segunda-feira, 31 de maio de 2010

Algodão doce inspira criação de nanofibras de biopolimeros

Inspirados em uma máquina de algodão doce, engenheiros de Harvard elaboram nova técnica de produção de nanofibras. Os fios de polímero em escala nanoscópica têm aplicações em inúmeros campos, desde a construção de órgãos artificiais e regeneração de tecidos à indústria têxtil e filtros de ar.O novo aparelho criado por uma equipe liderada por Mohammad Reza Badrossamay, da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas de Harvard, é uma mistura de centrífuga com máquina de algodão doce.
Diagrama da máquina (à esquerda); acima, o aglomerado de fios resultante e, abaixo, os fios visto de perto
O aparelho literalmente gira, estica e puxa polímeros para criar fios de 100 nanômetros de diâmetro usando um cilindro giratório e um bico. Um reservatório é alimentado com polímeros e girado sobre um motor controlável; este movimento faz com que o material estique, como acontece com o açúcar derretido. O material é empurrado através do bico por meio de uma combinação de pressões hidrostática e centrífuga – a mesma “tecnologia” que faz a máquina de algodão doce funcionar.
Em comparação ao método mais comum, que é liberar uma alta voltagem em gotas de polímero para fazer os nanofios, este não só permite um maior controle do processo como resulta em uma quantidade maior de material. As fibras saem da máquina em aglomerados de 10 cm de diâmetro.
A máquina foi testada com uma série de polímeros naturais e sintéticos – inclusive um polímero biodegradável feito de amido de milho ou cana de açúcar e usado como alternativa verde na produção de peças descartáveis de plástico, como copinhos. O método permite a manipulação do diâmetro dos fios e já foi testado com sucesso para formar andaimes - estruturas artificiais que sustentam tecidos do corpo e permitem seu crescimento em áreas que precisam de regeneração.
A pesquisa foi publicada na Nano Letters

Fonte:http://info.abril.com.br/

domingo, 30 de maio de 2010

A empresa Ashland irá distribuir os bioplásticos da Cereplast na região de Ohio - EUA


A distribuidora Ashland acrescentou à sua linha de bioplásticos os plásticos sustentáveis elaborados pela Cereplast Inc. A empresa que possui sua base em Ohio – E.U.A é classificada como uma das maiores distribuidoras de resinas da América do Norte , agora vai oferecer compostaveis e híbridos de resinas feitas pela Cereplast aos clientes em toda a região. Materiais feitos pela Cereplast - um bioplásticos produzido na sede da empresa em El Segundo, Califórnia - são à base de milho e outras matérias-primas orgânicas.
O acordo "permite a Ashland satisfazer o consumidor e a crescente demanda industrial por produtos plásticos ambientalmente amigáveis", disse em uma nota de imprensa no dia 25 de maio, Michael Gilbert, vice-presidente da Ashland .A Ashland já distribui bioplástico feito pela NatureWorks LLC e a Eastman Chemical Co. A empresa representa mais de 30 fornecedores de matéria plástica.


Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

sábado, 29 de maio de 2010

Limpando e Reciclando 2010:Projeto do Instituto Aqualung pretende limpar as praias e conscientizar


Uma ação de conscientização de limpeza e de reaproveitamento de lixos encontrados nas praias está programado para este sábado, 29 de maio. O projeto Limpeza na Praia, do Instituto Ecológico Aqualung, promove o "Limpando e Reciclando" pelo sétimo ano consecutivo, e comemora a Semana Mundial do Meio Ambiente.
O evento vai contar com trabalho voluntário de estudantes da Rede de Ensino, universidades, escolas públicas, e com profissionais de outras áreas. O lixo coletado em duplas vai ser catalogado e reaproveitado por cooperativas e instituições de reciclagem. Vão ser distribuídas 20.000 sacolas plásticas, biodegradáveis e compostáveis, feitas a base de milho, folders e luvas a todos que desejarem participar da campanha.
O evento começa às 10h e termina as 13h em todos os pontos, simultaneamente: Praia de Copacabana, Praia de Botafogo/ Baía de Guanabara, Praia de Ipanema, Praia do Leblon, da Barra da Tijuca, do Recreio, de Grumari, Praia de Sepetiba, Ilha de Paquetá, Saquarema (região dos Lagos/RJ) e Americana (SP), Praia dos Namorados, com Barco Escola.
Para mais informações acesse o site do Instituto Ecológico Aqualung:


sexta-feira, 28 de maio de 2010

Amido de mandioca é usado na produção de embalagem biodegradável


Professores e alunos dos cursos de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos do Centro de Ciências Agrárias e de Biotecnologia, do Centro de Ciências Exatas (CCE), da Universidade Estadual de Londrina (UEL), produzem bandejas para alimentos e filmes para diversas aplicações, inclusive sacos para mudas de plantas, além de cobertura de solo, com até 60% de amido de mandioca.As bandejas utilizadas para embalar alimentos, semelhantes às bandejas de isopor comercializadas em supermercados, são produzidas à base de amido de mandioca e fibra de bagaço de cana. Diferentemente das bandejas comerciais, consideradas prejudiciais ao meio ambiente, o material desenvolvido na UEL é totalmente biodegradável.
O tempo de permanência do material no ambiente varia de acordo com as condições ambientais, mas a pesquisa demonstra que, em contato com a terra, luz ou água, os produtos se degradam em pouco tempo.O material para embalagem, na forma de filme, é resultado do processamento por extrusão, isto é, a mistura do amido de mandioca com glicerina e um polímero biodegradável sintético. O resultado prático é a substituição do material não degradável pelo produto biodegradável. Ao contrário de outros materiais, os produtos à base de amido de mandioca se decompõem facilmente.
De acordo com Maria Victória Grossmann, professora do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos (DCTA), o amido de mandioca é a alternativa na substituição de materiais não degradáveis, ao mesmo tempo em que incentiva o aumento da produção de mandioca. A bandeja biodegradável é apenas uma das alternativas propostas pelo grupo de pesquisadores. Produtos biodegradáveis também são aplicados à agricultura com bons resultados. É o caso da cobertura para solo, utilizada no cultivo de morangos. Além dos sacos usados na proteção de frutas no campo e do acondicionamento de mudas de plantas.
Segundo o professor Fábio Yamashita, também do DCTA/CCA e coordenador da pós-graduação, a aplicação dos sacos na produção de goiabas serviu para proteger as frutas da ação de insetos. Já os sacos usados no acondicionamento de mudas de plantas resistem em média 120 dias. As mudas são enterradas com a embalagem. Em contato com o solo, o material entra em processo de degradação, por isso não é necessário retirar o saquinho da muda.


quinta-feira, 27 de maio de 2010

A Micromidas está usando um software de simulação da Autodesk para criar unidades de transformação que convertem efluentes orgânicos em bioplásticos


A Micromidas está usando um software de simulação da Autodesk para criar unidades de transformação que convertem efluentes orgânicos em bioplásticos biodegradáveis e recicláveis. Com a melhoria da eficiência, a Micromidas já completou o primeiro design da planta-piloto, a Biorefinaria Mobile, que está atualmente em construção. Deve estar operacional nos próximos três meses.
A planta piloto foi construída sobre um caminhão capaz de se conectar em estações de tratamento de águas residuais nos Estados Unidos, que lhes permitirá o tratamento ecologicamente correto dos resíduos sólidos (ou "lamas"), enquanto produz plásticos ambientalmente amigáveis.
A Micromidas recebeu o software da Autodesk através do Clean Tech Partner Program, que oferece bolsas de software para criação de empresas de tecnologia limpa na América do Norte e Europa. O portfólio de software consiste no Autodesk Inventor, Autodesk Algor Simulation, Autodesk Showcase e Autodesk Vault software profissional, que ajudou a Micromidas acelerar o design das suas instalações e equipamentos de processamento através da tecnologia de prototipagem digital.
A empresa foi pioneira de um processo complexo de biorefinaria, onde os micróbios - microorganismos naturais - consomem o carbono dos resíduos e converte-os em um polímero de bactérias que podem ser colhidas e utilizadas como plástico.
As plantas de processamento exigem máquinas e sistemas de centrífugas e hidrociclones para sistemas de tubulação, reatores e extrusoras.Para ajudar a empresa a desenvolver produtos ecológicos,a Autodesk introduziu no Projeto a Krypton Technology Preview, um novo plug-in para o Autodesk Inventor e o SolidWorks software que fornece um feedback em tempo real durante as fases iniciais de concepção de peças de plástico para ajudar os designers de produto a conhecerem o impacto ambiental de suas escolhas de material.
O projeto da Krypton Technology Preview oferece aos designers em tempo real feedback em três áreas: fabricação, eficiência de custos e impacto ambiental.A Autodesk diz que o feedback instantâneo ajuda os designers a tomar melhores decisões mais cedo no processo de design para que eles desenvolvam as peças mais rentáveis que são manufaturadas e produzidas com menor impacto ambiental.
O Autodesk Design Sustentável Center, um novo recurso online, apresenta dez dos maiores desafios da sustentabilidade que clientes Autodesk enfrentam hoje e como o software da companhia podem ajudar os engenheiros e designers a tomar decisões mais ecológicas.


Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Conferência ”Bioplastics - The Reshaping of an Industry”


A Indústria de Plásticos está sofrendo uma transformação dramática com os bioplásticos que continuam ganhando reconhecimento em um mercado dominado por produtos à base de petróleo. O Bioplástico já atingiu mais de um milhão de toneladas de capacidade, com taxas de crescimento conservadoras de 2011 estimadas em 15 á 20%.
Os fabricantes geralmente têm defendido a compostagem como uma nova opção de eliminação, juntamente com uma pegada de carbono mais baixas do que os plásticos tradicionais. O mercado de bioplásticos está agora focado nos bens mais duráveis e, potencialmente, mais exigentes, do setor das aplicações de plásticos. Reduzir a dependência do petróleo, o impacto ambiental e a saúde humana, são agora os principais impulsionadores.
Para enfrentar este desafio, a indústria de bioplásticos está se remodelando a fim de reforçar o desempenho dos produtos existentes de base biológica pelo uso de aditivos, misturas e ligas. Outra dinâmica recente interessante é a possibilidade de fabricar monômeros derivados de fontes que não sejam petróleo baseadas, dando uma nova visão aos plásticos com as propriedades já conhecidas, mas deixando de lado o petróleo.
Os peritos da indústria poderão discutir estes temas na Conferência ”Bioplastics - The Reshaping of an Industry” que abrangerá as várias facetas destes acontecimentos. Como palestrantes na conferência estão incluídos pessoais do R & D, fabricação, vendas, marketing, desenvolvimento de negócios e líderes de toda a cadeia de suprimentos da indústria de bioplásticos.
Esta conferência de 01 à 03 de fevereiro de 2011 em Las Vegas - E.U.A irá fornecer uma introdução aos principais agentes de condução dessa transformação. São alvos desta conferência todas as pessoas que desejam aprimorar seus conhecimentos e participação nesta evolução para reduzir a dependência de materiais à base de petróleo.


Clique aqui para ver o folder da Conferência

Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

terça-feira, 25 de maio de 2010

Stahlbush – Embalagem biodegradável para congelados


A Stahlbush Island Farms, uma empresa especializada em agricultura sustentável e produção de alimentos, lançou a primeira embalagem biodegradável para linha de vegetais e frutas congeladas. A embalagem se degrada em poucos meses.
A BioBag é resultado de dois anos de pesquisas em parceria com a Cadillac Products Company of Troy. A embalagem é resultado de uma combinação única de práticas de produção e de processos com materiais biodegradáveis que permitiu à embalagem atender os critérios necessários de barreira e ser uma alternativa sustentável para a tradicional embalagem flexível.
O desafio foi criar uma embalagem biodegradável que preservasse a vida de prateleira de 20 diferentes frutas e verduras congeladas produzidas pela Stahlbush. A embalagem é feita com papel kraft e tinta à base de água.
A Stahlbush e a Cadillac Packaging Company acreditam que embalagens, como a BioBag devem se tornar comuns na indústria de frutas e verduras congeladas. Para ajudar outras empresas a introduzir embalagens mais sustentáveis como a BioBag, as duas companhias vão dividir suas experiências e práticas inovadoras.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

A Bunge do Brasil expande a utilização de resinas Cereplast como solução biodegradável para suas embalagens de alimentos


A Cereplast Inc.,a principal fabricante de especialidades bio baseadas e plásticos sustentáveis, anunciou recentemente que a Bunge Alimentaris, a subsidiária brasileira da Bunge Ltd. vai expandir a sua utilização de Resinas Cereplast como uma solução compostavel para embalagem de alimentos em todo o Brasil. Isto marca o sucesso continuado das resinas de base biológica Cereplast em soluções de embalagens compostaveis para os alimentos oferecidos pela Bunge.
"Nós continuamos a desfrutar de um relacionamento forte com a Alimentaris Bunge, que tem utilizado a nossa resina de base biológica em embalagens de alimentos com grande sucesso", observou o Sr. Frederic Scheer, Fundador, Presidente e CEO da Cereplast, Inc. "Nós estamos animados por trabalhar com eles para expandir o uso de nossas resinas em uma nova linha de embalagens de alimentos.”
Em 2009, o WorldStar Packaging Organization honrou a Bunge Alimentos com o WorldStar Packaging Award 2009 por sua embalagem biodegradável e compostavel de margarina. A embalagem termoformada, utilizada para o pote de margarina Cyclus, é 100% baseada em resinas de base biológica Cereplast.O WorldStar Awards é o prêmio internacional preeminente em embalagens que ilustra o avanço contínuo do estado da arte da embalagem. "Nós criamos um novo conceito de embalagem de alimentos e estamos trabalhando no aumento da linha de produtos feitos de resinas Cereplast", disse Helio Kinoshita, diretor de P & D da Bunge Brasil.
"As embalagens feitas de plástico tradicionais à base de petróleo, que não são biodegradáveis, têm causado preocupações sanitárias e ambientais nos últimos meses", acrescentou o Sr. Scheer. "Embalagens feitas de nossas bioresinas oferecem uma solução atraente e ecologicamente correta para produtos descartáveis e nós esperamos que um número crescente de fabricantes de plásticos comece a adotar".


Traduçãoe Pesquisa:Bioplastic News

domingo, 23 de maio de 2010

Sacolas plásticas já são substituídas


Com prazo de até julho de 2011 para a substituição das sacolas plásticas por embalagens que não agridam o meio ambiente, os comerciantes e consumidores já começam a se adaptar à nova Lei. Estabelecimentos e cidadãos de Uberlândia já encontraram algumas alternativas para as sacolas plásticas.
Alguns clientes estão substituindo as sacolinhas por carrinhos, sacolas retornáveis feitas de pano, lona ou outro material reciclável, ou caixas de papelão, tudo em nome do meio ambiente. Na feira, o aposentado Júlio da Silva Neto, morador do bairro Martins, diz que usa a sacola retornável há oito anos. “Levar em apenas uma sacola, mais forte como essa, é melhor do que levar várias de plástico, que ainda prejudicam o solo depois que jogamos no lixo”, afirmou.
Balbina de Castro Amaral sempre faz suas compras levando um saco grande e o carrinho para carregar os produtos. “Não gosto de sacolas plásticas. Muitas vezes preciso usar, mas evito ao máximo, colocando menos sacolas ou levando as minhas retornáveis”, disse. Balbina Amaral lembra que, antes eram usadas as sacolas de papel, de fácil decomposição.
Escolástica Guedes de Freitas também usa carrinho e diz que nunca gostou de sacolas plásticas. “Tem mesmo que acabar com as sacolinhas, porque prejudica o meio ambiente. Vejo um monte delas jogadas nas ruas e gente usando para colocar lixo, o que considero errado”, disse.

Supermercados se adaptam

O gerente do Bretas no bairro Roosevelt, Marlos Rodrigues, disse que o supermercado diminuiu em 33% o uso das sacolinhas. “Antes comprávamos 120 mil unidades por semana, agora compramos 80 mil. A intenção é adequar à lei o mais rápido possível.” No supermercado, é possível encontrar sacolas retornáveis a R$ 3,99.
No Atacadão, sacolas plásticas biodegradáveis são vendidas a R$ 0,18 e a renda é revertida para os Doutores da Alegria e a AACD. Neste ano, já foram doados quase R$ 570 mil. O gerente Wesley Totti afirma que “o planeta vem sofrendo não apenas com as sacolas, como também com as garrafas pet. Todos devem ser eliminados”. No estabelecimento não há sacolas plásticas, apenas caixas de papelão.

Resistência

Já no Cristo Rei, a gerente Tatiana Coelho sente muita resistência dos clientes. “Conseguimos diminuir apenas 10%, porque as pessoas levam nas caixas e embalagens maiores que oferecemos, mas pedem as sacolinhas para colocar lixo em casa.” A professora Evelin Martins diz que gosta das sacolas plásticas. "Elas são práticas e servem pra jogar o lixo fora, mas concordo que se deva substituí-la por outro material."

Carrefour quer banir sacolinhas

O diretor de sustentabilidade do Carrefour Brasil, Paulo Pianez, diz que pretende eliminar as sacolas plásticas de todas as 163 franquias existentes no Brasil num prazo máximo até 2014. O marco inicial do projeto é a unidade de Piracicaba (SP), onde, desde março deste ano, não se utiliza o material. Segundo Pianez, foi feito um trabalho de conscientização com o consumidor, com incentivo pelo uso de caixas de papelão e sacolas retornáveis.

Consumo no Brasil

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) estima que o Brasil consuma 12 bilhões de sacolas plásticas por ano. Isso significa que cada brasileiro utiliza em torno de 66 unidades por mês. Esta embalagem demora cerca de 400 anos para se decompor.


sábado, 22 de maio de 2010

A distribuidora Jamplast juntou-se ao Conselho de Bioplásticos da SPI


O distribuidor de resinas Jamplast Inc. juntou-se ao Conselho do Bioplástico da Sociedade da Indústria do Plástico Inc.(SPI)."Como um distribuidor, a Jamplast irá adicionar uma voz inconfundível nos municípios, enquanto continuamos a expandir a nossa representação de toda a cadeia de abastecimento de bioplásticos", disse Melissa Hockstad, vice-presidente da SPI, ciência, tecnologia e assuntos regulatórios.
A Jamplast esta baseada em Ellisville, Missouri, e tem um centro de distribuição em Mount Vernon, Indiana, e mais 22 instalações nos E.U.A e Canadá. "Nossa empresa começou a trabalhar com a NatureWorks antes da construção da fábrica em Blair, Nebraska, e desde então tem sido um forte defensor de bioplásticos para o mercado norte-americano", disse o presidente John Jamplast Moisson Jr. Que completou, "Nós adicionaremos ao conselho uma série de fornecedores e fabricantes de aditivos para bioplásticos fazendo com que o mercado adote esses novos materiais ".
A SPI com sede em Washington criou o Conselho para ajudar a promover o desenvolvimento de bioplásticos. O grupo agora tem nove membros.


Fonte:http://www.plasticsnews.com
Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

sexta-feira, 21 de maio de 2010

No Peru, bioplástico é obtido através da extração da fécula de batata


Uma equipe de cientistas da Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP), com financiamento do Programa de Ciência e Tecnologia (FINCyT), está produzindo plástico biodegradável, a partir da fécula de batata,
A medida foi anunciada pelo diretor-executivo do Programa Ciência e Tecnologia (FINCyT), Alejandro Higa, que argumentou que a matéria-prima para a produção do bioplástico pode ser de tipos diferentes, de batata, mandioca, inhame, bananas, legumes e outros amidos com alto teor de ácido láctico.
O coordenador geral do projeto na PUCP, Fernando Torres García afirmou que "a vantagem de utilizar recursos naturais existentes no mercado é que estes materiais são biodegradáveis e ainda Biocompostavel, ou seja, após a o seu consumo se tornar uma parte do meio ambiente não poluindo ".
Ele disse que o processo começa no laboratório após o corte das batatas em pedaços, sendo colocado em um liquidificador, onde é homogeneizado. "Depois que a umidade é extraída, o material é filtrado e processado por uma centrífuga, onde a mistura é seca para obter o amido", disse Fernando Torres.
"Nós usamos uma extrusora de plástico, que foi adaptada para processar plásticos convencionais e bioplásticos. Podemos dar-lhe forma através de operações posteriores de prensagem, onde é criado uma lâmina que se assemelha mais a produtos industriais”.disse o investigador PUCP, Fernando Torres.Ele afirmou que os bioplásticos são uma alternativa aos plásticos convencionais feitas a partir do petróleo.
No Peru, para o acondicionamento de produtos agrícolas de exportação é geralmente utilizado plástico petróleo baseado, de baixo custo, como o polietileno (PE), poliestireno (PS) e polipropileno (PP) para a produção de bolsas, bandejas de espuma, filmes, entre outros que não são biodegradáveis e compostaveis, permanecendo no ambiente durante centenas de anos, gerando um problema de gestão de resíduos e poluição.
"O uso de embalagens que utilizam recursos naturais como o amido permite que as empresas peruanas com certificação biodegradáveis e compostaveis possam abrir novos mercados no que diz respeito aos mais altos padrões para questão ambiental", disse Fernando Torres.
Ele disse ainda que o uso de fécula de batata como matéria-prima para a produção de plásticos permitiria criar uma nova indústria no Peru, o que poderá beneficiar produtores do litoral, montanhas e florestas, que poderiam comercializar seus produtos e aumentar a sua renda, para obter um melhor preço para o tubérculo e condições de amido de raiz de qualidade que não pode ser colocado no mercado de produtos frescos.
Ele afirmou que a indústria do plástico peruana importa resinas plásticas para a produção de embalagens, mas a tendência global favorece o uso de materiais biodegradáveis, pois afetam o meio ambiente.

Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Arranjo Produtivo Local (APL) da Mandioca no Agreste entra em nova etapa

Produtores querem ganhar novos mercados

Após finalizar sua primeira fase, o Arranjo Produtivo Local (APL) Mandioca no Agreste entra em nova etapa, com projeto focado para ampliação de mercado. Produtores que integram o Fórum da Mandioca estiveram reunidos nesta quinta-feira, 20, em Arapiraca para definirem novas estratégias de avanços do segmento.
Instituído em 2004, o APL Mandioca no Agreste ganhou força nos ‎últimos anos, com a modernização de agroindústrias e casas de farinha e a diversificação de produtos. Além da tradicional farinha, os agricultores também já produzem variados
biscoitos e bolos e passaram a aproveitar integralmente toda a planta, desde a raiz até as folhas.
“Entramos agora numa segunda etapa, que deve prosseguir até 2012, quando até lá esperamos que todos os produtores caminhem por conta própria. Estamos partindo em busca de mercado, a exemplo do Programa da Agricultura Familiar (PAA), que determina a compra de 30% da merenda escolar dos pequenos agricultores. Para nós é preciso que os produtores tenham regularidade e qualidade com a mandioca, para ampliarmos a comercialização”, avaliava o gestor do APL, Nelson Vieira.
Para ele, existe todas as condições para que os produtores aumentem as vendas com o PAA em mais de 30%. “Já comercializamos para escolas do Estado e de alguns municípios”, destacava.
Para reforçar as metas propostas, os produtores de mandioca também comemoravam no fórum de hoje a notícia de abertura da fecularia instalada em Arapiraca e da empacotadora, no prazo de 30 dias. Estas medidas, segundo disse Nelson Vieira, devem abrir novos horizontes para os agricultores, com a possibilidade de produzirem até mesmo bioplástico, entre outros mais de mil produtos.
E no encontro mensal do Fórum da Mandioca, no auditório do Sebrae Arapiraca, os produtores participaram de palestras sobre a “Participação do APL Mandioca no processo de aquisição escolar dos produtos da agricultura familiar” e a “Conjuntura atual da mandioca e derivados no cenário nacional”, além de “estimativas de área plantada, colhida, rendimento médio e produção de mandioca no agreste alagoano”.
“Nosso papel enquanto Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) é fazer com quê o agricultor se organize. Para isso é preciso que ele saiba lidar com questões como nota fiscal e prestação de contas”, ensinava Antônio Neto, técnico da Seagri, ao comentar sobre as normas para vendas ao PAA.
Somente na região Agreste de Alagoas são mais de 26 mil agricultores familiares, implantado em 14 municípios, responsáveis por 75% de toda a mandioca produzida no Estado. A cada safra, conforme estimativas do APL e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são produzidas aproximadamente 320 mil toneladas de mandioca na região. O preço da tonelada do produto in natura está em R$ 140 e o da saca de farinha em R$ 44,00.
“A comercialização não e nosso preocupação, pois tudo o que é produzido é vendido. Temos que ter regularidade e qualidade”, reforçou Nelson Vieira.


Fonte: Agência Alagoas

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A empresa alemã FKuR desenvolveu embalagens sustentáveis para o setor de congelados elaborados a partir de recursos renováveis


Em cooperação com uma série de conversores, a empresa alemã FKuR desenvolveu embalagens sustentáveis para o setor de congelados elaborados a partir de recursos renováveis. A base deste filme original é o Bio-Flex FKuR com certificado de biofilme compostavel.
Para realçar a sua imagem sustentável e ecológica, um número crescente de conversores estão à procura de embalagens feitas a partir de recursos renováveis, que são biodegradáveis e certificados com a norma ASTM D 6400 standard. "O índice elevado de recursos renováveis, juntamente com excelentes propriedades mecânicas do filme feito a partir de Bio-Flex convenceram os nossos clientes", diz Patrick Zimmermann, presidente da FKuR Plastics Corp
O desempenho das propriedades mecânicas do material a baixas temperaturas foi particularmente crucial. A alta resistência ao impacto a estas temperaturas é uma obrigação para ter sucesso. Baixas temperaturas de transição vítrea, bem como um material homogêneo, com excelente distribuição de aditivos funcionais são as chaves para cumprir esses requisitos.
Para obter as propriedades necessárias para o filme de congelados, um sistema de três camadas, feito a partir do Bio-Flex ® F 2110 / Bio-Flex ® A 4100 CL / Bio-Flex ® F 2110 foi utilizado. Este filme tem muito brilho na superfície, juntamente com grande força e resistência química com propriedades de barreira demonstrando ser um bom bioplástico.
As resinas são baseadas em uma mistura de PLA e outros materiais biodegradáveis. O Bio-Flex ® F 2110, bem como o Bio-Flex ® A CL 4100 são recicláveis de acordo com a ASTM D 6400 e o contato com os alimentos são aprovados.
O Bio-Flex ® F 2110 é um filme transparente com a resistência ao impacto muito bom em baixas temperaturas e é especialmente útil em co-extrusão com outros Bio-Flex ®. Suas características mecânicas são muito semelhantes ao PEAD.
O Bio-Flex ® A CL 4100 representa uma especialidade entre os bioplásticos. É a primeira mistura transparente PLA baseada que pode ser convertido em um excelente filme. Além disso, o conteúdo do material a partir de recursos renováveis, neste grau é excepcionalmente elevado. O Bio-Flex ® A CL 4100 possui uma série bastante rígida e as características mecânicas são comparáveis aos do PP. Este material é frequentemente utilizado nas embalagens de frutas, verduras e flores, bem como parte de um filme co-extrusado.


Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

terça-feira, 18 de maio de 2010

Futuros materiais poderão ser feitos de borra de café

No futuro, a borra do café poderá ser uma matéria-prima com diversas aplicações. Quem o diz é Maria Ascensão Reis, do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) da Universidade Nova de Lisboa, que está trabalhando em conjunto com a Delta Cafés no programa ReThink. Este programa pretende dar uma nova solução a desperdícios como a borra e as cápsulas usadas em máquinas de café.
"A borra do café não é um resíduo, mas sim um produto de elevada riqueza química", diz a coordenadora da equipa do IBET, que assumiu ao DN que o desperdício poderá ser uma nova matéria-prima: "No futuro poderemos ter as próprias máquinas do café e cápsulas feitas com substâncias retiradas da borra." "Queremos que a borra deixe de ser um resíduo e passe a ser um subproduto, invertendo o caminho que se faz desde o café à chávena", diz Rui Miguel Nabeiro, administrador da Delta Cafés, acerca do principal resíduo da sua empresa, que "apesar de biodegradável deve ser valorizado".
A empresa produz cerca de 20 mil toneladas de café por ano e um potencial de borra úmida que corresponde sensivelmente ao dobro deste valor. Apesar de os resultados ainda não poderem ser revelados, Maria Ascensão Reis informa que estão no caminho para aproveitar a borra para fins tão distintos como a cosmética, a nutrição, a agricultura, os biomateriais ou as energias.
O projecto ReThink teve início no final de 2009 e este ano vai ser o ponto de viragem para o tornar realidade. Já 2011 será para implementar um objetivo: recolher 10% dos resíduos do café, especialmente aqueles vindos do canal Horeca (recolha de resíduos dos hotéis, restaurantes e cafés), que tem 45 mil utilizadores. O programa terá apoio do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) em 75% do valor deste projecto inédito: "Ninguém estudou a borra", informa a coordenadora da equipa do IBET.
Com o objectivo de facilitar a recolha da borra, vão ser criados contentores específicos para armazenar a borra do café. Esta terá de estar limpa para não se inutilizar. O objectivo de recolher o máximo de borra não esbarra na concorrência e Rui Miguel Nabeiro diz que estes contentores poderão armazenar "borras provenientes de outras marcas".

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Falta consenso para retirada de sacos plásticos de supermercados do Rio


A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realiza nesta segunda-feira, às 14h, audiência pública para analisar a aplicabilidade da lei que proíbe o uso de sacos plásticos em supermercados. Aprovada no ano passado pelo Legislativo estadual, a lei vem causando polêmica e resistência por parte dos supermercados.
O presidente executivo da Associação dos Supermercados do estado (Asserj), Aylton Fornari, afirmou que a lei não pode ser cumprida dentro do prazo estabelecido. O objetivo da lei é acabar com um dos grandes vilões da poluição e que afeta a população fluminense principalmente no período das chuvas. Os sacos plásticos são responsáveis pelo entupimento de grande parte dos encanamentos e pioram ainda mais a situação dos alagamentos nos municípios.
“Seria muito bom que pudéssemos acabar com o saco plástico, mas a lei está confusa. Ela diz que temos de substituir o material, mas não diz pelo que temos de substituir”, afirma Fornari. Ele disse ter conversado com o presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB). “Ele disse que mesmo com problemas, o texto seria aprovado, mas prometeu que seria criada uma comissão para estudar melhorias para a lei. Nesse tempo, temos procurado insistentemente uma solução e essa comissão não se formou”, acrescentou.
“Não somos contra a lei, pelo contrário, até porque somos parte da população. Enquanto não há uma solução, a gente tenta minimizar os problemas”, admite.
Entre os artigos da lei, Fornari também critica a obrigatoriedade de os
estabelecimentos receberem os sacos usados pelos consumidores. Ele alega que os supermercados podem ter problemas com a vigilância sanitária por “receber lixo em local onde armazenam alimentos”.
Uma reunião, na semana passada, entre representantes dos supermercados, parlamentares e a Secretaria estadual de Ambiente para discutir o uso das sacolas plásticas foi marcada por atritos entre os participantes.
A Asserj tenta prorrogar por um ano o prazo estabelecido por lei para empresas de médio e grande portes, que vence daqui a dois meses. Para as micro e pequenas empresas o prazo é de dois a três anos. Caso isso não ocorra, a Asserj afirma que sua assessoria jurídica estuda a possibilidade de ir à Justiça contra artigos da lei estadual.
O deputado estadual Carlos Minc (PT), ex-ministro do Meio Ambiente e vice-presidente da comissão temática da Assembleia do Rio, foi incisivo ao defender a legislação aprovada. “Essa lei foi discutida por dois anos. Preparem-se, porque é essa lei que vai entrar em vigor”, disse Minc. “A lei é essa, e quem não cumpri-la vai ter fiscalização na porta”, alertou.

domingo, 16 de maio de 2010

Cientistas criam vestido de noiva que dissolve na água


O vestido de noiva é um dilema para muitas mulheres. Ele é um sonho de consumo, mas, depois da cerimônia, vira peso morto no guarda-roupa e raramente será usado mais de uma vez - mesmo quando a ideia é reformá-lo mais tarde, transformando-o em vestido de festa.Mas cientistas da universidade de Sheffield Hallam, na Grã-Bretanha, acabam de criar uma peça para a futura noiva com consciência ecológica. Trata-se de um vestido feito de material biodegradável, que dissolve na água.
A ideia do modelo é aproveitá-lo ao máximo no dia do casamento. Ele deve ser dissolvido aos poucos, em cinco etapas que, sempre que cumpridas, proporcionam um novo visual para a noiva.Segundo informações da universidade, o preço do mimo ainda não foi definido, e ainda não há informação sobre se algum exemplar será posto à venda no futuro.


 

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More