sábado, 16 de maio de 2009

Guaraná Antarctica reduz consumo de plástico da sua linha de refrigerantes


Com nova tecnologia, cerca de 300 toneladas de plástico serão economizadas no primeiro ano nas garrafas dos produtos AmBev: Guaraná Antarctica, Pepsi e H2OH!

O Guaraná Antarctica lidera projeto que reduz o consumo de plástico PET das embalagens da Ambev. Com nova tecnologia, 300 toneladas de plástico serão economizadas no primeiro ano nas garrafas de todo o portfólio de refrigerantes e não-alcoolicos da AmBev. A fábrica de Jaguariúna (SP), responsável por cerca de 15% da produção das embalagens de PET da AmBev no País, já iniciou o processo de fabricação das novas garrafas. Inicialmente, a inovação chega aos mercados nas versões 500 e 600 ml e engloba as famílias Guaraná Antarctica, Pepsi, H2OH!, Sukita e Soda Antarctica. Ao longo dos próximos meses, outras embalagens do portfólio de não-alcoolicos da AmBev farão parte da inovação.
A mini-tampa faz parte de um projeto global desenvolvido pela AmBev, durante mais de dois anos de estudo. Desde então, diversos modelos existentes foram avaliados e testados, porém a AmBev optou por desenvolver uma nova tecnologia junto com parceiros de todo o mundo. Esse novo modelo traz a melhor performance já existente no mercado.A nova embalagem traz mudança na parte superior da garrafa, responsável pelo maior consumo de plástico. Com a redução de 3 milímetros na altura, haverá uma economia de aproximadamente 1,5 grama de PET nas garrafas e 0,2 grama de polipropileno nas tampas. O benefício ambiental da redução das embalagens será imediato.
“Essa iniciativa integra toda uma política voltada à preservação dos recursos naturais e uso sustentável das matérias primas que já faz parte do DNA da nossa companhia. O projeto nos dá a certeza de que estamos no caminho certo, pois o benefício ambiental será imediato”, explica Bruno Cosentino, Gerente de Marketing de Não-Alcoólicos da AmBev. A novidade lançada integra o Sistema de Gestão Ambiental da empresa. Anualmente, mais de 1 bilhão de garrafas PET são envasadas pela AmBev.
O meio ambiente é uma prioridade para a Cia, que é referência no mercado nas melhores práticas ambientais graças ao bom desempenho do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), que está presente em todas as unidades para estabelecer e monitorar a evolução contínua da ecoeficiência. Para atingir este resultado, as fábricas procuram diminuir, além das tampas, a necessidade de captação de água, reduzir o consumo de energia e aumentar o índice de reciclagem dos resíduos.
Dados Socioambientais – AmBev.: .23% de economia de água em seis anos .98,2% de reaproveitamento de subprodutos e R$ 72,6 milhões de receita com a venda. . A matriz energética calorífica da AmBev é constituída por 51% de gás natural, 20% de óleo combustível e 29% de biomassa renovável. . Redução de 27% na emissão de gases de efeito estufa nos últimos cinco anos, o equivalente ao plantio de 1,1 milhão de arvores.
Dados Socioambientais – AmBev Refrigerantes: .A média usada pelas unidades da AmBev que produzem refrigerante em 2008 foi de 1,74 litros de água para cada litro de bebida produzida.
Algumas unidades alcançaram redução muito abaixo da média. A filial Jundiaí apresentou o menor uso de água na produção, com 1,65 l/l. Já o melhor resultado mensal foi alcançado em Contagem em março de 2008 com 1,54 Hl/Hl.


Fonte:Portal Fator Brasil

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Coca-Cola irá utilizar garrafa produzida de materiais bio baseados


A Coca-Cola revelou que desenvolveu um novo frasco feito de uma mistura do plástico petróleo baseado e material bio-baseado.O PlantBottle™ é manufaturado do Tereftalato de polietileno (PET), que contem uma mistura do 70% plástico petróleo baseado e 30% de materiais bio baseados.O PlantBottle™ é feito atualmente com um processo que torna a cana de açúcar e melaço, um subproduto da produção de açúcar, em um componente chave para o plástico PET. Manufaturar o frasco do novo plástico é mais ecológico e eficiente também. Uma análise do ciclo de vida conduzida pela faculdade imperial de Londres indica que o PlantBottle™ com 30 por cento de material bio baseado reduz emissões de carbono em até 25 por cento, comparados com o PET petróleo baseado. Uma outra vantagem do PlantBottle™ é que, ao contrário de outros plásticos bio baseados, ele podem ser processado com a fabricação existente e facilita reciclagem sem contaminar o PET tradicional (como o PLA). Assim, o material do PlantBottle™ pode ser usado, reciclado e reusado, repetidas vezes.A Coca-Cola da America do Norte colocara o “PlantBottle™” nas suas marcas Dasani e sparkling para o fim deste ano e com a vitaminwater em 2010.


quinta-feira, 14 de maio de 2009

Amido, fonte renovável para a fabricação de bioplásticos, uma opção para a substituição do plástico petróleo baseado

Imagem microscópica do Amido
Amido ( fórmula química (C6H10O5) n) é um hidrato de carbono polisacárido que consiste em um grande número de unidades de glicose juntas por ligações Glucosídicas . O amido é produzido por todas as plantas verdes como uma fonte da energia e é uma fonte principal de alimento para os seres humanos. O amido puro é um pó branco, sem gosto e inodoro insolúvel na água fria ou no álcool. Consiste em dois tipos de moléculas: a amilose linear e helicoidal e a amilopectina ramificada. Dependendo da planta, o amido contem geralmente 20 a 25% de amilose e 75 a de 80% de amilopectina. O glicogênio, fonte da glicose dos animais, é uma versão mais ramificada da amilopectina. O amido pode ser usado como um agente do engrossamento, do endurecimento ou da colagem quando dissolvido na água morna, dando liga.
A pasta do amido de trigo foi usada pelos Egípcios para endurecer o panos de linho na tecelagem e para colar possivelmente o papiro. Os romanos usaram-na igualmente no cosmético d, para pulverizar o cabelo e para engrossar molhos. Os persas e os indianos usaram-no para fazer pratos similares ao halva do trigo gothumai. Na China, com a invenção do papel, o amido do arroz foi usado como um tratamento de superfície do papel.
O ácido ou o polylactide Polylactic (PLA)é um poliéster biodegradável, termoplástico, alifático derivado do amido de milho . Embora o PLA fosse conhecido por mais do que um século, somente teve interesse comercial nos últimos anos, à luz de sua biodegradabilidade.


Fonte:European Association of starch manufactures

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Estudo das propriedades de compósitos biodegradáveis de amido/glúten de milho/glicerol reforçados com fibras de sisal

Devido à busca por materiais não agressivos ao meio ambiente, o desenvolvimento de compósitos poliméricos envolvendo o emprego de fibras vegetais e polímeros naturais vêm crescendo cada vez mais.As fibras naturais são adicionadas a matriz polimérica visando melhorar suas propriedades e reduzir custos da composição polimérica e/ou a geração de efluentes. A utilização das fibras vegetais, tais como juta, algodão, sisal e coco, como reforço em comparação às cargas inorgânicas possui muitas vantagens, tais como: obtenção de materiais de baixa densidade, menor abrasão durante processamento, altos níveis de preenchimento que resultam em aumento na rigidez, elevado módulo específico, aumento na durabilidade. Além disso, as fibras naturais são biodegradáveis, provenientes de fontes renováveis de grande disponibilidade e de baixo custo.
Polímeros naturais tais como: amido e glúten são interessantes matérias primas para serem utilizados como matriz em biocompósitos devido a suas biodegradabilidade e baixo custo. Ambos podem ser processados na presença de plastificante, similarmente aos polímeros sintéticos convencionais. Além disso, o amido e o glúten possuem grupos polares que podem interagir com as hidroxilas das fibras lignocelulósicas e assim, resultar em um material com boa propriedade mecânica.

Em estudo realizado por Elisângela CorradiniI; José A. M. AgnelliI; Luís C. de MoraisIII; Luiz H. C. MattosoII denominado "Estudo das propriedades de compósitos biodegradáveis de amido/glúten de milho/glicerol reforçados com fibras de sisal " fibras de sisal foram utilizadas como reforço para a matriz constituída de amido, glúten de milho e glicerol. O teor de fibra em relação a matriz variou de 5 a 30%. O processamento da matriz e dos compósitos foi realizado em um reômetro de torque Haake à 130 °C, 50 rpm por 10 minutos. As misturas obtidas foram moldadas por compressão à quente. As propriedades mecânicas; termodinâmico-mecânico (DMTA) e de absorção de água foram investigadas em função do teor de fibras na matriz de amido/glúten de milho/glicerol. O aumento do conteúdo de fibra provocou uma melhoria nas propriedades mecânicas dos compósitos com relação à matriz. O compósito reforçado com 30% de fibra de sisal apresentou aumento no módulo de elasticidade e tensão na ruptura de aproximadamente de 560 e 162%, respectivamente e diminuição nos valores de elongação na ruptura de 81%. Os resultados obtidos por DMTA mostraram aumento progressivo do módulo de armazenamento (E') e diminuição do módulo de amortecimento (tan d) com o aumento do teor de fibra, confirmando o efeito de reforço das fibras de sisal na matriz de amido/glúten de milho/glicerol. A incorporação das fibras na matriz também provocou diminuição da absorção de umidade e no coeficiente de difusão de água. A análise da morfologia dos compósitos mostrou boa dispersão das fibras na matriz.
O estudo em questão indicam que as fibras de sisal apresentam um grande potencial para reforçar a matriz de amido/glúten de milho/glicerol. A absorção de água diminui com a introdução da fibra na matriz e o coeficiente de difusão sofreu uma diminuição acentuada com a adição de apenas 5% de fibra e permaneceu praticamente constante para maiores teores de fibra. As fibras apresentaram uma boa dispersão dentro da matriz. A incorporação da fibra na matriz favoreceu a uma melhora nas propriedades mecânicas dos compósitos com relação à matriz. O aumento do conteúdo de fibra provocou aumento no módulo de elasticidade e resistência à tração e diminuição da deformação. O módulo de armazenamento (E') aumentou com o aumento do teor de fibra enquanto o amortecimento (tan δ) diminui, confirmando o efeito de reforço das fibras de sisal.


Fonte:Estudo das propriedades de compósitos biodegradáveis de amido/glúten de milho/glicerol reforçados com fibras de sisal

Elisângela CorradiniI, II; José A. M. AgnelliI; Luís C. de MoraisIII; Luiz H. C. MattosoII
IDepartamento de Engenharia de Materiais, UFSCar IIEmbrapa Instrumentação Agropecuária, São Carlos/SP IIIUniversidade Federal do Acre-UFAC

terça-feira, 12 de maio de 2009

A empresa alemã Natura Packaging oferece uma larga escala de produtos elaborados a partir de fontes renováveis

A empresa alemã Natura Packaging oferece uma larga escala de produtos elaborados a partir de fontes renováveis, tais como o amido a celulose e o açúcar. Diferente como podem ser, todos estes produtos têm um número de características em comum:
•São todos 100% biodegradável.
•São produzidos materiais usando a quantidade possível e mais elevada de recursos renováveis sustentáveis.
• São certificados de acordo com o padrão europeu EN 13432 (German DIN 54900).
• Têm um alto nível da permeabilidade.
Todos os produtos para empacotamento de fruta e verdura biodegradável da Natura Packaging são pelo menos iguais a seus equivalentes não-biodegradáveis. Você pode escolher pelo menos tantas opções como o empacotamento tradicional. O material biodegradável oferece as mesmas possibilidades, utilizando menos energia durante a sua produção; a temperatura de selagem exigida é 25% abaixo daquela de materiais tradicionais. Isto significa uma outra contribuição para a sustentabilidade assim como a economia de gastos.

Fonte: http://www.naturapackaging.com/

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A empresa australiana Biostarch produz peliculas 100% compostaveis e biodegradáveis provenientes do amido


O empacotamento plástico e as sacolas de plástico petróleo baseadas são um dos grandes perigos ambientais mundiais da sociedade moderna. A magnitude do problema que tem os governos, agências ambientais, empresas, grupos ambientalistas, e indivíduos que buscam de todas as maneiras resolverem o problema é enorme. Isto está sendo abordado de várias formas, mas uma solução essencial, que atenda as necessidades dos varejistas e do consumidor para o empacotamento plástico e a necessidade para um ambiente mais limpo e mais seguro, será no desenvolvimento de alternativas inteiramente compostaveis.
Em 1998 a empresa australiana Biostarch começou a pesquisar e a desenvolver um produto eficaz, inteiramente biodegradável. Uma película de biopolimero 100% compostavel ,feita principalmente de amido.O produto denominado Biostarch Technology Pte Ltd foi registado em 2004 e o processo tecnológico para produzir a película foi registrado com patente internacional em 2005. A película terminou com sucesso o teste para a certificação EN 13432 do European Compostable Standard, em fevereiro 2007, e a certificação ASTM-6400-99 do American Standard for Compostable Plastics, bem como a certificação AS 4736-2006 do Australian Biodegradable Standard.
A companhia acredita que possui um papel vital em fornecer uma solução eficaz, inteiramente compostavel para o perigo ambiental produzido por sacolas de empacotamento plástico petróleo baseadas. A companhia oferece uma série de películas Biostarch com muitas utilidades para a indústria de produtos acabados. Que incluem película solúvel em água que podem ser utilizadas por várias indústrias; uma película resistente à umidade que oferece uma solução completa para o varejo, indústria e supermercados; e uma película solúvel, permeável apropriada para o empacotamento de alimento fresco. A Biostarch pode fornecer uma película específica à indústria para o uso de acordo com suas próprias especificações. Além disso, a companhia manufatura uma série completa de sacolas para compra em supermercados e no varejo em geral.
A película e as sacolas Biostarch têm as seguintes características originais:

-Possuem padrões biodegradáveis e Compostaveis internacionais EN13432, ASTM-6400-99 e AS 4736-2006 (inteiramente biodegradável e compostavel)e são feitos de amido, fonte natural renovável.
-Não contem os componentes plásticos convencionais tais como o polietileno ou o polipropileno

- Revestimento superior natural (mas pode ser colorido e impresso se necessário)

- É solúvel em água (temperatura da solubilidade específica)

-É Permeável à umidade.

-A película é resistente à umidade e tem a força comparável ao plástico convencional, tolera a exposição a curto prazo à umidade e pode ser reusada (encorajador). É ideal para produtos secos

domingo, 10 de maio de 2009

Empresa holandesa NNZ produtora de embalagens de bioplásticos

A empresa holandesa NNZ iniciou o seu funcionamento como um negócio de família no setor de empacotamento a partir de 1922. Começou produzindo sacos de juta para venda em casa de troca, posteriormente aplicando sua perícia a itens mais inovativos no setor de empacotamento. A NNZ empregou em um mercado intensivo pesquisas em produtos e está antecipando constantemente desenvolvimentos para novos mercados. Em conseqüência o negócio cresceu e a organização tem filial na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá. A NNZ possui uma posição central em uma rede global de produtores de materiais para empacotamento, de institutos de investigação, de universidades e de organizações de varejo. A NNZ é ativa em todo o ciclo de empacotamento, dos produtores da matéria-prima aos consumidores. Desta posição, pode realizar sua ambição de estabelecer uma rede de produtos para empacotamento.
A empresa produz embalagens biodegradáveis para empacotamento, que são:


-Ökopack®-Net K e a Ökopack®-Net X para embalagens de frutas e verduras.
-Ökopack®-Film C e o Ökopack®-Film S filmes para embalagens de frutas e verduras.
-Ökopack®-Tray C , Ökopack®-Tray FF , Ökopack®-Tray FS , Ökopack®-Tray W , Ökopack®-Tray P recipientes para embalagens de frutas e verduras.


sábado, 9 de maio de 2009

Biopearls:Empresa holandesa de pesquisa de bioplástico


A empresa holandesa de pesquisa biopearls tornar mais fácil para você optar por fazer bioplásticos. Eles podem ajudar com informações técnicas, Apoiar em certificações e em eventuais pedidos de subsídio.

Benefícios e as oportunidades do biopearls:

- Os produtos biopearls são baseados em matérias primas vegetais. O que contribuirá para uma redução da dependência de combustíveis fósseis e contribuirá para a redução das emissões de gases do efeito estufa.

- Os produtos biopearls na maioria dos casos utilizam processo simples com equipamentos já existentes. No que diz respeito ao custo são absolutamente competitivos.

- Os produtos biopearls são baseados exclusivamente em matérias-primas biodegradáveis, com certificado de partida das matérias-primas (volgens EN 13432) e dos aditivos. O caminho para a certificação do produto final torna-se assim muito simples.

Pesquisa e Desenvolvimento

Para o desenvolvimento de produtos biopearls foram necessários 15 anos de investigação e desenvolvimento. Neste período, ficou claro quais são os requisitos que o bioplástico deve obedecer. É realmente muito simples Sumarizar:

- Preferencialmente o bioplástico tanto quanto possível deve parecer com os plásticos comuns, mas com a vantagem de que venham de recursos naturais, e também sejam biodegradáveis.

- E em relação à velocidade de degradação: ninguém deseja que ocorram riscos, mas a eliminação do produto mais rapidamente possível. Ouvindo as reivindicações e desejos de uma determinada aplicação é que a empresa irá ser capaz de mostrar uma gama de produtos para ser desenvolvido.


sexta-feira, 8 de maio de 2009

O Brasil e o bioplástico


O Brasil é líder mundial quando se fala em energia renovável, 45% do abastecimento de energia total é produzido usando recursos renováveis, e tem ainda pesquisas para desenvolver outros recursos como por exemplos a energia eólica. Comparados aos 7% desenvolvido pelos E.U.A, o Brasil realmente pode também ser um líder no que promete ser uma indústria do futuro para um mercado global que tenham um impacto profundo, difundido e positivo para reduzir nossa dependência em combustíveis fósseis e a reduzir o dióxido e as emissões de gases de efeito estufa, sem mencionar a poluição do ar, da água e de terra dos produtos consumidos amplamente.
Realmente, as perspectivas para o futuro apontam para o uso de materiais proveniente de fonte renováveis, a indústria plástica mundial está percebendo isto, e muito provavelmente a indústria brasileira acabará percebendo que não há motivos para não aderir a esta matéria-prima e tecnologia. Como já foi postado várias vezes, existem várias fontes de amido, que podem suprir um grande mercado como o Brasil para bioplásticos provenientes de amido, existe a cana-de-açucar, enfim, existe muitas alternativas, uma coisa já se pode perceber, o futuro é do bioplástico, ele pode estar mais próximo do que imaginamos.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Mandioquinha-salsa: fonte de amido para a produção de bioplásticos


A mandioquinha-salsa é originária da região andina da América do Sul, compreendida por Venezuela, Equador, Peru, Bolívia e, sobretudo pela Colômbia, local de cultivo intensivo e extensivo, onde se encontra a maior diversidade de plantas da espécie. No Brasil, a mandioquinha-salsa, também conhecida como batata baroa, foi introduzida por volta de 1900, trazida das Antilhas, sendo cultivada e consumida nas regiões Sudeste e Sul. Para fins alimentícios são utilizadas apenas as raízes da planta, desprezando-se as porções aéreas, compostas por ramas e pelo pedúnculo. Caracteriza-se como alimento energético apresentando 25g, em média, de carboidratos totais por 100g de raiz, sendo largamente empregada em formulações de alimentos infantis, em sopas e em purês.
A conservação da mandioquinha-salsa é um ponto crítico na comercialização das raízes. Comparativamente ao ciclo de produção da planta, que varia entre 10 a 11 meses, as raízes possuem curta vida pós-colheita, cuja duração máxima é de 7 dias à temperatura ambiente. Este fato tem implicações diretas no manuseio, na distribuição e na disponibilização do produto, fazendo com que os preços sofram flutuações acentuadas ao longo do ano, apesar disso a mandioquinha-salsa é uma excelente fonte de amido, podendo ser utilizada na fabricação do bioplástico.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

As resinas Mirel receberam certificado de biodegradabilidade Vinçotte para o solo, a água, e compostabilidade.


A empresa Metabolix, Inc. anunciou que as resinas bioplásticos Mirel™ receberam a certificação Vinçotte “OK Compost” para compostabilidade em uma unidade industrial de compostagem e “OK Compost home” para o compostabilidade em um sistema de compostagem caseiro. O certificado belga Vinçotte é extremamente reconhecido na Europa para inspeção de materiais, certificação, avaliações e treinamento técnico.
As resinas bioplásticas Mirel receberam as certificações OK biodegradáveis do solo e da água em outubro de 2008. A resina Mirel é o único bioplástico que não utiliza amido a ganhar todas as quatro certificações da Vinçotte. A OK Compost mark verifica se as resinas Mirel biodegradarão sob circunstâncias industriais. Todos os produtos certificados com a OK Compost mark encontram a diretriz orientadora de empacotamento da União Européia assim como o padrão 13432:2000 do EN.
A OK Compost HOME mark confirma que as resinas Mirel biodegradarão em sistemas caseiros com variação de temperaturas. “Atualmente os consumidores conscientes estão procurando produtos ecológicos, e a certificação Vinçotte confirma que as resinas Mirel encontra-se com padrões para a biodegradabilidade e compostabilidade,” disse Bob Findlen, vice-presidente de vendas e mercado. “Diferente das maiorias das resinas, as resinas Mirel são projetados para encontrar padrões e para fornecer um material excepcionalmente biodegradável para o uso em diversos produtos.”


terça-feira, 5 de maio de 2009

A Cortec Corporações oferece tecnologias responsáveis de proteção ambiental para empacotamento


A Cortec Corporações oferece tecnologias responsáveis de proteção ambiental para empacotamento e materiais por mais de 25 anos. Eles se orgulham de introduzir duas famílias de elevado desempenho; as películas de empacotamento biodegradável certificada Eco Film e Eco works. Eco Film™ e Eco Works™ possuem elevado desempenho, produzindo sacolas completamente biodegradáveis e compostaveis com características de desempenho incomparáveis. A película Eco Film e Eco works combinarem o desempenho exigido por clientes quando ao uso e converten-se em dióxido de carbono e água dentro de semanas após o seu descarte.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

As bactérias são fábricas químicas


A engenheira química Kristala Jones Prather vê as bactérias como “fábricas químicas” tão diversas e completas que, ao menos potencialmente, podem elaborar melhores biocombustíveis assim como plásticos biodegradáveis. Ela e Gregory Stephanopoulos, professor de engenharia química no MIT(Massachusetts Institute of Technology), estão tratando de criar bactérias que produzam biocombustíveis e outros compostos mais eficientemente, entretanto, a professora de química Catherine Drennan espera que algum dia as bactérias possam ajudar a limpar contaminantes tais como o monóxido de carbono o dióxido de carbono da atmosfera terrestre.
Presentes em praticamente todos os habitats da terra, as bactérias produzem inúmeros compostos químicos. Alguns sintetizam produtos valiosos para os seres humanos, como por exemplo, biocombustíveis, plásticos e fármacos, além disso, outras decompõem contaminantes atmosféricos. A maioria delas depende de compostos de carbono como fonte de energia. As espécies diferem grandemente umas das outras em seus processos metabólicos.Os engenheiros especialistas em metabolismo bacteriano estão aprendendo a tirar partido desses processos, sendo a produção de biocombustíveis uma área de grande interesse. No MIT, Prather está desenvolvendo bactérias que podem produzir combustível tais como butanol e pentanol a partir de subprodutos agrícolas, e Stephanopoulos está tratando de fazer melhores produtores microbianos de biocombustíveis mediante a estratégia de melhorar sua resistência à toxicidade dos materiais que fermentam e as substancias que produzem eles mesmos.
A alta do preço do petróleo e as crescentes emissões de gases do efeito estufa vão acelerando a busca científica de melhores métodos de produção de biocombustíveis e de outros compostos químicos como os bioplásticos. Produzir plásticos empregando bactérias pode consumir muito menos energia que os processos industriais tradicionais, porque a maioria das reações químicas industriais requer elevadas temperaturas e pressão (as quais por sua vez necessitam muita energia para se obter). As bactérias, em troco, normalmente proliferam a uns 30 graus centígrados, e a pressão atmosférica normal.
A engenharia metabólica no solo envolve criar novos produtos, senão também desenvolver formas mais eficientes de produzir compostos existentes. Recentemente, o laboratório de Prather, combinando genes de plantas, leveduras e bactérias, logro desenvolver um novo método para sintetizar ácido glucárico, um composto com múltiplos usos, desde a síntese de náilon até o tratamento de água. Prather também está trabalhando em bactérias que transformam glucose e outros compostos iniciais simples em produtos que podem empregar-se para produzir plásticos biodegradáveis, como por exemplo, o PHA.
No laboratório de Stephanopoulos, os investigadores estão desenvolvendo novas formas de produzir biodiesel de outros produtos que incluam o aminoácido tirosina (um componente de alguns fármacos e aditivos alimentícios), biopolimeros e ácido hialurónico, um lubrificante natural que pode ser empregado para o tratamento da artrite. Em vez de utilizar as bactérias para elaborar produtos, Drennan está estudando como elas podem degradar compostos, especificamente monóxido de carbono, dióxido de carbono e outros contaminantes atmosféricos.
Os micróbios com que trabalha Drennan, e que se encontra em uma ampla variedade de habitat, incluindo a água doce dos mananciais termais, absorvem dióxido de carbono e/o monóxido de carbono, e os usam para produzir energia. Tais micróbios retiram do entorno uma quantidade de monóxido de carbono estimada em bilhões de toneladas. Drennan e seus colaboradores estão usando a cristalografia de raios X para averiguar como atuam as enzimas destas bactérias. Tal conhecimento poderia conduzir a descoberta de catalisadores para diminuir os níveis de monóxido de carbono em áreas muito contaminadas.


domingo, 3 de maio de 2009

Ritter, empresa alemã fabricante de canetas, está usando produtos bio baseados nos seus modelos ecológicos.


A empresa alemã Ritter, fabricante de canetas, está usando dois novos compostos transparentes bio baseados de polímero desenvolvidos pela empresa FKuR através da modelagem por injeção. A companhia está usando matéria prima 100% bio derivada da empresa FKuR’s que são o Biograde C7500 de acetato de celulose, para produzir ao redor 80% da caneta Kolibri e 60% de bio derivado de acetato de celulose C9550 para a Bio caneta; O ABS é usado ainda para que o mecanismo e a luva interna assegure uma operação eficaz. O diretor de controle das canetas Ritter Fredy Buechler, diz que as modelagens por injeção da resina Biograde é muito fácil. " Com o dae (dispositivo automático de entrada) Biograde é possível desenvolver utensílios de escrita, que vão de encontro com o desejo do consumidor para produtos a favor do meio ambiente, "; diz.
O alongamento e a força elástica das resinas de acetato de celulose Biograde são comparados às resinas convencionais utilizadas atualmente. De acordo com o diretor de mercado e de tecnologia da FkuR' Christoph Bonten, a resina Biograde pode ser moldado em máquinas convencionais e o desgaste - temperaturas resistentes das válvulas e do tambor é em torno de 240C. A pré-secagem a 60C é recomendada. Embora as resinas Biograde de acetato de celulose ofereçam uma resistência térmica mais elevada do que a maioria dos bioplásticos, Bonten diz que a companhia não recomenda o uso de um hot runner system, a menos que seja necessário para minimizar o tempo de interrupção. O Biograde foi desenvolvido pela FKuR junto com a Fraunhofer Umsicht e incorpora uma combinação especialmente desenvolvida de aditivo e de agente do acoplamento.


sábado, 2 de maio de 2009

Biopolímeros ganham destaque na NPE 2009


Antigamente um tema exclusivo do campo de pesquisa, agora os bioplásticos se tornaram um negócio de rápido crescimento para as empresas que comercializam e trabalham com a tecnologia no ramo tradicional de plásticos. A NPE 2009, o principal evento no calendário do setor plástico, servirá como marco nessa transição histórica, segundo a The Society of the Plastics Industry, Inc. (SPI), a organizadora do evento trienal.
Programada para 22 a 26 de junho de 2009, no McCormick Place, em Chicago, nos Estados Unidos, a NPE 2009 servirá como vitrine e oferecerá oportunidades para o intercâmbio de tecnologias relativas a polímeros derivados de milho, mamona, soja, batata, mandioca e outros recursos naturais. Três empresas de matérias-primas apresentarão suas descobertas sobre as novas possibilidades de negócios para a fabricação de bioplásticos. Trinta e nove empresas, agências e associações que trabalham no setor proferirão palestras sobre a tecnologia de bioplásticos e estratégias de negócios nesse ramo. No piso de exposição da NPE, haverá pelo menos 16 estandes com destaque exclusivo ou primordial aos bioplásticos. Haverá ainda outros expositores apresentando aditivos e equipamentos de processamento projetados especificamente para estes novos tipos de polímeros.
De forma diferente dos petroquímicos baseados em óleo bruto e gás natural usados na produção dos plásticos sintéticos normais, as substâncias derivadas das plantas são renováveis e oferecem a promessa de produção ilimitada em uma época na qual os combustíveis fósseis se tornam cada vez mais restritos. Além disso, vários bioplásticos são naturalmente biodegradáveis.
“Junto com o despertar da era da sustentabilidade, há um consenso global no setor quanto à necessidade de se tratar de forma pro-ativa de assuntos tais como o esgotamento de recursos”, disse William R. Carteaux, presidente e CEO da SPI. “Os bioplásticos surgiram como um dos meios mais promissores para as empresas levarem a cabo esta estratégia e, ao mesmo tempo, operarem de forma lucrativa. Além de permitir que as empresas cumpram os ditames relativos a recursos renováveis, estas interessantes famílias de polímeros ajudarão a assegurar a viabilidade do nosso setor em longo prazo, pois oferecem alternativas às matérias-primas tradicionais”.

Tema das conferências e exposições

Apesar de a maioria dos plásticos continuar a ser derivado dos combustíveis fósseis num futuro próximo, as pesquisas atuais que objetivam aprimorar as propriedades e reduzir os custos dos bioplásticos resultarão em um rápido crescimento no mercado, segundo Melissa Hockstad, vice-presidente da SPI responsável pelo Conselho de Fornecedores de Materiais e Conselho de Bioplásticos.Hockstad citou três empreendimentos de produção de bioplásticos que entrarão no mercado até a NPE 2009 ou em data próxima ao evento:
•A Cereplast Inc. tem a expectativa de, até o início de 2010, concluir novas instalações de manufatura que produzem bioresinas derivadas de amidos como mandioca, milho, trigo e batata.

• A Telles, uma joint venture da Metabolix e da Archer Daniels Midland Co., deu início a uma fábrica para as resinas da marca Mirel™, produzidas de açúcares de plantas em um processo de transformação química através de microorganismos.

• A Teknor Apex Company lançará a sua nova Divisão de Bioplásticos e os primeiros compostos comerciais na linha Terraloy™, que consistem de mesclas de amidos termoplásticos com outros bioplásticos e polímeros tradicionais como o polipropileno.

As 39 apresentações da conferência que tratam especificamente de bioplásticos estão enquadradas nos quatro programas educativos que se realizarão ao mesmo tempo e no mesmo local da NPE2009. Incluem dez apresentações na conferência “Plástico como negócio” (produzida pela SPI); 26 delas na conferência técnica ANTEC™ 2009 (da Society of Plastics Engineers, ou SPE); duas na conferência PET Strategies Plus (Estratégias em Embalagens); e uma no Seminário Latinoamericano em espanhol (de patrocínio das revistas Plástico e Conversión).
Os bioplásticos serão uma das quatro tecnologias em destaque enfocada nas exposições do Pavilhão de Tecnologias Emergentes, que conta com o patrocínio principal da DuPont Company e da Dow Chemical Company como patrocinadora de um setor sobre sustentabilidade. Espera-se também que algumas aplicações comerciais dos bioplásticos figurem como candidatas no primeiro Concurso Internacional de Design Plástico na NPE2009. “Na última NPE, em 2006, os bioplásticos ainda eram um assunto a título de curiosidade, porém na NPE 2009, dezenas de organizações terão algo importante para dizer ou apresentar sobre os bioplásticos”, diz Hockstad. “Influenciarão todos os principais setores do mercado plástico, desde produtos domésticos a automotivos, a eletrônicos e médicos, a equipamentos esportivos e embalagens.”


sexta-feira, 1 de maio de 2009

Empresa européia lança elastômero termoplástico ecológico


Pouco a pouco vemos cada vez mais, uma tendência para a produção de produtos bioplásticos proveniente de fontes renováveis. Agora, a empresa Arkema lança uma ampla gama de elastômeros termoplásticos ecológicos com cerca de 20 a 90 por cento de carbono renovável.
Para a empresa, a liderança na produção de produtos ecológicos não é nenhuma supresa, já que ela lidera a produção de Amino 11, um processo químico único desenvolvido a partir de fontes vegetais utilizado para produzir o Rilsan PA11.
A formulação do Pebax Rnew, novo elastômero termoplástico ecológico, reduz as necessidades de energía fossilizada assim como as emissões de CO2. Além disso,ele se destaca por uma grande elasticidade e peso leve, entre outras características.Os usuarios que podem se beneficiar da nova gama que mantem o conceito ecológico são diversos : electrônica, esporte e automação, entre outras.


 

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