segunda-feira, 30 de abril de 2012

Sacolas 'biodegradáveis' de Belo Horizonte usam mesmo plástico que as convencionais

Sacolas 'biodegradáveis' de BH usam mesmo plástico que as convencionais Há um ano o comércio de Belo Horizonte oferece sacolas biodegradáveis, que não agridem o meio ambiente. Mas um teste mostrou que o plástico de muitas delas continua igual ao usado antes.Parecia a solução perfeita. Há um ano o comércio de Belo Horizonte oferece sacolas biodegradáveis, que não agridem o meio ambiente. Mas um teste mostrou que o plástico continua igual ao usado antes.Nos supermercados, os consumidores usam sacolas de papel, retornáveis e caixas de papelão, mas muitos clientes ainda não se adaptaram e estão roubando cestinhas. Em um supermercado, desde 4 de abril, 200 desapareceram.
Em Belo Horizonte, há um ano, as sacolinhas de plástico foram eliminadas. O comércio oferece a de material biodegradável por R$ 0,19 cada uma. Mas o produto que o consumidor está comprando pode não ser tão bom para o meio ambiente quanto parece. Foi o que constatou uma pesquisa de qualidade dos produtos feita por universitários.Os alunos recolheram 100 sacolinhas em diferentes pontos comerciais. A maioria traz a informação de que o plástico vai se decompor em até seis meses, mas, conforme os testes feitos no laboratório de um centro universitário, nem todas elas se degradaram nesse prazo.Em um equipamento de infravermelho, é possível fazer a impressão digital do material que compõe as sacolas. 
“Aqui está falando que a embalagem é biodegradável, mas não é biodegradável. Você pega uma sacola de um ano atrás que não estava na lei, e o gráfico é o mesmo dessa sacola que está sendo comercializada atualmente”, afirma o professor de química Luciano Emerich.Outros testes foram feitos colocando o plástico na terra, na água e no ar para sofrer a ação dos microorganismos que existem no meio ambiente.“O que deveria a acontecer é que essa sacolinha começaria a ser utilizada como nutriente pelos microorganismos do meio ambiente. Então, essa sacolinha seria aos poucos digerida, algumas partes sendo corroídas até a decomposição total, a destruição total do plástico”, explica a professora de microbiologia Gabriela Froes.“A maioria, 64%, continua sendo a mesma sacola convencional que demora aproximadamente 400 anos para se degradar”, destaca o aluno Iago Soares, de engenharia ambiental. 


Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br

sábado, 28 de abril de 2012

Plástico Verde da Braskem será usado no Ecomotion 2012

Em parceria com a Braskem, o evento Ecomotion irá substituir os caiaques comuns por novos produzidos com plástico de origem renovável – feitos a partir do etanol da cana-de-açúcar. A petroquímica forneceu cinco toneladas de resina para a produção de 100 caiaques de Plástico Verde, que serão usados durante os cinco dias de evento, que acontece de 11 a 20 de maio, na Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Os barcos estarão estampados com a marca da Braskem e o selo “I’m green™”, que identifica os produtos feitos com esta tecnologia.Conhecida como Plástico Verde, esta resina é fabricada pela Braskem ,a maior produtora mundial de biopolímeros, e é reconhecida mundialmente por aliar os benefícios e propriedades do plástico tradicional à sustentabilidade. 
Seu diferencial mais importante é a capacidade de contribuir para a redução do efeito estufa: para cada tonelada produzida, são capturadas e fixadas até 2,5 toneladas de gás carbônico (CO2) da atmosfera. A Braskem produz em escala comercial o plástico verde desde setembro de 2010, quando inaugurou em Triunfo (RS) a maior unidade industrial de eteno derivado de etanol do mundo, permitindo a fabricação de 200 mil toneladas de polietileno verde por ano.A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. Com 35 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha, a empresa produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. Com a inauguração de sua fábrica de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar, com capacidade anual de 200 mil toneladas, tornou-se a maior produtora de biopolímeros do mundo. 


Fonte: http://www.revistafator.com.br

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Casca de ovo será utilizada para produzir embalagens de alimentos

A casca do ovo pode ter uma nova utilidade. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Leicester, Reino Unido, se concentra em dar um novo valor para esta parte do ovo e encontrar novos usos, tais como a criação de um biomaterial para a fabricação de embalagens. Estes recipientes seriam biodegradáveis, como aqueles feitos com a pele de azeitonas, de milho, amido de trigo ou de lácteos. Transformar as cascas de ovos em um material adequado para embalagens de alimentos é o alvo de um grupo de peritos da Universidade de Leicester. 
Hoje, as cascas de ovo são consideradas um resíduo na produção de alimentos, um desperdício que os especialistas britânicos querem acabar.Enquanto a casca do ovo é classificado como um resíduo pela indústria de alimentos, os especialistas afirmam que é um "composto muito sofisticado." A pesquisa tem como objetivo fazer com que as cascas de ovos sejam transformados em bioplástico para embalagens de produtos alimentícios, e até mesmo materiais para construção ou para a indústria farmacêutica.A Associação Espanhola de Produtores de Ovos (ASEPRHU) defende a reutilização da casca do ovo como uma alternativa não-alimentar, que passa pela criação de embalagens eco-friendly feitas com carbonato de cálcio e polímeros utilizados como agentes. 


Fonte: http://www.consumer.es

domingo, 22 de abril de 2012

A FLOS será a primeira empresa no mundo a usar bioplástico revolucionário criado pela bio-on

A empresa FLOS irá mostrar ao mundo o primeiro produto feito com o bioplástico PHAs 100% biodegradável naturalmente em água. O responsável pelo primeiro teste deste material revolucionário na criação de um objeto foi o design Philippe Starck que projetou em 1991 um abajur que se transformou em um ícone do design de iluminação. Ele combinou criatividade, experiência e a inovação da empresa bio-on,que possui exclusividade da tecnologia para produzir o bioplástico PHAs. O biopolímero PHAs é revolucionário porque é derivado da produção de resíduos de beterraba e cana de açúcar (assim não tem qualquer impacto sobre o ciclo alimentar) não requer a utilização de solventes orgânicos, é completamente biodegradável no solo e na água e tem um desempenho excepcional. 
A tecnologia está disponível a nível mundial e com a gama de biopolímeros desenvolvidos pela bio-on você pode executar uma grande variedade de objetos em todos os setores onde o plástico é usado atualmente. ""Temos o prazer de entrar neste novo desafio do futuro '", disse Piero Gandini, presidente e diretor executivo da FLOS "'.Estamos ansiosos para continuar com os testes em outros produtos e materiais para levar a cabo o mais rapidamente possível um ponto de viragem na atenção e produção industrial voltada para o meio ambiente ,eles representam uma revolução total na relação da massa do produto-meio ambiente”. 


Fonte: http://www.eleconomista.es

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Tecnologia pode baratear plásticos biodegradáveis

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (UFSCar), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), desenvolvem materiais poliméricos capazes de baratear os polímeros biodegradáveis disponíveis no mercado e dar origem a diversas soluções nas áreas de medicina e ambiente.Segundo a professora da UFSCar e coordenadora do projeto, Rosario Elida Suman Bretas, a combinação de partículas nanométricas, pode diminuir a quantidade de polímero biodegradável, com redução do custo de fabricação.
"A combinação de nanopartículas com a matriz polimérica confere melhores propriedades mecânicas, ópticas e de transporte ao plástico final. Melhorando suas propriedades mecânicas e de transporte e mantendo a capacidade de mais rápida degradação em comparação com os polímeros tradicionais", diz Rosario.Além de tornar produtos mais baratos, a pesquisa com os poliméricos nanoestruturados demonstra que eles são mais viáveis para serem utilizados como embalagens, apresentando, quando necessário, a transparência necessária que os outros polímeros não alcançam. Outras possíveis aplicações desses novos materiais são na medicina, para o desenvolvimento de nanofibras poliméricas que servem de suporte de crescimento e diferenciação de células-tronco.
"O plástico tem proporcionado saídas espetaculares em certas áreas como a medicina devido ao fato de a maior parte dos polímeros ser biocompatível com o corpo humano", explica Rosario.Na área ambiental, uma das possibilidades de aplicação dos sistemas poliméricos nanoestruturados está em sensores para medir pH (acidez). Os pesquisadores acabaram de desenvolver um tecido com essa finalidade, composto pela incorporação de polianilina (um polímero que muda de cor de acordo com a condutividade) na forma nanométrica disperso em outro polímero, a poliamida 6 (náilon)."Estamos desenvolvendo esses produtos em escala de laboratório e ainda deverá levar um tempo para serem produzidos em escala industrial", diz Rosário. 


Fonte: http://invertia.terra.com.br

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Segundo Congresso Mundial sobre PLA

Segundo Congresso Mundial de PLA (ácido poliláctico), organizado pela Editora Polymedia terá lugar em Munique, de 15 e 16 de Maio. O PLA é uma matéria-prima versátil para bioplásticos que é produzida a partir de fontes renováveis.Ele é amplamente utilizado na produção de embalagens, e em outros setores, como eletrônica automotiva e de consumo que também estão investigando sua aplicação. 
No Congresso Mundial de PLA, especialistas de diversas áreas oferecem seu conhecimento das oportunidades existentes e restrições para todas as aplicações do PLA . No Congresso serão discutido os últimos desenvolvimentos, análise de mercado, propriedades, aditivos / corantes, barreiras, aplicações de reforço,e as opções de descarte do PLA. 

 Fonte: http://www.mundoplast.com

sábado, 14 de abril de 2012

Empresa catarinense C-Pack produz bisnaga de bioplástico

Produzida com uma resina oriunda do milho, a bisnaga biodegradável se decompõe em 180 dias, em condições de compostagem. O ganho ambiental é consistente, tendo em vista que a maioria dos polímeros utilizados atualmente demora mais de 100 anos para desaparecer na natureza.A inovação colocou a C-Pack na vanguarda, tornando-se a primeira indústria brasileira a lançar bisnagas biodegradáveis para cosméticos. O desafio dos técnicos do SENAI foi grande. Eles tiveram que desenvolver um composto que não interagisse quimicamente com o produto cosmético que vai embalar. 
A fórmula encontrada não provoca alterações estéticas e funcionais da bisnaga.Os consultores do SENAI de Criciúma participaram do desenvolvimento do produto e das adaptações do processo produtivo, já que a resina biodegradável possui comportamento mecânico diferente das demais matérias-primas utilizadas. "A C-Pack sempre contou com o SENAI em meios estratégicos de desenvolvimento técnico e tecnológico", afirma o presidente Luiz Gonzaga Coelho. 

 Fonte: http://www.c-pack.com.br/

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Empresa portuguesa de bicicleta produz Squeezes para ciclistas em bioplástico Apinat

A empresa portuguesa de bicicleta Polisport desenvolveu um Squeeze com plástico biodegradável a partir de fontes renováveis. O bioplástico utilizado no fabrico da garrafa é o Apinat da fabricante italiana API. O Apinat pode ser usado para substituir os plásticos mais tradicionais no mercado. No caso do Squeeze da Polisport,o Apinat se comporta como uma poliolefina adequada para o contacto com alimentos (tais como PE ou PP), mas com uma vantagem distinta, porque se decompõem sob as condições de compostagem controlada.O Apinat é certificado como biodegradável em ambientes aeróbios, de acordo com a EN 13432, a EN 14995 e americana ASTM D6400. Além disso, por ser de fontes renováveis o Apinat reduz as emissões de CO2. A Polisport já produziu milhares de Squeezes biodegradáveis em máquinas de moldagem por sopro de extrusão normais, sem ser necessário, adapta-las. 

 Fonte: http://www.mundoplast.com

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Novo plástico é capaz de cicatrizar como a pele

Um engenheiro norte-americano, da Universidade do Sul do Mississippi, em Hattiesburg, desenvolveu um material capaz de imitar a pele humana, ou seja, plásticos capaz de "sangrar e cicatrizar quando cortado ou arranhado”. O projeto de Marek Urban, financiado pelo Departamento de Defesa norte-americano, foi apresentado numa reunião da Associação Americana de Química (American Chemical Society – ACS). O material é semelhante ao plástico – um polímero baseado em longas cadeias de átomos de carbono –; no entanto, a essas cadeias, Urban acrescentou pequenos elos moleculares, que se quebram e mudam de forma quando o plástico sofre danos. 
Essa alteração promove a mudança de cor, uma mancha vermelha (que imita sangue) se forma em redor da zona afetada e indica onde existe um problema. A auto-reparação pode ocorrer diversas vezes. O material é mais amigo do ambiente do que os outros plásticos, uma vez que o processo de produção tem como base a água, em vez de ingredientes tóxicos. No entanto, a grande questão é: Para que serve? Este composto pode servir para substituir materiais que precisam ser duráveis, mas se desgastam com o tempo, tal como automóveis, aviões, móveis, computadores, entre outros. 


 Fonte: http://www.cienciahoje.pt

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Fabricantes de bioplásticos estão desenvolvendo processos de reciclagem para seus produtos

Embora os bioplásticos ainda sejam uma parte muito pequena do fluxo de resíduos de plástico, alguns fabricantes estão conversando com empresas de reciclagem sobre o desenvolvimento de processos de reciclagem para os seus produtos. A NatureWorks, por exemplo, está trabalhando com a Associação de Recicladores de plástico pós-consumo para ajudar a desenvolver processos de reciclagem mecânica e química para seus materiais Ingeo, SteveDavies, diretor global de marketing e relações públicas , disse que plásticos baseados em petróleo são um grande problema em aterros sanitários. 
Se for deixado sem tratamento, eles não são biodegradáveis por um longo tempo. E se não forem reciclados ou convertidos em combustível ou eletricidade, a energia que eles contêm é desperdiçado. As estimativas de quanto de plástico vai para aterros varia dependendo de quem está medindo, mas de acordo com a EPA, apenas 12 por cento dos plásticos dos Estados Unidos foram reciclados em 2010.Os Bioplásticos em fim de vida são compostados ou reciclados, dependendo do seu uso. "A compostagem de bioplástico transformando-os de volta para CO2 e a água , fecha o ciclo do berço ao berço, mas não da uma oportunidade para o re-uso", disse Davies. 
"Isso faz sentido, em embalagens de alimentos e de fast food. Como ninguém classifica o desperdício de alimentos a partir dos resíduos de plástico para reciclagem, tudo vai para o aterro de qualquer maneira, onde os materiais compostáveis podem biodegradar. Muitos fabricantes de alimentos serviceware agora tem uma versão compostável . "Os bioplásticos duráveis não são recicláveis, e são mais difíceis de reciclar do que os bioplásticos de uso único , Kent Furst, analista da indústria para o Freedonia Group, disse em uma entrevista. "Primeiro, eles são muitas vezes feitos por adição de agentes de reforço e enchimentos, e estes podem interferir com o processo de reciclagem. 
Em segundo lugar, por vezes, o bioplástico é feita durável ao ser misturado com plásticos convencionais, e torna-se difícil separar os materiais para reciclagem. "Na verdade, a maioria dos plásticos de alto desempenho são difíceis de reciclar, bio-baseada ou não, por causa do potencial de contaminação, que pode reduzir drasticamente as propriedades desejáveis para a resina reciclada." Essas orientações para o tratamento especial e processamento devem ser disponibilizados para os recicladores. Alguns fornecedores de bioplástico duráveis estão enfrentando esses problemas, por isso estão fornecendo as informações relevantes para seus clientes do processador." 

Fonte: http://www.designnews.com

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Louça feitas de bioplástico

Na temporada de verão , o desejo de aproveitar os belos dias imersos na natureza, você sabe, é irresistível, principalmente quando organizar uma viagem com alguns bons amigos para apreciar a beleza de uma sala ou um jantar ao ar livre, talvez, permitir-se um churrasco com os amigos. No entanto, muitas vezes faz-se uso de pratos de plástico, mas agora, você pode comprar louças biodegradáveis, feitas de bioplástico, e fazer uma mudança nos seus passeios ecológicos.
Feitos a partir do amido de milho e outros tipos de cereais, os pratos de bioplástico são perfeitamente biodegradáveis, ao contrário dos poluentes, feitos a partir de petróleo, cuja decomposição requer até 1000 anos, em comparação com alguns meses daqueles de bioplástico, perfeitos para a inclusão na compostagem. Além disso, os pratos de bioplástico ajudam a regenerar a terra, sem custos adicionais para a eliminação e também permitir-lhe apreciar o sabor dos alimentos inalterados ... Bem, os pratos são bons para o meio ambiente e até mesmo para o apetite! 


Fonte: http://www.ricettepercucinare.com

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O bioplástico de amido de batata como nova alternativa ambientalmente amigável do Peru


Engenheiros criadores de bioplástico da fécula de batata da Pontifícia Universidade Católica do Peru começaram em fevereiro de 2011 a caracterização mais eficiente de amido para alcançar um bioplástico rentável e sustentável permitindo a sua industrialização no futuro. O Peru tem mais de 3 000 variedades de batatas, mas poucos são ideais para o cultivo.O que mais surpreendeu os especialistas foi o de encontrar uma alternativa de uso para este e outros produtos agrícolas.O Peru não produz matérias-primas para a indústria de plásticos e o grande desafio para atingir a industrialização de bioplástico é criar uma unidade de processamento do amido.
"O que é necessário é que os investimentos irão produzir amido de fécula e é um pouco mais fácil o próximo nível da indústria, que é produzir matéria-prima para os bioplásticos de amido", diz o estudo."Como no passado a batata peruana salvou o mundo da fome", o futuro poderia ser a melhor opção para salvar o planeta da poluição e criar novos empregos no setor agrícola, afirmam os criadores do projeto. 


 Fonte: http://www.lagranepoca.com

sábado, 31 de março de 2012

Especialistas alertam sobre diferenças entre os materiais biodegradáveis e os causadores de danos ao meio ambiente e à saúde

Consumidor deve estar atento à composição de embalagens desde o momento da compra até o final de sua vida útil.No momento em que se discutem novas alternativas às embalagens de compras, muitas denominações de materiais tidos como sustentáveis têm sido divulgadas. No entanto, boa parte destas matérias-primas é nociva ao meio ambiente e à saúde da população. Ao longo da PlastShow 2012 - feira e congresso bianual que reunirá os transformadores de plástico e toda a cadeia do setor, de 10 a 13 de abril no Expo Center Norte, em São Paulo - a Associação Brasileira de Polímeros Biodegradáveis e Compostáveis (Abicom) promoverá uma série de discussões para o esclarecimento do consumidor.
Segundo a presidente da Abicom, Varuska Rigolin, o objetivo é fazer com que mais pessoas conheçam e saibam diferenciar quais produtos possuem embalagens realmente sustentáveis e a melhor forma de efetuar o descarte dos diferentes tipos de materiais. “É importante avaliar a matéria-prima que acondiciona o que será consumido, evitando riscos de contaminação por componentes nocivos à saúde. E também é preciso conhecê-la para tratar o resíduo da maneira correta, evitando gerar lixos sólidos que se acumulem e prejudiquem o meio ambiente. 
A busca da sustentabilidade não é só responsabilidade da cadeia do plástico ou do consumidor. A solução passa por todos nós”, destaca.Embalagens produzidas com matérias-primas biodegradáveis e compostáveis são aquelas cuja desintegração pode ocorrer no prazo máximo de 180 dias -- de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) NBR 15448-1 e NBR 15448-2 --, e não deixam pedaços visíveis com mais de dois milímetros. Quando submetidas a um processo de compostagem por mecanismos naturais, transformam-se em nutrientes para plantas sem transferir tóxicos para o ecossistema natural. 
Já quando utilizados como saco de lixo orgânico, plásticos biodegradáveis compostáveis auxiliam na separação limpa e coleta desses resíduos, propiciando um descarte adequado, reduzindo assim a fração dos detritos destinada a aterros e a emissão dos gases de efeito estufa. O consumidor deve estar atento a termos como "degradável", "oxi-degradável" ou "oxi-biodegradável", que por vezes são usados para promover os produtos feitos de plásticos tradicionais, contendo aditivos específicos. 
Estes não são “biodegradáveis compostáveis", e podem conter acúmulo de metais pesados e outros ecotóxicos que entram na cadeia alimentar e podem afetar a qualidade de vida e bem estar das pessoas.O uso do termo “biodegradável” só é válido desde que seja comprovada a biodegradação do produto em um determinado espaço de tempo, sob ação de microrganismos em ambiente propício, como o encontrado em usinas de compostagem, e qualquer forma de aditivo apresentada para esse fim é uma armadilha ao consumidor que deverá ficar alerta. 




 Serviço: PlastShow 2012 
Data: 10 a 13 de Abril de 2012 
Local: Expo Center Norte - Pavilhão Azul 
 Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 - São Paulo, Capital 
Horários: Feira: 12h às 20h, com entrada franca Congresso: 09h às 18h, mediante inscrição 
Promoção: Aranda Eventos 
Telefone (11) 3824-5300 
E-mail: plas...@arandanet.com.br 
Web site: www.arandanet.com.br

terça-feira, 27 de março de 2012

Braskem estreia na maior feira de plástico dos Estados Unidos

A Braskem, empresa líder das Américas em produção de resinas termoplásticas e maior produtora mundial de biopolímeros, estará presente na National Plastics Exposition (NPE) 2012, evento que acontece em Orlando, nos Estados Unidos, entre os dias 1º e 5 de abril, e é considerada a principal feira do setor de plástico na América do Norte. A petroquímica levará todo seu portfólio de produtos, com foco em sua liderança no mercado de polipropileno dos Estados Unidos e no destaque mundial na produção de biopolímeros, sendo a única empresa a produzir o polietileno de fonte renovável, conhecido como plástico verde. Com cinco unidades industriais nos EUA em: Marcus Hook, Pennsylvania; Neal, West Virginia; e Freeport, La Porte e Seadrift, Texas, além de uma unidade do Centro de Tecnologia e Inovação em Pittsburgh, Pennsylvania, a Braskem oferece um extenso portfolio de Polipropileno para região. 
Durante a feira, a petroquímica espera receber clientes de todas as partes do mundo, especialmente das Américas do Norte e Latina. “Estaremos na NPE para demonstrar o nosso compromisso em servir a região com a mais alta qualidade em produtos e serviços que a indústria tem a oferecer”, afirma Robert Nadin, vice-presidente Comercial e Supply da Braskem America.Em seu estande principal, a Braskem aposta na tecnologia para levar aos seus clientes seus produtos e cases de sucesso de forma interativa e inovadora. O local irá explorar diferentes ferramentas interativas e linguagens visuais para trazer os visitantes para o mundo Braskem. Na ocasião os visitantes também poderão conhecer o Etileno XXI, projeto de três plantas integradas no México para a produção de 1,05 milhão de toneladas por ano de polietileno a partir de 2015 e com investimentos de U$ 3 bilhões. 


Fonte: http://www.jornaldamidia.com.br

domingo, 25 de março de 2012

Projeto de Lei proíbe uso de copos de plásticos em Cuibá

Preservar o meio ambiente através de ações que visam reduzir o impacto ambiental é proposta do vereador de Cuiabá Washington Barbosa (PRB), que deve ser apresentado na próxima semana. O projeto de lei exige no âmbito dos poderes executivo e legislativo e seus órgãos a utilização de copos descartáveis de material biodegradável ou canecas.O parlamentar lembra que os copos descartáveis são mais usados nas empresas e em órgãos públicos, e muitas vezes passam despercebidos, atacando a natureza de forma violenta. 
“Muitas vezes a pessoa faz uso do copo uma única vez e já o descarta, mas quantas vezes essa mesma pessoa toma água por dia?”, lembra o republicano.Feitos de produtos químicos, de acordo com a justificativa, os copos plásticos quando utilizados com bebidas quentes, como café ou chá, levam à composição para o corpo. Por serem tóxicos, muitas vezes eles atuam inclusive como hormônios femininos, podendo desencadear em longo prazo, infertilidade masculina, diabetes, hiperatividade, câncer, entre outras doenças.“Infelizmente os catadores não se interessam por coleta-los e comercializa-los devido o preço, muito baixo”. 
O vereador explica que o objetivo da lei na capital Cuiabá, é reduzir a agressão ao meio ambiente e, despertar a consciência ambiental que é urgente e precisa da união de todos.Os órgãos que não se adequarem à lei deverão sofrer sanções, dentre elas, notificações e multas. Para em seguida, ser destinada ao Fundo Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (FUNDUR) e investidos em campanhas educativas de orientação. 


 Fonte: http://www.odocumento.com.br

sexta-feira, 23 de março de 2012

Chegou a vez dos outdoors biodegradáveis

Vinte e quatro anos após a homologação da Lei 97/88 que proíbe a utilização, em qualquer caso, de materiais não biodegradáveis para publicidade e propaganda política, Fernanda Viana, docente da Universidade Fernando Pessoa, desenvolveu um suporte biodegradável, numa parceria entre as universidades Fernando Pessoa e do Minho.De acordo com a autora era urgente desenvolver um suporte que desse cumprimento à Lei. 
"O material mais utilizado - poliéster revestido a resina de policloreto de vinilo (PVC) - além de não ser biodegradável, é considerado de elevada toxicidade e impacto ambiental, altamente prejudicial à saúde humana. Não é por acaso, que a União Européia impôs várias restrições ao uso do PVC, considerando os danos causados no sistema imunitário, reprodutivo e endócrino ”, afirma Face a este cenário, Fernanda Viana, engenheira publicitária de formação, decidiu desenvolver um suporte biodegradável, no intuito de minimizar o impacto ambiental causado pelos suportes têxteis atualmente usados. “As nossas cidades apresentam-se ‘vestidas’ por enormes imagens impressas em poliéster revestido a resina de PVC, já para não falar no período eleitoral, em que a presença deste material é excessiva.
”Os testes de Biodegradação por Compostagem efetuados ao novo suporte, demonstraram que, ao contrário de degradar-se, este biodegrada-se. Ou seja, "o compósito desenvolvido decompõe-se em matéria orgânica em 28 semanas, em vez de acumular-se nas cadeias alimentares, numa dimensão microscópica e molecular, afetando toda a biosfera.”Fernanda Viana adianta ainda: “Acredito que este suporte seja uma contribuição efetiva para a diminuição do impacto ambiental." O trabalho de investigação não ficou apenas pelo desenvolvimento do suporte biodegradável. A aplicação de cristais líquidos "garantiu ao projeto a inovação necessária para a submissão de um pedido de patente da Universidade Fernando Pessoa e da Universidade do Minho." 

Fonte: http://www.cienciahoje.pt

 

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