sábado, 1 de dezembro de 2012

Bactéria produz Bioplástico e combustível

Bactéria Ralstonia eutropha 
Alterações genéticas na bactéria Ralstonia eutropha conduzidas por pesquisadores do Instituto de Tecnologia Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, tornaram esse microrganismo produtor de isobutanol, um tipo de álcool semelhante à gasolina que pode ser usado como combustível. Para fazer isso, a R. eutropha consome dióxido de carbono (CO2), entre outros materiais como açúcares, ácidos orgânicos e gorduras. “A bactéria alterada faz o trabalho duplo de limpar o ambiente e produzir combustível”, diz Christopher Brigham, do MIT, um dos pesquisadores da universidade. Essa bactéria é conhecida entre os cientistas por produzir bioplástico polihidroxibutirato (PHB) em condições de estresse nutricional e na presença de carbono em excesso. Para produzir isobutanol com a R. eutropha foi necessário remover do genoma os genes responsáveis pela produção do bioplástico. Depois disso, uma das linhagens mutantes produziu 150 miligramas de isobutanol por litro de cultura. Com outras modificações na produção de enzimas da bactéria, os pesquisadores do MIT conseguiram, por um período de 50 dias de cultivo da bactéria, 14 gramas de isobutanol por litro. “Nosso trabalho foi uma prova de conceito, conseguimos alterar a bactéria para produzir isobutanol”, diz a brasileira Claudia Santos Gai, agrônoma formada e doutorada pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutoranda no MIT. 


Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Braskem marca presença na European Bioplastics Conference 2012 com o Polietileno Verde

A Braskem, empresa líder das Américas em produção de resinas termoplásticas e maior produtora mundial de biopolímeros estará presente na European Bioplastics Conference, o maior encontro europeu do setor de bioplásticos, que está em sua 7ª edição. A Braskem é uma das patrocinadas da conferência que acontecerá em Berlim, Alemanha, nos dias 6 e 7 de novembro. O destaque da participação fica por conta do PE Verde, polímero de fonte renovável produzido a partir do etanol de cana-de-açúcar. 
No ciclo de palestras, o PE Verde será tema de três delas. No espaço da empresa, alguns dos produtos feitos pelos seus clientes utilizando o biopolímero estarão expostos para os visitantes. No dia 07 de novembro, as consultorias E4Tech e LCA Works, que estão trabalhando em parceria com a Braskem na condução do estudo de Análise do Ciclo de Vida (ACV) do PE Verde, farão uma palestra a respeito do tema. 
O estudo faz parte do programa da empresa para substanciar o desempenho ambiental do produto (desde a plantação da cana até o portão da Braskem) e, desta maneira, prover os seus clientes com as informações relevantes para o entendimento e comunicação do desempenho de seus produtos. As outras duas palestras serão feitas por clientes que abordarão novos desenvolvimentos de produtos feitos com o PE Verde. 
“Oferecer produtos cada vez mais sustentáveis é um dos nossos pilares de atuação para melhor servir aos Clientes e à sociedade. Nessa linha, a Braskem vem intensificando suas pesquisas em produtos fabricados a partir de matérias-primas renováveis. Não poderíamos ficar de fora desse evento que oferece uma plataforma de informação única para as tendências do setor num mercado de alta relevância e que também conta com a participação de atores importantes da indústria”, conta Marcelo Nunes, diretor de Negócios de Químicos Renováveis da Braskem. 


Fonte: http://www.revistafator.com.br

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Empresas estudam tecnologia para uso de resíduo do biodiesel

A empresa brasileira Plasmacro e a Casco, do Canadá, fazem parceria que visa desenvolver processos inovadores de reciclagem de resíduos da produção de biodiesel e seu uso na indústria de material elétrico e outras aplicações. Os objetivos principais do projeto são desenvolver processos para recuperação de resíduos da produção de biodiesel, usar o glicerol bruto - um deles , como plastificante na indústria de papel e obter compostos de amidos termoplásticos com PVC reciclado para moldagem, por injeção, de material elétrico e também bioplásticos para fabricação de embalagens descartáveis de alimentos, de acordo com a Agência Fapesp. 
Os estudos estão sendo feitos com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisacdo Estado de São Paulo (Fapesp) e da Intenational Science and Technology Parterships Canada Inc (ISTPCanada).De acordo com Carlos Correa, da Plasmacro, o crescimento da produção de biodiesel - salto de 404 mil metros cúbicos (m3) em 2007 para 2,7 milhões m3 em 2011 - ampliou a quantidade de glicerol obtida e as perspectivas de sua utilização na indústria.Além das aplicações tradicionais em embalagens de medicamentos, amaciantes de fibras têxteis, fabricação de nitroglicerina, há novas aplicações possíveis, como a produção de ração animal, propeno para plásticos, aditivos anticongelantes para uso em radiadores de automóveis e outros. 
Os objetivos da Casco são desenvolver tecnologias para obtenção de amido biomodificado. Segundo o gerente sênior, Andre Leclerc, a empresa procura desenvolver um novo nicho de mercado na área de biotecnologia para diversificar sua produção."Para isso, a Casco quer conseguir compostos com as proporções ideais de subprodutos do biodiesel e outros componentes para obter produtos finais com boa aparência, homogeneidade, boa absorção de umidade e deformação, estabilidade física e custo final competitivo", diz Leclerc.


domingo, 28 de outubro de 2012

Os Institutos tecnológicos AIMPLAS e Ainia estão desenvolvendo embalagens biodegradáveis para cosméticos

A empresa Germaine de Cappuccini, juntamente com pesquisadores especializados estão desenvolvendo o primeiro tubo plástico biodegradável para cosméticos. A empresa, com sede em Alcoy (Alicante), teve esta iniciativa devido a sua "política de melhoria ambiental que representa um marco no seu firme compromisso com o desenvolvimento sustentável de seus produtos." O desafio da nova embalagem é substituir os tubos de polietileno habituais utilizados nos cosméticos, por plásticos biodegradáveis, algo complexo quando se leva em conta o ciclo de vida longo, quase dois anos e meio, que têm os produtos de beleza, contra a decomposição gradual do material biodegradável. Para isso, a empresa, em colaboração com o consórcio formado pelo centro de tecnologia Ainia e AIMPLAS e o fabricante de embalagens Petroplast, está analisando a relação dos bioplásticos com três diferentes tipos de cosméticos: Um ingrediente ativo da vitamina C, um filtro de proteção solar e um creme de multiproteção do rosto feito de chá branco orgânico.Explicou o Centro de Pesquisa Ainia em um comunicado. 

 Fonte: http://ccaa.elpais.com

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Criada uma lâmpada biodegradável a partir do resíduo da cana de açúcar e beterraba

A Bio-on e a FLOS projetaram uma lâmpada feita com polihidroxialcanoato, um bioplástico 100% biodegradável em terra e água "produzido pela fermentação bacteriana dos resíduos de açúcar presentes na beterraba e na cana-de-açúcar", explicou a FLOS. Este é o primeiro produto feito com este material, o qual não requer a utilização de solventes orgânicos. O objetivo no futuro é aplicar esse biopolímero revolucionário em embalagens de alimentos, roupas ou design automotivo. Segundo a empresa, os consumidores vão ter que esperar até 2014 para comprar esses produtos. 

 Fonte: http://www.larazon.es

domingo, 30 de setembro de 2012

Espere mais um pouco

Quero informar meus leitores habituais que não estou colocando novos posts porque estou envolvido com as eleições municipais, tão logo acabe as eleições, estarei colocando novos e interessantes posts. 




Obrigaduuuu!!!

sábado, 1 de setembro de 2012

Lançada no Sudoeste primeira usina de resina de milho da América do Sul

O governador Beto Richa participou nesta quarta-feira (29/08), em Pato Branco, do lançamento da pedra fundamental da primeira usina de resina à base de milho da América do Sul. Com investimento total de R$ 100 milhões, o empreendimento, beneficiado pelo programa Paraná Competitivo, vai gerar cerca de 220 novos empregos diretos na região Sudoeste do Paraná.A usina produzirá sacolas biodegradáveis e será construída pela empresa paranaense Sementes Guerra, em parceria com sua sócia francesa Limagrain. As negociações para a instalação da indústria começaram em 2011, durante viagem de comitiva paranaense à Europa. O próprio governador visitou a sede da empresa em Clermond-Ferrand, na França, onde reforçou o interesse do Estado no investimento. 
O empreendimento atende ao plano de descentralização industrial e desenvolvimento do interior do Paraná, fortalecendo o potencial de cada região e agregando valor ao que cada cidade do estado produz. O início da produção do polímero biodegradável - Biolice, está previsto para julho de 2013.O governador Beto Richa destacou a importância da parceria entre a empresa paranaense e a francesa com apoio de incentivos fiscais do programa Paraná Competitivo. “A indústria de plástico biodegradável atrairá novos investimentos para a região, gerando empregos e impacto positivo no agronegócio paranaense, além de propiciar a transferência da tecnologia utilizada na produção das sacolas” afirmou Richa. O presidente da Limagrain, Manuel Rubió Pallé, disse que o apoio do governo do Estado foi muito importante para viabilizar o investimento. 
“Quando começamos a sondar as possibilidades no Brasil, olhamos três outros estados, mas o Paraná confirmou ser a melhor opção”, disse.“O programa Paraná Competitivo foi o grande diferencial para a atração dessa indústria para um município que, a mais de 500 quilômetros do porto de Paranaguá, sofre para atrair empresas do setor”, disse o diretor executivo da Sementes Guerra, Ricardo Guerra. “O governo avalizou o projeto e demonstrou seu empenho em fomentar a industrialização do interior”.O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, disse que o empreendimento representa uma nova oportunidade de agregação de valor ao milho cultivado no Paraná – principal produtor nacional do grão. “É um estímulo para quem produz o milho e para a economia de modo geral. Todos ganham: o governo, o município, a região, as cooperativas, os produtores”, afirmou. 

O NEGÓCIO 

O grupo Limagrain é a quarta maior empresa do mundo em produção de sementes, com um faturamento anual global de mais de 1,5 bilhão de euros. Tem como principal atividade o desenvolvimento e fornecimento de milho geneticamente modificado para o Brasil e América do Sul. A Sementes Guerra, da família Guerra, de Pato Branco, atua na produção de milho no Brasil e no Paraguai e vendeu para a Limagrain 70% de sua divisão de milho. 
A criação da nova empresa, denominada Limagrain Guerra do Brasil, possibilitou à Limagrain ter acesso a terras agricultáveis disponíveis no estado do Paraná, e à Guerra possibilitou encontrar quem pudesse fornecer-lhe biotecnologia avançada para enfrentar os concorrentes internacionais. Segundo o diretor-executivo da Sementes Guerra, Ricardo Guerra, a parceria foi de mútuo interesse, pois as parcerias com empresas internacionais são fundamentais para o crescimento do setor. 
“Não existe um meio de você concorrer com as grandes multinacionais aqui instaladas se não tiver um respaldo biotecnológico grande”, afirmou Ricardo.Manuel Rubió Pallé, presidente da Limagrain, disse que a empresa tem grandes ambições futuras nos ramos da soja, trigo e feijão. “O mercado de sementes avança cada vez mais em tecnologia, segurança alimentar e pesquisas. Também não há como uma empresa do ramo da agricultura se manter fora do Brasil, o mundo todo já percebeu isso”, declarou o presidente. 
O controle administrativo da Limagrain Guerra do Brasil ficará com os brasileiros, que esperam um faturamento de R$ 10 milhões no primeiro ano de funcionamento da usina de plástico. Além da união das duas corporações, será criado o primeiro Centro de Pesquisa de Biotecnologia, na cidade de Londrina, no Norte do Paraná. O projeto ainda poderá ser expandido para os municípios de Guarapuava, que receberá outro empreendimento do grupo Limagrain, e Cascavel. 

BIOLICE 

É um polímero biodegradável, resultado de mais de dez anos de pesquisas e novas tecnologias que visam utilizar cereais, agregando valor a matéria prima para transformá-los em produtos sustentáveis.O Biolice é produzido através de um processo único no mercado de bioplásticos, a partir de grãos de cereais inteiros e de um número específico de variedades de milho Limagrain Guerra.Pesquisadores e técnicos da empresa alcançaram uma perfeita combinação entre genética de plantas, produção da biorresina e os processos utilizados pelos fabricantes de plásticos. 
A inovação do produto está na combinação de frações de cereais com polímeros biodegradáveis.Após a sua utilização e eliminação, os produtos Biolice são quebrados por micro organismos. Este processo produz húmus de boa qualidade, apropriado para uso em jardinagem e agricultura. É um processo natural de reutilização de resídos. O Biolice é um material 100% biodegradável e 100% compostável, feito à base de farinha de milho e não de amido.Estiveram presentes no lançamento da pedra fundamental o presidente da empresa Guerra, Luiz Fernando Guerra, o CEO da Limegrain, Manuel Rubió Pallé, o secretário da Agricultura Norberto Ortigara, o deputado federal Fernando Francischini, o prefeito de Pato Branco, Roberto Viganó, e os deputados estaduais Valdir Rossoni, Ademar Traiano, Rose Litro e Nereu Moura. 

 Fonte: http://www.aen.pr.gov.br

domingo, 19 de agosto de 2012

Italianos criam capa biodegradável para iPhone

As empresas italianas Med Computer Srl e Biomood Srl criaram uma capa biodegradável para iPhone. Quando descartada em ambiente compostável, a iNature se deteriora até 90% em 180 dias.A capa é feita com o bioplástico Apinat. As empresas afirmam que esse material tem impacto zero no meio ambiente. Porém, mesmo com essa característica, o produto dura bastante tempo. 
O objetivo dos criadores é tornar os usuários de iPhone mais conscientes e sensíveis com a sustentabilidade. Isso porque acessórios feitos de plástico e silicone - os mais usados atualmente – tem uma decomposição muita lenta na natureza.Além disso, cases para smartphones são jogados no lixo com frequência porque os usuários trocam constantemente suas capas. O descarte errado desses produtos é altamente poluente. Por isso, o iNature tem a vantagem de não contaminar o solo.O produto está disponível em diversas cores. Cada um custa aproximadamente 45 reais pelo site do distribuidor oficial. 



Fonte: http://info.abril.com.br

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Projeto gera nanofibras para a produção de plásticos a partir de fontes agrícolas

Desenvolvido dentro do programa Labex Invertido, no qual cientistas de outros países trabalham com pesquisadores da Embrapa no Brasil, o método de fiação por sopro, basicamente um método para obtenção de nanofibras poliméricas, é capaz de gerar nanofibras biodegradáveis, voltadas à produção de plásticos, a partir de fontes agrícolas brasileiras e conta com produtividade 50 vezes superior ao método convencional, o que representa uma produção de baixo custo para o bolso e para o meio ambiente. Já existe um método o convencional de eletrofiação que utiliza um campo elétrico. 
O método de fiação por sopro tem a vantagem de não utilizar o campo elétrico para a obtenção da nanofibra, além de apresentar maior produtividade, 50 vezes mais que o convencional — afirma Daniel Souza Corrêa, pesquisador da Embrapa Instrumentação. Dependendo do tipo de material utilizado, as nanofibras podem ser empregadas em uma ampla gama de aplicações. Uma das possibilidades é sua utilização como reforço em plásticos. Nesse caso, é possível utilizar as nanofibras de origem vegetal, oriundas da mandioca e do eucalipto, por exemplo.
Algumas dessas nanofibras biodegradáveis foram produzidas através do método de fiação por sopro. Além de melhorar as propriedades do produto final, o resultado é também a diminuição do impacto ambiental — explica o pesquisador. Para ele, a vantagem da utilização das nanofibras é sua alta área superficial, permitindo a deposição de compostos mais facilmente. Corrêa acrescenta ainda que o custo de produção do método de fiação por sopro será menor, pois comparado ao método convencional, seu aparato experimental é mais simples, além do volume de produção ser bem superior. 
A pesquisa foi coordenada pelo pesquisador Luiz Henrique Mattoso, chefe geral da Embrapa Instrumentação, que estava nos Estados Unidos participando do programa Labex Invertido, em parceria com o pesquisador norte-americano do Serviço de Pesquisa Agrícola (ARS) Gregory M. Glenn.O projeto ainda está em andamento, mas sua patente já foi solicitada. O Programa Labex Invertido é um novo formato de cooperação internacional, nos mesmos moldes que o programa original da Embrapa, denominado Labex (Laboratórios Virtuais da Embrapa no Exterior), faz com instituições na América do Norte, Europa e Ásia. 


 Fonte: http://www.midianews.com.br

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Enxerto arterial biodegradável muda filosofia de cirurgias cardíacas

Um novo enxerto biodegradável promete mudar para sempre as cirurgias cardíacas.Hoje, quando é necessário reconstruir uma artéria em uma cirurgia de revascularização - nos chamadosbypass - , são usados enxertos plásticos, geralmente recobertos por culturas de células.O novo enxerto, além de não utilizar células, é totalmente biodegradável, desaparecendo do corpo 90 dias após o implante.Em seu lugar, fica uma artéria completamente regenerada, sem nenhum traço dos materiais sintéticos usados na cirurgia. 

Mudança filosófica 

Segundo o Dr. Yadong Wang, da Universidade de Pittsburgh (EUA), a nova técnica representa uma "mudança filosófica" em relação à técnica tradicional, baseada no uso de células e na engenharia de tecidos para reconstruir os vasos sanguíneos."O local do implante, as artérias, neste caso, são uma excelente fonte de células, e oferecem um ambiente de crescimento muito eficiente. Foi isto que nos inspirou a pular inteiramente a etapa da cultura de células, e criar esses implantes sintéticos não biológicos," disse o pesquisador.Eles construíram implantes de várias espessuras, alguns com apenas 1 milímetro de diâmetro, permitindo atender às necessidades dos mais diversos tipos de cirurgias. 

Implante arterial 

Wang e seu colega Robert Allen usaram um polímero elástico, conhecido como PGS, que é rapidamente absorvido pelo corpo.Além de fabricado com a porosidade adequada, o implante foi recoberto com uma malha fibrosa, que permite o crescimento celular em seu interior.Um revestimento final com a molécula heparina garante a agregação de fatores de crescimento e evita a formação de coágulos sanguíneos."O resultado são enxertos porosos que podem ser suturados," disse o pesquisador. "E a remodelagem rápida levou à formação de novas artérias fortes e totalmente similares às naturais".Outra grande vantagem é que esse material, por não conter células, pode ser armazenado a seco em temperatura ambiente. 


Fonte: http://www.diariodasaude.com.br

terça-feira, 26 de junho de 2012

Juíza determina que supermercados em São Paulo forneçam embalagens a clientes

A juíza Cynthia Torres Cristófaro, da 1ª Vara Central de São Paulo (capital), determinou ontem (25) que os supermercados retomem o fornecimento de sacolinhas. Pela decisão, os estabelecimentos devem adotar, em 48 horas, "as providências necessárias e retomem o fornecimento de embalagens (sacolas) adequadas e em quantidade suficiente para que os consumidores levem suas compras, gratuitamente". Também foi fixado prazo de 30 dias "para que passem a fornecer, também gratuitamente e em quantidade suficiente, embalagens de material biodegradável ou de papel adequadas para que os consumidores levem suas compras, ficando-lhes proibida a cobrança por embalagens para acondicionamento de compras".
Cabe recurso da decisão, que se refere a ação pública movida pela associação SOS Consumidor contra a Associação Paulista de Supermercados (Apas), a Sonda Supermercados, Walmart Brasil, Carrefour e Companhia Brasileira de Distribuição (Grupo Pão de Açúcar), pedindo a obrigatoriedade de distribuição gratuita, aos consumidores, de sacolas plásticas preferencialmente biodegradáveis ou de sacolas de papel "suficientes para o acondicionamento de suas compras", além da proibição do fornecimento de caixas de papelão usadas. 
No entendimento da juíza, a decisão dos supermercados referente à cobrança de embalagens "acabou por onerar excessivamente o consumidor"."É notório que a prática comercial costumeira é do fornecimento pelo lojista de embalagem para que o consumidor leve consigo as mercadorias que adquire, isso ocorrendo em lojas de diversos ramos de atividade. Não é por outro motivo que a cessação de fornecimento pelos supermercados de sacolas para que os consumidores levassem consigo os produtos comprados causou tamanha estranheza", afirma a juíza.
Ela acrescenta que, com a mudança ocorrida em São Paulo, o consumidor passou a pagar mais de uma vez pela mesma comodidade. Ele "continua pagando os preços calculados por equação que computou as sacolas no custo operacional e passou a pagar ao próprio supermercado pelas sacolas mais amigáveis ao meio ambiente que este lhe disponibilizou quase sempre como única alternativa para carregar os produtos comprados da loja para casa".Ainda no entendimento da juíza, os supermercados não implementaram de forma adequada a iniciativa de preservação ambiental, omitindo a parte que oneraria apenas o fornecedor. E observa que os estabelecimentos não tomaram providências para substituir as embalagens de plástico que usam internamente ("lá estão os saquinhos de plástico para separar itens vendidos a granel, como frutas, e levá-los a pesar"). 


Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Amazonas Sandals apresenta na Francal primeira sandália biodegradável do mundo

Com forte exaltação a brasilidade, lançamentos femininos e masculinos unem moda e sustentabilidade com mix de produtos inéditos no mercado.Com criações compostas por borracha reciclada e uma linha inédita de sandálias biodegradáveis vulcanizadas - Bio Rubber –, que se decompõe após cinco anos. Ao contrário das borrachas sintéticas que permanecem no meio ambiente por até 700 anos, a Coleção Verão 2013 Amazonas Sandals propõe o uso da moda sustentável, oferecendo produtos com design arrojado, inspirados nas cores, formas e texturas brasileiras desenvolvidas com tecnologia a serviço da natureza.Traduzidas nas nuances de um caleidoscópio multicolorido e cultural, as criações prezam pela beleza e conforto. Mantendo em sua essência o conceito mais claro de sustentabilidade: 100% dos solados são recicláveis. 
Fashion Rubber - O lançamento Uno passa a integrar o hall de sandálias Amazonas Sandals - Doll, Flip Flop, Gladiador e Sandals - que para o Verão 2013 oferecem opções de tiras peroladas ou translucidas, cores intensas, modais e estampas sofisticadas que utilizam elementos dos mosaicos, papeis de parede, rendas brasileiras e florais. “A Linha Uno é clássica e minimalista mantendo os conceitos enfatizados pela marca”, revela Ariano Novaes, responsável pelo departamento de Marketing de Amazonas Sandals.Ainda com o mesmo conceito sustentável e ecológico, a coleção de sandálias Flip Flop masculina ganha ainda mais destaque com suas novas cores e design. 

Linha Eco Rubber: Com design inovador e tecnologia sustentável a linha Eco Rubber reforça a luta pela natureza oferecendo ao seu estilo, uma sandália com até 80% de materiais reciclados. Linha Bio Rubber: A moda a favor da natureza. As sandálias biodegradáveis Bio Rubber, além de lindas se decompõe em apenas 5 anos (depois de aterradas). 

Enjoy: Uma estampa pode dizer muito sobre você. Compartilhe essa idéia com as mais lindas e diversificadas estampas da linha Enjoy. 

Linha Fun: Com conforto e simplicidade a linha Fun traz as mais diferentes e divertidas cores que encontramos na natureza. 

Linha Uno: A linha clássica e minimalista da Amazonas Sandals que mantém os conceitos enfatizados pela marca e traz cores incríveis. 

“Convidamos também as designers Renata Americano e Candida Andrade a integrar o projeto e desenvolverem diferentes propostas de design para Amazonas Sandals, o que resultou em duas linhas conceituais. Mais uma vez a Amazonas Sandals se superou e tenho certeza que conquistará o público novamente para o Verão 2013”, conta Novaes.Inspirada na essência amazônica, nos rios, na floresta e na cultura amazônica, a Amazonas Sandals traz produtos que valorizam a sustentabilidade, conforto e um design especial, valorizando o feet. Com sandálias desenvolvidas em borracha natural, com látex que vem das seringueiras nativas (hevia brasiliense) da floresta amazônica – beneficiando, com este trabalho, as comunidades ribeirinhas - a Amazonas Sandals destaca em cada modelo o DNA de uma região conhecida como o pulmão do mundo! 

Fonte: http://www.revistafator.com.br

sábado, 23 de junho de 2012

Plasticity Rio’12 discutiu soluções e inovações para o problema dos plásticos no mundo

O Plasticity, evento paralelo à Rio+20, reuniu cerca de 100 pessoas ontem no Complexo Victoria, no Jockey Club. No evento foram abordados vários tópicos sobre a poluição do plástico como um grande causador de impactos ambientais em todo o mundo. Para o fundador da Ocean Recovery Alliance, organizadora do evento, Doug Woodring, o Fórum, que contou com a participação de vários especialistas internacionais, permitiu uma troca de informações muito produtiva.Levantamento feito pela Ocean Recovery Alliance, mostrou que 700 espécies marinhas são afetadas pelos plásticos no oceano e que cerca de 80% do plástico encontrado nos mares vem da terra. 
Como a produção mundial de plástico cresceu mais de 8% nos últimos 20 anos, a reciclagem foi um tema muito debatido durante o evento.“O Plasticity foi de grande importância, pois durante o evento foi apresentada uma grande variedade de soluções, inovações e oportunidades para o problema do plástico. Ainda há um longo caminho a ser percorrido, já que é preciso que muitas atitudes mudem, pois a sociedade é orientada a consumir desenfreadamente e, frequentemente, não se preocupa em fazer o descarte adequado de determinados produtos, como o plástico”, informa Doug Woodring.
O Fórum contou com a participação de brasileiros e estrangeiros e as discussões propostas nos painéis permitiu um acesso a detalhes sobre vários tópicos, como: redução de fontes, responsabilidade estendida do produtor, bioplásticos e o financiamento de novos investimentos.Durante o evento, a Plastic Pollution Coalition e a Plastic Disclosure Project anunciaram uma parceria para trabalhar com universidades ao redor do mundo para analisar o uso do plástico em várias regiões e o fluxo de resíduos nos campus para tentar reduzir o caminho do plástico durante o processo de descarte. 


 Fonte: http://www.revistafator.com.br

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Novas formulações de masterbatches com cascas de amêndoa

A AIJU (centro de tecnologia para crianças e produtos de lazer da Espanha)está trabalhando no desenvolvimento de novas formulações de masterbatches elaborados com cascas de amêndoa que permitam um bom desempenho e seja mais rentável.Este projeto desenvolve novos cores concentradas, com base em resíduos naturais da agricultura que serão utilizados em termoplásticos. Sua finalidade é a obtenção de masterbatches de alto valor agregado no mercado, superando o da concorrência. 
Os concentrados desenvolvidos suprirão os requisitos técnicos de duas indústrias tradicionais, a de brinquedo e a de mobiliário, embora os resultados obtidos podem ser transferidos para outros setores nos processos que utilizam a injeção.Cerca de 80% de produtos de plástico transformados por injecção contêm corantes ou outros aditivos nas formulações quer por razões estéticas ou funcional. Este é o método mais comum de coloração e modificação das propriedades requeridas de plástico para ser compatível com a matriz de polímero na qual são incorporadas. Inicialmente serão aplicados na produção de bicicletas para crianças, brinquedos elétricos e triciclos. 


Fonte: http://www.aiju.info/

domingo, 17 de junho de 2012

5 gigantes globais se unem em busca da embalagem verde perfeita

Seja pelo avanço da consciência ambiental ou para atender uma demanda de mercado, empresas de peso em todo mundo estão sendo atraídas por um novo desafio: a busca por embalagens plásticas mais sustentáveis e que usam menos derivados de petróleo do que as convencionais. Para alcançar esse objetivo, cinco gigantes globais resolveram unir esforços. A Coca-Cola, Ford, Heinz, Nike e Procter & Gamble confirmaram o início de um projeto colaborativo, chamado PTC (Plant PET Technology Collaborative), para acelerar o desenvolvimento de plásticos feitos 100% a partir de plantas e fibras vegetais.A proposta é chegar a uma embalagem ecoamigável que substitua as feitas de PET (polietileno tereftalato), material usado em uma enorme gama de produtos - de embalagens de alimentos à bebidas, roupas e acessórios de carros. 
Apesar de sua utilidade inquestionável no dia-a- dia das pessoas, esse plástico leva pelo menos 200 anos para desaparecer e sua produção, a partir de processos petroquímicos, também tem impactos sobre o meio ambiente.O bioplástico, por sua vez, como o próprio nome indica, é feito a partir de fontes vegetais, como óleo de soja, milho, cana-de-açúcar e resíduos agrícolas. Outra característica que conta pontos a favor do bioplástico, segundo o as empresas, é a capacidade de se biodegradar na natureza, o que diminuiria a pressão sobre os aterros sanitários.Desde 2009, por exemplo, a Coca-Cola usa a PlantBottle, uma garrafa plástica parcialmente feita de materiais à base de plantas. Constituída 30% por material vegetal, a embalagem ficou mais fácil de reciclar e ajudou a reduzir em 20% a pegada de carbono da empresa.Atualmente, mais da metade (52%) das embalagens globais da Coca-Cola é feita de PET. Ano passado, a Heinz licenciou a tecnologia PlantBottle da Coca-Cola e fez mais de 120 milhões de garrafas de ketchup com o material. 


Fonte: http://exame.abril.com.br

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Calçados de bioplástico, o mais recente lançamento da Gucci

A consciência ambiental não esta de todo em desacordo com a mais alta expressão de glamour. Isso é mostrado pela mais recente coleção de sapatos Gucci, Sustainable Soles , projetados pela diretora criativa Frida Giannini. Um projeto que traz a elegância a cada passo, ao mesmo tempo respeitando o meio ambiente, mantendo a qualidade e o gosto atemporal que a empresa nos habituou. Os modelos fazem parte da coleção Prefall 2012 e são criados em bioplástico material alternativo para os plásticos petroquímicos. Para as mulheres, a Gucci aposta nas sofisticadas manoletinas Marola Verde, disponível em cores vivas: rosa pálido, cinza-amarronzado, preto e preto com a letra G entrelaçada em branco.
A empresa também tem pensado neles, com o California Green,um tênis tão confortável como 'eco'. Os calçados são produzido completamente de forma sustentável com o uso de corantes vegetais,cadarços produzidos com material orgânico certificados, o logotipo Gucci , projetado em uma etiqueta de poliéster reciclado, e as solas de biogoma.Um verdadeiro exemplo de compromisso com o meio ambiente, que também traz elegância aos seus pés. Esta edição especial estará disponível nas lojas Gucci em todo o mundo no final de junho.


Fonte: http://www.elmundo.es

 

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