniente da cana de açúcar. Nos Estados Unidos, Canadá, México, países do Norte da Europa, Japão e Brasil já contam com esta mudança. A empresa anunciou que pretende colocar 2,5 bilhões de garrafas em circulação este ano e espera dobrar esse número em 2011.
Além do grande número de engenheiros, pesquisadores e outros especialistas que participaram do desenvolvimento deste frasco "sustentável", a Coca-Cola tem procurado apoio do WWF para os seus objetivos comerciais que permanecem consistentes com as questões ecológicas.
Apenas 30% das garrafas de PET não são de plástico derivado de petróleo, no entanto, a marca pretende encontrar formas de melhorar o desempenho e sucesso na produção de uma garrafa 100% recicláveis e neutro em carbono. Uma meta que exigirá um investimento pesado em pesquisa e desenvolvimento.
Enquanto isso, no resto da Europa, África e Ásia em breve serão capazes de apreciar as virtudes da nova garrafa. Será interessante para todos os consumidores estar cientes de que, uma vez vazia, ela vai ter uma segunda vida.



sábado, 23 de outubro de 2010

A Stonyfield Farm torna-se ainda mais verde, muda suas bandejas para o bioplástico

Em New Hampshire, EUA, o fabricante de iogurte Stonyfield Farm, acaba de anunciar que irá mudar a sua bandeja de iogurte por uma de bioplástico, compostavel a base de milho. E vão ainda mais, irão incentivar o plantio de milho não-transgênico para acomodar a quantidade de milho necessária para fazer a nova embalagem.
O novo bioplástico irá substituir os plásticos baseados em petróleo tradicional e será usado para o YoBaby Stonyfield, YoKids e O'Soy.Este bioplásticos são elaborados de um material derivado do milho chamado ácido poliláctico (PLA).Para manter a quantidade de milho necessário para a produção do bioplástico a Stonyfield está trabalhando com o Institute for Agriculture and Trade Policy's em um Programa que irá pagar um prêmio aos agricultores que cultivarem milho GMO-free para ser usado nos bioplástico.
O bioplástico pode reduzir as emissões de carbono em 48% ao longo do seu ciclo de vida, além disso, os bioplásticos são biodegradáveis, ao contrário do plástico comum, que leva anos para se degradar.



Fonte:http://www.organicauthority.com/

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Nos EUA foram instalados os primeiros tubos de instalações de gás natural de alta pressão produzidos com biomateriais

Os primeiros tubos de gás natural feitos de Rilsan PA11 ®, uma poliamida de alta performance de origem renovável, foram instalados recentemente nos Estados Unidos em dois locais (com 1,2 milhas e 10,5 cada) Os tubos de PA11 irão substituir os anteriores de aço que estavam corroídos e o PA11 foi escolhida uma vez que requer muito pouca manutenção, enquanto o custo de instalação é comparável aos de tubos de aço.
A Rilsan ® PA11 é a primeira resina poliamida de alta performance permitida pelas autoridades dos EUA em sistemas de tubulação de alta pressão de distribuição de gás natural.
Nos Estados Unidos, o mercado de distribuição regulada de gás opera normas de segurança muito rigorosas. Depois de mais de 10 anos de pesquisa e análise em laboratório, a Arkema'sRilsan ® PA11 é a primeira poliamida de alta performance a ser autorizada para os gasodutos de transporte de gás natural em alta pressão: em dezembro de 2008, o Departamento de Transportes dos EUA permitiu o Rilsan PA11 ® ser usado em tubos de até 4 polegadas de diâmetro em pressões operacionais de até 14 bars.
Os tubos elaborados com a Rilsan ® PA11 oferecem todas as vantagens de instalação e custo do polietileno convencional. Os custos de instalação são reduzidos graças a técnica e a possibilidade de uso dos sistemas de conexão mais comum. A Rilsan ® PA11 apresenta mais duas vantagens: elimina a necessidade de um sistema de proteção catódica caro, ao contrário do aço, sem risco de vazamentos por corrosão e tanto os custos de operação e manutenção permitem uma redução significativa. Os tubos de ® PA11, portanto, oferecem a melhor técnica e possui economicamente uma solução para substituir o aço ou tubos de ferro fundido danificados.
Finalmente, a Rilsan PA11 ® é 100% de origem renovável, combinado com o RcycleTM,o programa Arkema de reciclagem de polímeros técnicos, deve apelar para os intervenientes no mercado dedicados à concepção ecológica.




quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Cardia bioplásticos recebe certificação para seu plástico biohibrido

Cardia BioHybrid combina termoplásticos renováveis com poliolefina


A Cardia Bioplastics recebeu na Europa e nos EUA a certificação para os produtos moldados por injeção feita a partir de seus materiais biohibridos. Isto decorre da aprovação de sua película flexível de múltiplas camadas, um produto criado em 2009.
"Nossa capacidade de oferecer produtos para embalagens rígidas e flexíveis, com alta performance, forte perfil ambiental e rentabilidade, faz da tecnologia Cardia BioHybrid um pacote atraente para a indústria global de alimentos", disse o diretor Frank Glatz.
"Esta evolução permite que os clientes obtenham com segurança, embalagens mais sustentáveis. A injeção de produtos moldados com Cardia BioHybrid e filmes multicamadas oferecem soluções de marketing para as embalagens com uma verdadeira vantagem competitiva para seus produtos ", acrescentou.




quarta-feira, 20 de outubro de 2010

OIA defende diversificação do setor sucroenergético para reduzir risco

O diretor executivo da Organização Internacional do Açúcar (ISO), Peter Baron, defendeu hoje, durante a conferência Datagro, um maior investimento na diversificação da produção do setor sucroenergético no Brasil e no mundo. Segundo ele, quanto mais diversificado o setor, mais protegida contra a volatilidade dos preços do açúcar a empresa estará. Neste processo, Baron acredita que os governos precisariam mudar o foco de seu apoio, de combustíveis fósseis para os renováveis. "No Brasil, por exemplo, os subsídios para a indústria do petróleo são dez vezes superiores aos dados aos renováveis", explica. No mundo, enquanto os combustíveis renováveis recebem investimentos de US$ 45 bilhões, os fósseis recebem US$ 500 bilhões.
Mesmo assim, as receitas com etanol estão crescendo nos países produtores. Baron informa que, no Brasil, o faturamento com as vendas de etanol deve somar, em 2010, US$ 12,5 bilhões ante US$ 10 bilhões em 2009. Além do etanol, Baron citou oportunidades de diversificação também na cogeração de energia através da biomassa e da produção de produtos bioquímicos a partir da cana. Para o Brasil, Baron estima que a potencial para produzir bioeletricidade do bagaço saia de 12 mil MW em 2010/11 para 28 mil MW em 2018/19. Segundo ele, contudo, a capacidade instalada em 2010/11 é de apenas 6 mil MW, devendo atingir 21 mil MW em 2018/19.
"O potencial da cogeração é enorme e apenas 15% de seu potencial foi explorado até o momento. Baron disse também que o Brasil é o país onde se paga menos pela energia de cogeração, apenas 8,5 cents por kWh. Em países como a India e o Quênia, o preço pago é de 11 cents por kWh. O executivo disse também que a cana-de-açúcar pode ocupar uma fatia de 20% para fornecer matéria-prima para a fabricação de bioplásticos. "Estes novos mercados têm condições de absorver os superávits de açúcar e etanol e tornar o mercado mais eficiente. Diversificando a produção, o setor irá se tornar mais seguro e mais competitivo", afirma.



terça-feira, 19 de outubro de 2010

Natura reduz produção de resíduos com a política dos refis


Com políticas sempre voltadas para a utilização sustentável dos recursos naturais, a Natura dá mais um passo em direção à redução de geração de resíduos e a consequente redução de emissões de gases geradores de efeito estufa.
Agora, os refis de sabonete cremoso para as mãos de Erva Doce e os sachês para refis dos hidratantes corporais Tododia são produzidos com plástico verde. Trata-se de um polietileno verde certificado que possui propriedades idênticas às do plástico petroquímico. A prática reduzirá em 83% o uso de plástico, em 97% a produção de resíduos e em 77% a emissão de gases responsáveis pelo aquecimento global, em comparação à embalagem original.



segunda-feira, 18 de outubro de 2010

BASF prevê expansão da sua capacidade de produção de bioplástico para final de 2010


A BASF tem fornecido plásticos biodegradáveis para a fabricação de filmes e outras aplicações durante muitos anos sob a forma de Ecoflex ® e Ecovio. A expansão da capacidade de 60.000 toneladas métricas da planta Ecoflex em Ludwigshafen está prevista para o final de 2010 para atender à demanda de mercado crescente. "A BASF tem optado por plásticos biodegradáveis que são totalmente biodegradáveis e compostaveis, em conformidade com as normas, como a norma européia EN 13432", disse Jürgen Keck, chefe da divisão global de plásticos biodegradáveis da BASF em Ludwigshafen. "Esses padrões são importantes, do nosso ponto de vista. Eles exigem certas características ambientais que nossos produtos podem oferecer ".




domingo, 17 de outubro de 2010

Melhores padrões são necessários para as ações com os bioplásticos

Os bioplástico trazem benefícios potenciais, tanto no início como no final de suas vidas. De um lado, eles são feitos com matéria-prima que não é derivada do petróleo e normalmente são culturas não-alimentares e resíduos. No outro extremo, podem ser compostados e em algumas configurações fornecer energia.
Um grande desafio é que na fase final de vida alguns tipos de bioplásticos não encontram infra-estrutura adequada para a sua eliminação e existe uma falta de normas para a compostagem, tópicos que foram discutidos no recente webcast da GreenBiz.com
"A New Life for Plastics: End-of-Life Solutions in the Age of Greener Materials."
Kelly Lehrmann, um consultor do fabricante de bioplástico FKuR Plastics Corporation, disse que há cerca de 50 instalações em que os EUA aceitam sacos compostaveis e 44 que aceitam materiais de serviço do setor de alimentos como utensílios e copos.
"Atualmente, os bioplásticos não são muito bem-vindos no fluxo de reciclagem", disse ela. "Os recicladores estão tendo muita dificuldade para separá-los."
O principal método de eliminação para os bioplásticos é a compostagem, mas instalações de compostagem têm diferentes tempos de rotação e temperatura, por vezes, diferem das normas como a ASTM D6400, especificação para plásticos compostaveis em instalações municipais e industriais de compostagem.
Mais ainda, não existe um padrão para a digestão anaeróbia, um processo que utiliza microrganismos em um ambiente livre de oxigênio para degradar materiais, disse Robert Whitehouse, diretor de desenvolvimento de aplicações para bioplástico do fabricante Metabolix.
"A digestão anaeróbia é uma operação importante porque fornece um combustível para o funcionamento do mecanismo, e coloca a energia de volta na grade", disse ele. Outros métodos de compostagem perdem essa energia, mas ainda criam composto.
Com a falta de normas que correspondem à maneira como as instalações são operadas, compostores são cautelosos em aceitar os bioplásticos, uma vez que não querem lidar com “contaminantes”, nem querem desacelerar suas operações para atenderem possivelmente mais degradantes necessários para os bioplásticos.
O cientista de química verde da
UL Environment William Hoffman disse que a UL Environment está analisando a melhor forma de combinar métodos de ensaio para os produtos com as reais condições de compostagem, a fim de ajudar a tornar mais fortes as reivindicações da compostagem.
Por hora a
UL Environment está trabalhando com os fabricantes para supervisionar os testes de laboratório para validar as reivindicações de biodegradabilidade com base nos métodos de ensaio utilizados, mas ainda existe a falta de um padrão global para usar quando algo irá se biodegradar em um digestor anaeróbico.



sábado, 16 de outubro de 2010

Estudo afirma que a produção de bioplásticos irá crescer 41,4% ao ano até 2015

De acordo com a última pesquisa da MarketResearch.com, o bioplástico vai crescer a um ritmo significativo nos próximos cinco anos. A utilização total mundial de bioplásticos é avaliada em 571.712 toneladas métricas em 2010. Esse uso deve crescer a uma taxa de 41,4% de crescimento anual composta (CAGR) de 2010 a 2015, atingindo 3.230.660 toneladas em 2015.
Em 2010, o pronto acesso a culturas como soja, milho e cana de açúcar nos Estados Unidos foi direcionado fortemente para os bioplásticos.O uso de bioplástico pelos norte-americanos é estimado em 258.180 toneladas métricas em 2010 e é esperado um aumento de 41,4% com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) alcançando 1.459.040 toneladas em 2015.
O uso dos bioplásticos teve um início mais rápido na Europa do que nos Estados Unidos.De acordo com as últimas pesquisas o uso dos bioplásticos na Europa está estimado em 175.320 toneladas métricas em 2010 e espera-se aumentar em 33,9% com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) atingindo 753.760 toneladas em 2015.




 

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